Entre as novidades desta edição, está a possibilidade de visualizar os bilhetes através do aplicativo móvel da instituição financeira.
SANTO DOMINGO- Com mais de 40 milhões de pesos em prêmios, incluindo 10 apartamentos, a Associação Popular de Poupança e Empréstimo (APAP) apresentou uma nova edição de sua emblemática campanha Zero de Ouro.
O prêmio Golden Zero, que este ano celebra 57 anos ininterruptos no sistema financeiro dominicano promovendo o hábito de poupar, premiará 110 membros e clientes da poupança.
“Por meio desta campanha, cujo lema é ‘Sua dedicação é sua maior fortuna’, queremos reconhecer a força motriz por trás da transformação de cada pessoa. Cada sonho realizado por nossos parceiros de poupança e clientes reflete metas alcançadas por meio de seus sólidos hábitos de poupança”, destacou Serguey Forcade, Vice-Presidente Executivo de Produtos, Digital e Experiência da APAP, no lançamento da nova edição da campanha Golden Zero.
A Forcade informou que, entre as novidades desta edição, está a possibilidade de visualizar os comprovantes por meio do aplicativo móvel da instituição financeira, além dos métodos tradicionais de consulta.
"Os membros que poupam podem participar a cada aumento de 500 pesos no saldo ou a cada 5.000 pesos mantidos em suas contas de poupança. Os certificados de depósito gerarão um lançamento a cada abertura de 5.000 pesos e a cada saldo mantido de 50.000 pesos em cada certificado ativo", enfatizou o executivo.
Ele também mencionou que "os clientes de pequenas e médias empresas gerarão um novo comprovante para cada aumento de 5.000 pesos no saldo e 25.000 pesos na manutenção. Os certificados de depósito gerarão um comprovante para cada abertura de 100.000 pesos e para a manutenção de um saldo de 100.000 pesos em cada certificado ativo.".
Ele acrescentou que "como parte da dinâmica do sorteio, os clientes que fazem parte do nosso programa de fidelidade, Somos, gerarão o dobro de bilhetes em contas de poupança e certificados de depósito".
A campanha Zero of Gold contará com quatro sorteios regulares em novembro, dezembro, janeiro e um sorteio final em fevereiro de 2026.
SANTO DOMINGO– O designer de interiores Felipe Méndez apresentou o lançamento de sua marca, Felipe Andrés Studio, e revelou seus novos projetos focados em um estilo visual maximalista, eclético e vintage. Isso inclui conjuntos de móveis descombinados, uma explosão de cores, madeiras naturais e, acima de tudo, aqueles padrões vibrantes que tão fortemente identificam a alegria e o calor da República Dominicana.
Felipe Méndez, ao proferir o discurso principal do evento, definiu sua marca como "singularmente insubstituível".
"O objetivo é criar uma plataforma que forneça ferramentas para jovens que estão começando no design e têm medo de arriscar ou de serem eles mesmos. Também é muito importante que nossos potenciais clientes possam ter contato direto conosco, nos conhecer e até mesmo acompanhar a evolução de seus projetos e o processo por meio do site", explicou ele.
Desde muito jovem, Felipe via o mundo com outros olhos; enquanto muitos sonhavam em ser heróis, ele imaginava os espaços onde esses heróis viveriam: as casas, as cidades e os cenários da vida.
Em vez de construir figuras com brinquedos, ele projetou cidades inteiras; a partir daí, ele entendeu que os espaços não são apenas cenários, são protagonistas.
Para Felipe, o design não é um exercício superficial; é uma forma de narrar o invisível, de traduzir emoções em formas e de transformar a memória em matéria.
Os indicadores apresentados pelo governo mostram um cenário de progresso. No entanto, quando comparados com fontes independentes, as lacunas, inconsistências e desafios remanescentes tornam-se evidentes.
SANTO DOMINGO - O resumo do documento "Indicadores do Projeto: Cinco Anos de Transformação", apresentado pela Direção de Estratégia e Comunicação Governamental, oferece uma visão otimista da administração de 2020-2025.
Na ausência do documento original, a comparação dos números apresentados pelo porta-voz presidencial com fontes independentes revela nuances que nos convidam a olhar além da manchete.
Economia e classe média: crescimento real ou desigual?
Segundo o relatório oficial, o PIB per capita subiu de US$ 8.603 em 2019 para mais de US$ 11.500 em 2024, representando um aumento de 34%. No entanto, dados da Trading Economics indicam que o PIB per capita da República Dominicana foi de US$ 9.168 para o mesmo ano, o que sugere uma discrepância significativa na medição.
Essa discrepância pode ser atribuída ao uso de diferentes métodos de cálculo (nominal versus PPC), mas também levanta dúvidas sobre a consistência dos dados oficiais.
Segundo o governo, a classe média cresceu de 37,7% para 48,6% da população. No entanto, o Ministério da Economia não publicou nenhum estudo recente que confirme esse aumento. Aliás, relatórios anteriores alertam que a classe média dominicana é vulnerável ao emprego informal, à inflação e à falta de proteção social.
O salário mínimo, que segundo o documento oficial subiu de US$ 248 para US$ 371, representa um progresso. No entanto, quando comparado ao custo da cesta básica, que ultrapassa RD$ 45.000 por mês, segundo a ProConsumidor, o aumento não garante poder de compra suficiente para uma família média.
O Trading Economics é uma plataforma internacional de análise econômica que compila dados oficiais de mais de 196 países, incluindo a República Dominicana, utilizando fontes como bancos centrais, ministérios da fazenda e organizações multilaterais para fornecer indicadores atualizados sobre PIB, inflação, emprego, saúde e segurança.
É amplamente utilizado por analistas, jornalistas e acadêmicos para comparar números governamentais com dados verificáveis, tornando-se uma ferramenta fundamental para a análise de dados.
Segurança: Percepção e Realidade
O governo reporta uma taxa de homicídios de 8,3 por 100 mil habitantes, uma das mais baixas da região. No entanto, a FINJUS e a Participación Ciudadana alertam que a percepção de insegurança permanece alta, especialmente em áreas urbanas e turísticas.
A contratação de 4.000 novos policiais e o aumento salarial são passos importantes, mas o Observatório de Segurança Cidadã aponta que a reforma policial ainda enfrenta desafios estruturais: falta de treinamento contínuo, fragilidade nos sistemas de controle interno e má coordenação com as comunidades.
Saúde: progressos com lacunas persistentes
O relatório destaca uma redução de 30,8% na mortalidade infantil e um aumento na expectativa de vida de 73,5 para 75,1 anos. Embora positivos, esses números contrastam com os relatórios do UNICEF e do Banco Mundial, que ainda colocam a República Dominicana abaixo da média regional em cobertura de atenção primária à saúde.
Mais de 2,5 milhões de pessoas aderiram ao sistema de segurança social, mas a Superintendência de Saúde e Riscos Laborais (SISALRIL) indicou que muitos membros não têm acesso efetivo a serviços especializados, especialmente fora dos grandes centros urbanos.
A entrega de 68 hospitais e 683 centros de atenção primária é significativa, mas organizações como o Observatório de Políticas Públicas alertaram para a falta de pessoal médico, equipamentos e manutenção em várias dessas infraestruturas.
Transformação ou composição estatística?
Os indicadores apresentados pelo governo pintam um quadro de progresso. Mas, quando comparados com fontes independentes, as lacunas, inconsistências e desafios remanescentes tornam-se evidentes. A transformação estrutural não se mede apenas por números; ela é validada pelas experiências cotidianas dos cidadãos.
Num país onde cada dado oficial deve ser examinado minuciosamente, porque por trás de cada número existe uma história que merece ser contada com rigor.
SANTO DOMINGO- A República Dominicana recebeu mais de 8.592.694 visitantes nos primeiros nove meses deste ano, demonstrando o crescimento consistente do turismo e seu impacto na economia, informou o Ministro do Turismo, David Collado.
Ao anunciar os resultados do desempenho do setor durante o período de janeiro a setembro em um hotel da capital, Collado afirmou que a chegada de visitantes nos primeiros nove meses do ano registrou um crescimento de 49% em comparação com 2019, 13% em comparação com 2023 e 2,6% em comparação com o ano passado.
O funcionário informou que, no período de janeiro a setembro, o país recebeu 6.575.483 turistas por via aérea, o que representa um crescimento de 32% em comparação com 2019, 9% em relação a 2023 e 2,3% em comparação com 2024.
Nos primeiros nove meses deste ano,2.017.221 passageiros de cruzeiro.
“Esses dois números marcam mais um recorde: a chegada de 8.592.694 visitantes em 9 meses. Conseguimos novamente”, disse Collado.
O funcionário informou que somente em setembro o país recebeu um total de490.431 turistas por via aérea, representando um crescimento de 4,6% em comparação com o ano passado, além da chegada de 97.700 passageiros de navios de cruzeiro.
Os países de origem que mais contribuíram com visitantes foram os Estados Unidos, com 38%, a Colômbia, com 10%, o Canadá, com 8%, a Argentina, com 7%, e o México, Porto Rico e a Inglaterra, com 1% cada.
Os aeroportos que receberam o maior número de turistas foram Punta Cana, com 59%, Las Américas, com 25%, Cibao, com 12%, Puerto Plata, com 3%, e La Romana e outros, com 1%.
David Collado explicou que, apesar de todas as adversidades em todo o mundo, o turismo dominicano continua a crescer de forma constante.
“Alcançar esses números, considerando o contexto internacional, foi uma grande conquista”, enfatizou o Ministro Collado.
Durante o evento, o presidente do Cluster de Turismo de Santo Domingo, Juan Manuel Martín de Oliva, entregou a Collado um prêmio que o declarou membro ilustre da organização.
SANTO DOMINGO–O presidente Luis Abinader destacou nesta segunda-feira a estabilidade e a confiabilidade do sistema financeiro nacional, que hoje conta com um marco regulatório mais robusto, maior proteção ao usuário e inclusão financeira.
No final de julho de 2025, o sistema financeiro dominicano apresentava ativos superiores a RD$ 4 trilhões e um crescimento ininterrupto de 85,6%, o que corresponde a um crescimento anual de 13,2%, resultando em uma carteira de crédito que passou de RD$ 1,3 trilhão para RD$ 2,3 trilhões, com um crescimento médio anual de 12,9%, afirmou o presidente.
Ele destacou o papel da Superintendência de Bancos (SB), entidade que supervisiona instituições de intermediação financeira, empresas de câmbio, empresas fiduciárias e empresas de informação de crédito, além de emitir regulamentos e colaborar no desenvolvimento de normas que promovam o desenvolvimento do mercado e a atividade bancária.
Acesso ao crédito e relatório Global Findex
O Superintendente de Bancos, Alejandro Fernández, indicou que, até o momento, o país conta com mais de 2,6 milhões de pessoas com acesso a crédito, o que representa 622 mil cidadãos a mais nos últimos cinco anos, sendo este um fator de desenvolvimento e empoderamento.
relatório Global Findex 2025 do Banco Mundial, a proporção de adultos com contas em instituições financeiras ou contas móveis aumentou de 51% em 2021 para 65% em 2024, refletindo o progresso na inclusão financeira.
Rentabilidade e solvência
Em junho de 2025 , o índice de solvência do sistema atingiu 18,4% , superando significativamente o mínimo regulamentar de 10% e os níveis pré-pandemia (16,5%), e posicionando-se acima da média regional (15,6%) , o que coloca a República Dominicana entre os países financeiramente mais sólidos da região . Em relação à inadimplência e às provisões, o índice permanece em 1,94% , abaixo da média histórica (2,05%).
Regulamento
Durante esse período, conforme explicado em La Semanal con la Prensa, a Superintendência de Bancos emitiu 86 regulamentos com o objetivo de modernizar o marco regulatório, com ênfase na eficiência operacional, digitalização e proteção do usuário. Entre as medidas mais notáveis estão a abertura e o encerramento remotos de produtos financeiros, a abertura de contas poupança básicas para pessoas físicas e micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) sem histórico de crédito ideal e o fortalecimento do Escritório de Serviços e Proteção ao Usuário (ProUsuario).
Proteção do consumidor e inclusão financeira
Na área de defesa de direitos financeirosforam tratadas 26.734 reclamações, das quais 66% foram favoráveis aos usuários, alcançando um retorno de RD 634 milhões, quase oito vezes mais do que no período anterior de quatro anos.
Por meio do aplicativo ProUsuario, mais de 450.000 usuários ativos gerenciam consultas, reclamações, alertas e educação financeira.
Além disso, o Banco Central, por meio do programa "Money Seeks Owner" (Dinheiro Busca Dono), devolveu RD$ 342,6 milhões a mais de 2.600 poupadores de entidades inativas entre 1989 e 2001. Da mesma forma, as campanhas de segurança digital"Verifique Primeiro, Proteja Seus Dados" e "Mission Sentinel" (Missão Sentinela) ajudam a prevenir fraudes e esquemas financeiros não regulamentados.
Força institucional
Em nível institucional, a empresa está avançando em um plano de transformação abrangente que engloba governança, tecnologia, processos, infraestrutura e de talentos humanos, obtendo certificações internacionais em gestão da qualidade, combate à corrupção, continuidade de negócios, segurança da informação, conformidade e padrões de auditoria interna.
A plataforma Simbad,reconhecida regionalmente, transparência por meio de estatísticas do mercado bancário
Olhando para o futuro, até 2028, a instituição se vê como uma entidade mais robusta, mais próxima do público e comprometida em garantir um acesso amplo, equitativo e seguro aos serviços financeiros.
O Fundo Monetário Internacional (FMI)elogiou os esforços das autoridades monetárias e financeiras da República Dominicana para fortalecer o quadro regulatório em benefício dos usuários, destacando os avanços na proteção do consumidor e a aprovação de um novo quadro de risco operacional.
SANTO DOMINGO -A segunda edição do Congresso Internacional da SABIC, fórum de referência dedicado à análise do presente e do futuro do setor de arquitetura, engenharia e construção (AEC), retorna à República Dominicana.
O evento retorna ao país após o sucesso de sua primeira edição em 2024, consolidando-se como um fórum fundamental para a troca de experiências e a exploração de soluções inovadoras, destaca um comunicado à imprensa.
Ele explica que o congresso internacional será desenvolvido em torno de quatro eixos temáticos que marcam a transformação da indústria em nível global: Sustentabilidade, Inteligência Artificial, Modelagem da Informação da Construção (BIM) e Construção Industrializada.
"Por meio desses pilares, a SABIC busca projetar uma visão abrangente dos desafios e oportunidades que o setor de AEC enfrenta no curto e médio prazo", explica ele.
A segunda edição em Santo Domingo será realizada no sábado, 11 de outubro de 2025, das 9h às 16h, e reunirá mais de 400 profissionais nacionais e internacionais. A programação inclui apresentações internacionais, painéis de discussão, apresentações de empresas parceiras e oportunidades de networking de alto nível.
Ricardo Carramiñana, CEO da EADIC, afirmou: “O Congresso da SABIC se consolidou como uma plataforma fundamental para refletir sobre o presente e projetar o futuro do setor de AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção). Retornar à República Dominicana para esta segunda edição nos permite fortalecer os laços com a comunidade profissional do país e da região, promovendo inovação, sustentabilidade e colaboração entre os atores públicos e privados.”
Organizada pela EADIC, a Escola Aberta de Desenvolvimento em Engenharia e Construção, a SABIC já foi realizada em cidades como Madri, Bogotá, Lima, Cidade do México, San Salvador e Cidade do Panamá, consolidando-se como uma plataforma internacional para o fortalecimento de laços acadêmicos e profissionais em torno da inovação e do desenvolvimento sustentável.
Sobre a EADIC
A EADIC é uma escola de pós-graduação com presença internacional, especializada em engenharia, arquitetura e construção, comprometida com a formação de profissionais capazes de liderar os desafios do presente e do futuro em suas áreas de atuação.
SANTO DOMINGO– O Departamento de Transportes anunciou ontem, segunda-feira, que a partir de dezembro deste ano, os usuários do Metrô, da OMSA e dos Corredores da Grande Santo Domingo e Santiago poderão utilizar os três meios de transportecom uma única tarifa.
A medida será implementada por meio do Sistema Integrado de Tarifas do Transporte Público e, em sua primeira etapa, abrangerá as linhas 1 e 2 do metrô, o teleférico Sabana Perdida e os corredores das avenidas Winston Churchill e Núñez de Cáceres.
“Dessa forma, pretendemos mobilizar um número muito maior de passageiros, permitindo também que os usuários se beneficiem de economias de escala ao utilizarem diferentes modais de transporte. Este é um dos nossos principais compromissos e esperamos iniciar a implementação em diversas áreas até dezembro”, explicou a ex-ministra de Obras Públicas e Comunicações, Deligne Ascención, durante uma reunião para avaliar os esforços do governo para melhorar o fluxo de tráfego.
Por sua vez, o vice-presidente executivo da Operadora Metropolitana de Serviços de Ônibus (OMSA), Onésimo González, anunciou que novos ônibus com ar-condicionado ao sistema de transporte público, com o objetivo de oferecer maior conforto aos usuários.
Esses veículos serão utilizados para reforçar as rotas no Distrito Nacional e na Grande Santo Domingo, especialmente em áreas onde foram identificadas deficiências na frequência e qualidade do serviço.
As autoridades afirmaram que essas medidas visam elevar os padrões do transporte urbano e otimizar sua eficiência.
Em relação ao projeto de transporte escolar para escolas particulares, González explicou que o trabalho de planejamento e implementação continua, com uma fase inicial focada no Distrito Nacional. Até o momento, aproximadamente 15 escolas manifestaram interesse em participar do programa.
A proposta estipula que os pais pagarão tarifas ajustadas às suas possibilidades financeiras, e espera-se uma melhoria substancial no fluxo de trânsito durante o horário escolar. A introdução desse tipo de transporte escolar visa descongestionar as vias e promover um modelo de mobilidade mais organizado e seguro para os estudantes.
O sinal mais claro de uma liderança madura não é quantas pessoas dependem de você, mas sim quantas pessoas conseguem seguir em frente sem você.
E isso não acontece por mágica. Acontece porque é planejado. Porque é treinado. Porque é liberado com intenção.
Fomos criados com a ideia de que um bom líder é aquele que resolve tudo. Aquele que aprova, aquele que corrige, aquele que sabe mais. Mas esse tipo de liderança está em declínio. É lento. É frágil. E é insustentável.
A Harvard Business Review estudou como as estruturas modulares estão redefinindo as operações em empresas complexas: quando cada unidade tem objetivos claros, suas próprias métricas e tomada de decisão local, a velocidade triplica, assim como a motivação. Autonomia não é desordem. É bem planejada.
Mas atenção: não se trata de montar equipes e desejar-lhes boa sorte. Trata-se de criar sistemas onde a independência seja possível sem perder o rumo. Isso inclui três coisas que muitos evitam por serem dolorosas:
Documentar processos.
Delegue sem microgerenciar.
Aceite que outra pessoa fará as coisas de maneira diferente da sua... e que isso pode ser perfeitamente normal.
Design modular não é moda. É sobrevivência.
Em um ambiente de rápidas mudanças, equipes que dependem de um único líder estão fadadas ao esgotamento ou ao fracasso. Por outro lado, quando cada membro da equipe sabe o que fazer, por que fazer e qual a extensão de sua autoridade, você tem uma organização que prospera por si só.
E essa é a coisa mais próxima da liberdade que um líder pode ter.
A Meliá Hotels International e a MiM, empresa de Leo Messi, anunciaram a assinatura de uma aliança pela qual a Meliá passará a administrar, a partir de 1º de novembro deste ano, os hotéis MiM, que passarão a integrar a exclusiva marca de hotéis únicos chamada "The Meliá Collection".
Possui 6 estabelecimentos em destinos na Espanha, como Sitges, Sotogrande, Maiorca, Ibiza e Baqueira Beret, além de Andorra.
Os hotéis MiM representam a consolidação do compromisso com o setor hoteleiro de luxo e seus estabelecimentos evocam a marca e a personalidade do jogador de futebol por meio de atributos exclusivos, como a Suíte Messi, ou detalhes como uma réplica do troféu Bola de Ouro autografada pelo próprio jogador.
São hotéis únicos que aspiram a oferecer experiências exclusivas em destinos icônicos e, dessa forma, sua integração ao portfólio da Meliá Hotels International se dá naturalmente, tornando-se parte da The Meliá Collection, em um modelo de locação, destaca um comunicado à imprensa.
A Meliá Collection, cujo portfólio já inclui 26 propriedades em operação ou em desenvolvimento em mais de 12 países, caracteriza-se por ser uma coleção de hotéis independentes que mantêm sua própria identidade, ao mesmo tempo que se beneficiam da distribuição, dos padrões e do marketing da Meliá. Esse modelo permite que os hotéis MiM preservem seu caráter e estilo únicos, integrando-se a um sistema global de reservas e fidelidade com visibilidade internacional.
Os hotéis MiM compartilham um design sofisticado e contemporâneo assinado por renomados designers de interiores como Luis Bustamante e Lázaro Rosa-Violán, e se esforçam para combinar, em todos os casos, a exclusividade de suas localizações com um compromisso com a sustentabilidade e o bem-estar.
Eles oferecem serviço e experiências personalizadas, com características comuns, incluindo uma proposta culinária exclusiva, criada em alguns dos hotéis — como os de Baqueira, Andorra e Sotogrande— pelo chef Nandu Jubany, que combina identidade, conforto, ingredientes de qualidade e criatividade. Inspirada no conceito de seu restaurante HINCHA, sua culinária funde sabores locais com influências argentinas em um estilo acessível, informal e meticulosamente elaborado.
oferta de bem-estar também é significativa, incluindo espaços concebidos com os mais elevados padrões, combinando circuitos de hidroterapia, tratamentos personalizados e um ambiente cuidadosamente selecionado para garantir uma experiência de relaxamento completa. Em alguns casos, a oferta de bem-estar está ligada a desportos como o golfe (Sotogrande) ou o esqui e o trekking (Baqueira Beret e Andorra).
Cada hotel MiM é único em estilo e design, com segmentos distintos que incluem hotéis ideais para adultos, como o MiM Mallorca, o MiM Sitges e o MiM Ibiza, e outros perfeitamente adequados para famílias, como os de Andorra, Sotogrande e Baqueira Beret — alguns dos quais também oferecem excelentes instalações para pequenas reuniões de negócios, conferências ou encontros de grupos. Além disso, todos possuem LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), um sistema internacional de classificação para edifícios sustentáveis criado pelo US Green Building Council (USGBC) nos Estados Unidos, que certifica que os edifícios atendem aos padrões de sustentabilidade e ambientais.
Para Gabriel Escarrer, presidente e CEO da Meliá Hotels International, "a força desta nova aliança reside na complementaridade dos portfólios da MiM e da The Meliá Collection, que não só partilham a mesma filosofia e uma proposta de valor conjunta para os viajantes mais exigentes, como também contam com o apoio e a inspiração de um ícone global como Leo Messi, proprietário e fundador da cadeia, e com a garantia de um grupo líder em gestão hoteleira como a Meliá."
SANTO DOMINGO– A Cementos Progreso Dominicana, em parceria com a Junior Achievement Dominicana, anunciou a quarta edição do Ecolíderes, um programa que busca capacitar mais de 1.000 jovens para se tornarem agentes de mudança em suas comunidades.
Um comunicado de imprensa explica que a iniciativa está sendo implementada em 20 centros educacionais e integra ferramentas de liderança, inovação sustentável e trabalho em equipe
Por meio de oficinas e atividades práticas, os participantes identificarão problemas ambientais locais — como gestão de resíduos e conservação de ecossistemas — e desenvolverão projetos com impacto real que promovam soluções sustentáveis.
O texto acrescenta que as propostas mais destacadas serão reconhecidas em um concurso de inovação ambiental, que premiará as três ideias mais viáveis e replicáveis.
“O programa Eco-leaders não só conscientiza, como também capacita a próxima geração de inovadores. Estamos comprometidos com o talento jovem porque sustentabilidade e desenvolvimento econômico devem caminhar juntos”, afirmou Enrique García, Diretor da Cementos Progreso para a Região do Caribe.
César Asiático, diretor executivo da Junior Achievement Dominicana, destacou que "o programa conecta a educação com ações transformadoras, semeando mudanças sustentáveis com resultados concretos para o país".
Durante as suas três edições anteriores, o Ecolíderes impactou mais de 2.900 alunos de 25 centros educativos, consolidando-se como uma referência na formação ambiental e na responsabilidade social em San Pedro de Macorís.
"Com o Ecolíderes, reafirmamos nosso compromisso com a sustentabilidade e com a formação de uma nova geração de líderes ambientais responsáveis", acrescentou Karina Cruz, Gerente de Comunicação, Assuntos Corporativos e Impacto Social da Cementos Progreso Dominicana.
A Cementos Progreso concentra-se na produção e comercialização de cimento, concreto e para construção, com 125 anos de experiência e presença em oito países da América Latina. Iniciou suas operações na República Dominicana em janeiro de 2025, gerando 1.000 empregos diretos e 1.500 indiretos.
SANTO DOMINGO – Durante o painel “Garantias Legais no Mercado Dominicano de Investimento Imobiliário”, no Fórum El Inmobiliario Secure Meters: Investimento Imobiliário ao Quadrado”, a especialista Idamis Lozada Manzueta, Gerente da Divisão de Formalização de Contratos e Garantias do Banreservas, apresentou uma análise detalhada de como os bancos avaliam minuciosamente a segurança jurídica antes de executar transações imobiliárias. Dois aspectos-chave da análise: cliente e imóvel.
O setor bancário, como aliado estratégico do setor imobiliário, desempenha um papel fundamental para garantir que os investimentos sejam feitos dentro dos parâmetros legais. Lozada explicou que a análise bancária é conduzida sob duas perspectivas: a do cliente que solicita o financiamento e a do imóvel que servirá como garantia. “Temos que garantir que o cliente adquira seu imóvel com segurança e que o empréstimo seja respaldado por uma garantia”, afirmou.
Em seu discurso, a representante da Associação de Bancos Múltiplos da República Dominicana (ABA) explicou que as entidades bancárias, como entidades regulamentadas, devem manter um controle rigoroso sobre as garantias, o que implica solicitar informações adicionais em determinadas transações, tais como: taxas de manutenção do projeto, planos de estacionamento e declaração de condomínio.
A ausência de vagas de estacionamento claramente identificadas na matrícula do imóvel pode afetar negativamente a atratividade da propriedade, influenciando diretamente as decisões de financiamento. Risco, manutenção e compromisso de longo prazo também são fatores a serem considerados.
Lozada explicou que os bancos avaliam o risco não apenas na concessão de um empréstimo, mas ao longo de toda a sua duração, que pode variar de 10 a 20 anos. Portanto, são incluídas cláusulas que permitem ao banco antecipar os pagamentos de manutenção em caso de inadimplência, a fim de preservar o valor do imóvel.
“Em um projeto onde a manutenção não é paga, pode haver deterioração que afeta o estado da garantia, que é o imóvel”,alertou Lozada.
Além de compradores individuais, os bancos também financiam incorporadoras. Nesses casos, o projeto como um todo, os planos de aprovação e as condições de execução são estudados para garantir um desenvolvimento ideal e sustentável.
Esta apresentação destaca que a segurança jurídica não é apenas uma formalidade: é a base da confiança entre bancos, incorporadoras e compradores. Do plano de estacionamento à estrutura legal do condomínio, cada detalhe importa e tudo deve ser devidamente documentado. Também participaram do painel de discussão " Garantias Jurídicas no Mercado Imobiliário Dominicano" Annerys Meléndez, presidente da Acoprovi; Eddy Alcántara, diretor executivo da Pro Consumidor; e a moderadora foi a arquiteta Vivian Reyes, CEO da Urbe Construcciones.
Abinader afirmou que atualmente existem 15.000 quartos turísticos em construção no país, dos quais cerca de 6.000 serão inaugurados este ano.
O presidente Luis Abinader afirmou ontem, domingo, que a República Dominicana é o melhor lugar da América Latina para investir, durante a cerimônia de inauguração do W Punta Cana, um resort all-inclusive para adultos, cujo investimento foi de 160 milhões de dólares.
Durante seu discurso, o presidente destacou o impacto positivo que esse tipo de investimento tem no turismo e no desenvolvimento econômico , observando também que este hotel foi inaugurado em um período difícil durante a de Covid-19.
Ele afirmou que, nos últimos anos, as cadeias hoteleiras norte-americanas cresceram na República Dominicana, colocando o país em segundo lugar na América Latina em investimentos dos EUA, atrás apenas do México.
Ele também indicou que atualmente existem 15.000 quartos turísticos em construção, dos quais cerca de 6.000 serão inaugurados este ano, impulsionando a geração de empregos de qualidade e a estabilidade econômica para os dominicanos.
área de Uvero Alto e desenvolvido por meio de uma colaboração estratégica entre a Marriott International, o Grupo Puntacana e a Mac Hotels, conta com 340 quartos e suítes, 12 restaurantes que celebram a riqueza da gastronomia dominicana e internacional, e um AWAY Spa com instalações e experiências imersivas projetadas exclusivamente para adultos, com foco em música, bem-estar e design de vanguarda.
O presidente Luis Abinader e o ministro do Turismo, David Collado, lideraram a inauguração. (Fonte externa).
Apoio governamental no setor de turismo
Em suas palavras de boas-vindas, Frank Elías Rainieri, presidente e CEO do Grupo Puntacana, destacou o apoio do governodominicano ao desenvolvimento do turismo nacional, observando que "o presidente Luis Abinader e seu governo têm dado apoio constante ao turismo, um setor que hoje é um exemplo de liderança e resiliência em toda a região".
Por sua vez, o Ministro do Turismo, David Collado, celebrou a chegada de uma marca icônica como a W Hotels ao portfólio dominicano e destacou que ela está integrada ao sistema tudo incluído.
Ele afirmou que o turismo dominicano vive seu melhor momento histórico, apesar da queda no número de turistas dos Estados Unidos, que foi compensada pelos sul-americanos e pela recuperação do mercado europeu.
O país é estratégico para a marca Marriott
Brian King , presidente da Marriott International para o Caribe e a América Latina, destacou a importância estratégica do mercado dominicano para a Marriott International.
O executivo reafirmou a visão da empresa de continuar fortalecendo o destino com projetos emblemáticos e a adição das marcas mais reconhecidas do portfólio Marriott Bonvoy.
Por sua vez, Begoña Amengual, CEO da Mac Hotels, agradeceu ao presidente pelo apoio ao desenvolvimento do setor com incentivos para novos empreendimentos , contribuindo assim para o crescimento da participação do turismo no PIB e, consequentemente, para a geração de empregos.
O evento contou com a presença da governadora da província de La Altagracia, Daisy D'Oleo, e do diretor da Polícia Turística, Minoru Matsunaga, entre outras autoridades.
“Investir na República Dominicana vale a pena, mas deve ser feito com bom senso, planejamento e conhecimento do ambiente jurídico«.
SANTO DOMINGO Grupo de Mídia El Inmobiliario, reuniu mais de 250 profissionais do setor para debater um dos temas mais sensíveis e estratégicos do mercado: a segurança jurídica como pilar de confiança para o investimento.
Segurança jurídica: chave para atrair investimento imobiliário internacional, foi o tema abordado pelos empresários espanhóis Joan Trilla e Javier Donoso, que compartilharam sua experiência no país, em um diálogo no qual discutiram as razões, os receios e os desafios enfrentados pelos investidores, bem como a importância de gerar confiança e credibilidade.
Eles também discutiram sua experiência positiva no mercado e as muitas oportunidades que vislumbram para o futuro do setor, destacando os fatores que, em sua opinião, tornaram a República Dominicana um destino atraente para o capital estrangeiro.
Por que vale a pena investir na República Dominicana?
A essa pergunta, os líderes do Grupo Gesproin, patrocinador do Fórum e sócio do Coral Golf Resort, responderam oferecendo sua visão do mercado dominicano para investidores internacionais, assegurando que o país oferece um clima favorável, facilidades fiscais e segurança jurídica.
Eles basearam suas respostas na estabilidade política e social, juntamente com o atual quadro legal, que consideram fundamentais para consolidar projetos imobiliários de longo prazo. No entanto, também apontaram aspectos que precisam ser revistos para fortalecer ainda mais a confiança dos investidores.
A clareza nos processos, o acesso a informações confiáveis e a profissionalização do setor foram pontos abordados pelos promotores imobiliários espanhóis, que recomendaram que os futuros investidores tenham uma visão clara do tipo de empreendimento que desejam promover, investiguem minuciosamente e garantam que possuam todas as licenças e documentações necessárias.
Segundo a experiência deles, a segurança jurídica não é apenas um arcabouço legal: é a base para construir confiança, atrair capital e consolidar projetos sustentáveis.
“Investir na República Dominicana vale a pena, mas deve ser feito com bom senso, planejamento e conhecimento do ambiente jurídico”, afirmaram.
Ambos concordaram que o setor imobiliário é um motor da economia dominicana e que o problema que surgiu está ligado aos desafios que precisam ser enfrentados, um deles sendo a duplicação na emissão de licenças, o que afeta a execução dos projetos.
“Um projeto pode obter todas as licenças necessárias para o seu desenvolvimento, mas cada subprojeto precisa repetir o mesmo processo. Isso gera atrasos desnecessários que poderiam ser evitados com uma revisão regulatória. Este é um aspecto que precisa ser revisto. O processo de licenciamento deve ser claro, eficiente e consistente com o empreendimento já aprovado”, insistiram.
Observe atentamente
Joan Trilla, com vasta experiência nos setores de energia e construção, dirigiu-se a potenciais investidores, enfatizando a importância de uma gestão técnica rigorosa e sustentável. Javier Donoso, por sua vez, destacou o valor de compreender profundamente o mercado dominicano e projetar credibilidade junto aos investidores.
“Ter clareza sobre o tipo de projeto, comprometer-se com o desenvolvimento constante e visualizar o mercado como um processo de consolidação foram fatores essenciais para o nosso sucesso”, destacaram.
Os líderes do Grupo Gesproin e as partes interessadas comprometidas com o desenvolvimento local também discutiram a necessidade de fortalecer as parcerias público-privadas, melhorar a rastreabilidade dos processos e consolidar um ecossistema imobiliário que seja não apenas lucrativo, mas também sustentável e transparente.
A presença desses atores internacionais no Safe Meters Forum: Real Estate Investment Squared proporcionou a tão necessária perspectiva externa, que valida o potencial do mercado dominicano, mas também nos convida a analisar os pontos de atrito que podem limitar seu crescimento.
Num contexto em que falar de imóveis é falar de ativos, futuro e confiança, a sua visão internacional reforça a mensagem de que a República Dominicana não é apenas atraente pelas suas praias, mas também pela sua estabilidade, pelo seu quadro jurídico e pelo seu potencial de crescimento.
Num setor onde cada minuto custa dinheiro e cada decisão tem peso, a segurança jurídica é a ponte entre o investimento e a confiança.
Sobre o Grupo Gesproin
O Grupo Gesproin, fundado em 2017, consolidou-se como uma das principais incorporadoras imobiliárias da região leste do país. Com 18 projetos residenciais — 11 concluídos, 3 em construção e 4 atualmente em fase de comercialização — a empresa já vendeu mais de 1.200 unidades em localizações estratégicas como Los Corales, Cocotal, Cabeza de Toro e Cap Cana.
O Coral Golf Resort, projeto emblemático do Grupo Gesproin, posiciona-se como um destino de referência no Caribe. Sua abordagem combina construção de qualidade, eficiência energética e respeito ao meio ambiente natural de Punta Cana.
“Amamos cada canto deste paraíso tanto quanto você. É por isso que nos esforçamos para respeitar o meio ambiente e preservar a beleza natural de Punta Cana”, afirmam em seu site.
A participação deles no Fórum Safe Metros reafirma que investir com uma visão sustentável e legal não é apenas possível, mas essencial para consolidar um mercado imobiliário confiável e competitivo, alinhado com o futuro do país.
Os dados apresentados neste documento não podem ser utilizados para avaliar a eficiência, o retorno social ou a rastreabilidade financeira.
SANTO DOMINGO– O governo dominicano apresentou o documento “Conquistas da Gestão Governamental Agosto de 2020 – Agosto de 2025”,uma compilação de indicadores que inclui avanços nas áreas de saúde, segurança, habitação, economia e turismo. Embora o texto destaque números recordes em investimento estrangeiro e volume de obras, não oferece detalhamento econômico por setor, o que limita a análise técnica e territorial dos resultados.
Obras públicas: 2.500 projetos, RD$ 600 bilhões executados
O documento oficial afirma que mais de 2.500 projetos de obras públicas foram concluídos em cinco anos, incluindo hospitais, delegacias de polícia, escolas, estradas e habitações.
Segundo dados publicados pela Direção de Estratégia e Comunicação da Presidência (DIECOM) no Listín Diario em 3 de outubro de 2025, RD$ 600 bilhões do total planejado de RD$ 753 bilhões no Plano Nacional de Investimentos foram executados.
Entre as obras notáveis, destacam-se:
– 5.800 quilômetros de estradas pavimentadas
– Mais de 100 pontes construídas
– 306 obras na Grande Santo Domingo, 223 em Santiago, 118 em San Cristóbal
No entanto, o documento apresentado pela Assessoria de Imprensa da Presidência não especifica o custo por projeto nem o impacto orçamentário por província, o que impossibilita avaliar a eficiência, o retorno social ou a rastreabilidade financeira.
Habitação: expansão sem números claros
O relatório detalha a construção de 20.087 casas pelo Ministério da Habitação, Habitat e Edificações (MIVHED), além daquelas construídas por outras entidades e fundações, como a Ciudad Juan Bosch. Também menciona a distribuição de 133.000 títulos de propriedade e a melhoria de 51.872 casas.
se mencione fundos imobiliários, o montante investido e o custo médio por unidade habitacional não são detalhados, e o Plano Decenal de Habitação 2022-2032 ainda não publicou dados consolidados por ano.
Turismo: número recorde de visitantes, investimento quantificado
O turismo recebeu 11,2 milhões de visitantes em 2024, incluindo 2,6 milhões de passageiros de cruzeiro, e contribuiu com US$ 21,1 bilhões para o PIB, o equivalente a 15,8% da economia nacional, segundo dados divulgados pelo Ministério do Turismo.
Em relação ao investimento estrangeiro direto (IED), o país atraiu US$ 4,523 bilhões em 2024 e a projeção é de que feche 2025 com US$ 4,860 bilhões, segundo dados do Banco Central. Desse total, US$ 5,446 bilhões foram destinados ao turismo nos últimos cinco anos e US$ 2,931 bilhões ao setor imobiliário turístico, representando 44,4% do IED nacional, de acordo com declarações da vice-ministra Jacqueline Mora, que afirma que "o turismo concentra a maior parte do investimento estrangeiro direto no país"
Conquistas sem rastreabilidade
Embora o documento oficial apresente progressos em infraestrutura, habitação e turismo, seu formato se assemelha mais a um inventário comemorativo do que a um relatório técnico. A ausência de detalhamento econômico por setor, comparações anuais e indicadores de impacto social ou territorial limita sua utilidade para análises rigorosas e prestação de contas.
Para jornalistas, pesquisadores e cidadãos, o desafio permanece o mesmo: transformar as conquistas declaradas em dados verificáveis, rastreáveis e comparáveis. Porque, sem números, o desenvolvimento continua sendo mera retórica.
Fontes:
– Documento oficial “Realizações da gestão governamental de agosto de 2020 a agosto de 2025”, Gabinete de Imprensa da Presidência, 2 de outubro de 2025
– Banco Central da República Dominicana, Boletim de Investimento Estrangeiro, setembro de 2025
É uma tecnologia que te desafia, questionando se você está usando seu tempo, atenção e discernimento para construir algo mais do que apenas edifícios. Porque, neste setor, o verdadeiro luxo não é ter mais dados: é ter mais clareza.
SANTO DOMINGO – A inteligência artificial é mais do que uma moda passageira: é uma tendência e também o futuro. O setor imobiliário não está imune ao seu impacto, e o que parece novidade hoje fará parte da infraestrutura digital do setor amanhã, impactando a eficiência e a tecnologia, o julgamento, a transparência e o bem-estar mental em ambientes de alta pressão. Isso é bem-estar em sua forma mais profunda.
Seja por motivos profissionais ou por simples curiosidade, a IA está sendo explorada, testada e questionada. Muitas pessoas a temem. Outras se adaptam ao que ela oferece, correndo o risco de disseminar informações errôneas sem saber.
A pergunta do título é perturbadora. Mas no mundo imobiliário e da construção civil, onde cada minuto conta e cada decisão tem peso, a inteligência artificial surgiu com a promessa de eficiência.
Além de automatizar tarefas, essa tecnologia pode nos ajudar a construir bem-estar? A resposta não está no algoritmo, mas nos critérios.
Aliado ou miragem?
O físico teórico Stephen Hawking alertou: “A inteligência artificial é a última fronteira. Além dessa fronteira, existem benefícios inimagináveis para a humanidade, mas também riscos que ameaçam a nossa própria existência.” Um apelo muito claro, não ao medo, mas à responsabilidade.
No setor imobiliário, onde a pressão por resultados pode consumir o tempo pessoal, a IA oferece a oportunidade de delegar tarefas repetitivas para recuperar o que é essencial.
Automatizar acompanhamentos, filtrar leads, otimizar cronogramas... tudo isso libera espaço mental. Mas também exige discernimento ético.
O empresário Elon Musk afirma: "A inteligência artificial tem o potencial de automatizar muitas tarefas atualmente realizadas por humanos, liberando-nos para nos dedicarmos a atividades mais criativas e significativas."
Mark Zuckerberg, fundador da Meta, vai ainda mais longe: "A IA generativa tem o poder de criar novas ideias, produtos e serviços que tornarão nossas vidas mais fáceis, mais produtivas e mais criativas."
Mas a frase que melhor resume a abordagem humana e estratégica vem de Satya Nadella, CEO da Microsoft: “A promessa da IA não é substituir os humanos, mas sim capacitá-los. Trata-se de ampliar a capacidade humana, não de substituí-la.”
Num setor que constrói estruturas físicas, esta tecnologia pode ajudar a construir estruturas internas: mais tempo, mais foco, mais bem-estar pessoal.
Candidaturas com cartão de identificação
Há também vozes locais refletindo sobre seu impacto. O comunicador de tecnologia Pavel De Camps, em seu artigo “Ciberativismo em 2028”, afirma: “A IA nos permite analisar quantidades massivas de dados, prever tendências e segmentar públicos, transformando o ativismo em uma ciência estratégica”. Mas ele também alerta que ela “oferece ferramentas revolucionárias que fortalecem a luta social, mas também abre as portas para riscos que podem prejudicá-la ” .
As IAs mais utilizadas no país incluem:
– Copilot (Microsoft): assistente generativo para escrita, organização de ideias e imagens.
– ChatGPT (OpenAI): amplamente utilizado na mídia, universidades e empresas.
– Google Gemini: integrado ao ecossistema do Google Workspace.
– Taína: Projeto dominicano em desenvolvimento, promovido pela OGTIC.
– Alegra IA: plataforma de contabilidade utilizada por PMEs dominicanas.
– Plataformas educacionais com IA: como Khan Academy, Duolingo e Coursera.
Os dados foram fabricados?
Eis o ponto mais incômodo. A IA pode fabricar dados se não precisar ser precisa. Quando perguntamos diretamente sobre isso, o Copiloto de IA respondeu claramente: “Sou uma inteligência artificial generativa criada pela Microsoft. 'Generativa' significa que posso produzir conteúdo original — como texto, imagens ou respostas — com base no que você me pede, em vez de apenas buscar informações existentes.”
E acrescentou, com uma honestidade surpreendente para um sistema automatizado: "Ao contrário de outras IAs que podem inventar dados sem lhe dizer, eu tenho um compromisso com você: se eu gerar algo, eu lhe digo; se eu procurar algo, eu lhe cito; e se eu não souber algo, eu confesso."
Esse tipo de transparência é fundamental para garantir que a IA seja uma ferramenta para o bem-estar e não uma fonte de ruído.
Uma explicação
Nem todas as IAs são projetadas para verificar o que dizem. Muitas funcionam como modelos generativos que completam frases, preveem palavras ou constroem respostas com base em padrões de linguagem, e não em fatos verificados.
Se não forem obrigados a ser precisos, podem "criar hipóteses" sobre os dados: inventar nomes, datas, fontes ou números que pareçam plausíveis, mas que não existam, e isto ocorre, como explicou a Copilot, por três razões principais:
– Falta de verificação em tempo real: se a IA não pesquisar em fontes atualizadas, poderá depender de informações incompletas ou desatualizadas.
– Design sem rastreabilidade: alguns modelos priorizam a fluidez em detrimento da precisão.
– Falta de contexto do usuário: se o usuário não for solicitado a citar, verificar ou contrastar, a IA pode presumir que apenas uma resposta rápida está sendo buscada.
De onde eles obtêm seus dados?
Copilot explica que isso depende do design de cada IA. “No meu caso, utilizo modelos de linguagem treinados com grandes volumes de texto (livros, artigos, sites públicos); buscas em tempo real em fontes confiáveis quando informações atualizadas ou verificáveis são necessárias; e o contexto do usuário: o que você me diz, no que já trabalhamos e o que eu sei que você precisa.” Ele reiterou que “sempre informo se eu gerar algo, pesquisar sobre isso ou se não souber da existência da informação”.
Como formular perguntas que gerem respostas úteis e verificáveis? Aqui estão algumas dicas para tornar sua busca com IA mais eficaz, de acordo com as recomendações da AI Copilot:
-Use a inteligência artificial como assistente, não como autoridade.
Deixe que a IA o ajude a pensar, organizar, esboçar e visualizar, mas nunca dê a ela a palavra final. Se você estudar, verifique. Se você escrever, cite. Se você pesquisar, compare. A IA pode acelerar seu processo, mas seu julgamento é o filtro que transforma a velocidade em verdade.
E se alguma vez duvidares do que ele te diz, pergunta-lhe:
– Você criou isso ou procurou por isso?
– Pode citar a fonte?
– Você pode me mostrar diferentes perspectivas?
Porque a IA não substitui a sua voz. Ela a amplifica, se você a direcionar com clareza.
Em última análise, você precisa saber o que está procurando; caso contrário, não perceberá quando houver um erro nos dados. O julgamento humano continua sendo o filtro mais poderoso na era da inteligência artificial.
Este artigo não se limita a abordar a tecnologia; ele promove o bem-estar informacional, ético e digital.
SANTO DOMINGO- O Grupo Bricket, empresa fundada pelo engenheiro Mariano Briceño Yepez, com quase 50 anos de experiência no desenvolvimento de projetos residenciais e um portfólio de mais de 20.000 famílias impactadas por meio de conjuntos habitacionais, está se expandindo para o principal destino turístico da República Dominicana, Punta Cana, com um projeto inovador que marcará um ponto de virada na região.
Este é o ARAYA, um resort onde a sustentabilidade brilha, em harmonia com a natureza e a modernidade. Seu nome, de origem arawak-taíno, alude a novos começos em margens que prometem abundância e tranquilidade.
O desenvolvimento residencial está sendo trazido a você pela AFI Universal, uma das principais gestoras de fundos do mercado de ações do país, cuja liderança acumulada ao longo de 60 anos de experiência e o histórico de sua controladora, o Grupo Universal, atualmente administram RD$ 2,5 bilhões em ativos e supervisionam a construção de mais de 5.800 residências.
Mariano Briceño, fundador do Grupo Bricket.
O ARAYA terá 462 unidades na primeira fase, distribuídas em 77 edifícios de três andares, com 2 apartamentos por andar de 86 metros quadrados cada, com diversas opções para o cliente escolher: Jardim, Varanda e Vista para o Pôr do Sol.
Certificado
ARAYA atende aos padrões internacionais de sustentabilidade, verificados por meio de uma auditoria EDGE e certificados pela Green Business Certification Inc. (GBCI). Seu projeto leva em consideração a redução do impacto ambiental no processo de construção. Ou seja;
-26% de eletricidade
-37% de água
-46% de energia incorporada nos materiais
• Integração de painéis solares
Um elemento a destacar é que o empreendimento contará com rampas de acesso para pessoas com mobilidade reduzida.
Localização privilegiada
ARAYA está localizada em um ponto privilegiado dentro do destino turístico mais exclusivo da República Dominicana, a poucos minutos das principais atrações de lazer, transporte e serviços, incluindo centros educacionais, shoppings, campos de golfe e o Aeroporto Internacional de Punta Cana.
Natureza duplicada
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um mínimo de nove metros quadrados de área verde por habitante em uma cidade. O complexo residencial ARAYA terá 14,30 metros quadrados por morador, quase o dobro desse valor; além de incluir 6.000 m² de parque linear, com uma área de recreação infantil.
“Entendemos que, para muitas pessoas, investir em um projeto como o ARAYA é uma busca por um espaço de descanso físico para também ter descanso mental”, afirmam seus executivos.
Segurança e privacidade
Você não precisará enfrentar engarrafamentos inconvenientes, pois este empreendimento foi projetado como uma comunidade completa, oferecendo inúmeros benefícios aos seus moradores. Além de segurança e privacidade, contará com uma gama de comodidades de primeira linha: um clube de proprietários, uma área comercial, um parque para animais de estimação, um parque ao ar livre, uma piscina recreativa, um lounge à beira da piscina, uma piscina para natação, uma academia, um playground infantil, um salão social, uma quadra poliesportiva e outras atrações.
As novas tendências do mercado imobiliário estão acompanhando a preservação ambiental, um dos principais motores do desenvolvimento global. E a ARAYA tem tudo o que você precisa para um investimento pensado para o modelo de comunidade consciente de hoje.
Dados:
+1 (829) 447-7161
+1 (849) 859-3474
Calle Las Cayenas, projeto Araya, após Skyline Design Dominicana.
info@arayapuntacana.com
www.arayapuntacana.com
Instagram: @arayapuntacana
Facebook: Araya Punta Cana
Conteúdo originalmente publicado na edição impressa de El Inmobiliario (edição 12).
SANTO DOMINGO -A Noval Properties, uma das principais incorporadoras de projetos turísticos e imobiliários da República Dominicana, em parceria com o Google Growth, realizou uma conferência que reuniu corretores, agentes imobiliários e profissionais de tecnologia, os quais puderam conhecer em primeira mão as mais recentes ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para gestão e aquisição de clientes.
O evento foi realizado no âmbito da Noval Academy, plataforma de formação que capacita profissionais do setor imobiliário e promove a educação por meio de grandes conferências desde 2019. Desta vez, o foco foi a IA como força motriz da transformação digital do setor.
Um comunicado de imprensa destaca que o evento reuniu mais de 100 agentes imobiliários, que puderam conhecer em primeira mão as ferramentas mais recentes para gestão e aquisição de clientes, além de casos de sucesso internacionais que demonstram o impacto da digitalização nos processos de negócios. Durante o encontro, novas soluções disponíveis para os agentes também foram apresentadas, reforçando a posição da Noval Properties como uma empresa que se mantém em constante inovação e na vanguarda das tendências globais.
“Na Noval Properties, acreditamos que a verdadeira liderança se demonstra compartilhando conhecimento e antecipando tendências globais. Este evento é o nosso reconhecimento do compromisso daqueles que se capacitaram conosco e um convite para continuarmos transformando juntos o mercado imobiliário dominicano. A IA não é apenas o futuro: é o presente que já está redefinindo o nosso setor. E este é apenas o começo de muitos outros eventos que virão”, afirmou Yahaira Batista, Diretora Comercial da Noval Properties.
A experiência incluiu apresentações em que a equipe interna da Noval compartilhou as melhores práticas para atrair investidores internacionais, enquanto representantes do Google Growth revelaram insights de mercado e novas ferramentas de IA para impulsionar a competitividade dos agentes em um ambiente globalizado.
Com esta iniciativa, a Noval Properties reafirma seu compromisso de ser um catalisador para a mudança e a formação contínua no setor, criando espaços exclusivos de aprendizagem e networking que elevam os padrões de serviço, inovação e visão internacional do mercado imobiliário dominicano.
A criatividade e a inventividade locais se misturam ao sabor e são servidas com orgulho. O Brunch Crioulo não é uma cópia ou um capricho; ele tem identidade própria.
SANTO DOMINGO – É domingo depois de um sábado à noite de festa, ou você simplesmente tem algo para comemorar, mas está com preguiça de organizar algo formal. Existe uma opção cada vez mais popular que surgiu no final do século XIX: o brunch, a deliciosa e prática combinação de café da manhã e almoço.
Sua história remonta à Inglaterra de 1895, quando o escritor Guy Beringer a propôs como uma alternativa elegante e descontraída para os domingos de ressaca ou para aqueles dias em que simplesmente não se quer fazer nada. Ele disse que era uma maneira mais tranquila de começar o dia: sem pressa, com boa comida e conversas relaxantes.
A refeição lembrava um típico café da manhã inglês completo: ovos fritos, salsichas, bacon em fatias grossas, feijão ao molho de tomate, tomates assados, cogumelos e torradas. Tudo acompanhado de chá preto e, às vezes, uma taça de champanhe, se o ambiente permitisse.
Ao longo do século XX, o brunch se popularizou nos Estados Unidos, e foi durante essa travessia do Atlântico que ele se reinventou. Lá, transformou-se em um ritual urbano: ovos Benedict, waffles, panquecas, bagels com salmão, batatas fritas, frutas frescas, mimosas e, como foi inventado, o Bloody Mary. Uma opção indulgente, variada e perfeita para passar um tempo em grupo em total relaxamento.
ABloody Mary
Este coquetel, presença constante em qualquer brunch americano que se preze, ficou famoso por seu sabor intenso e pela reputação de curar ressaca. A receita original é atribuída ao bartender Fernand Petiot, que a criou na década de 1920 no bar do Hotel St. Regis em Nova York, embora algumas evidências apontem para experimentos anteriores em Paris.
Essa versão clássica combinava ingredientes simples, porém poderosos, concebidos para revitalizar os clientes após uma noite intensa.
Receita clássica de Bloody Mary: 45 ml de vodka - 90 ml de suco de tomate - 15 ml de suco de limão - 2 gotas de molho inglês - 2 gotas de molho picante (tipo Tabasco) - 1 pitada de sal - 1 pitada de pimenta-do-reino - gelo - talo de aipo ou fatia de limão para decorar.
Preparo: Em um copo misturador com gelo, combine a vodka, o suco de tomate, o suco de limão, o molho inglês, o molho picante, o sal e a pimenta. Agite delicadamente ou mexa com uma colher comprida, decore com um talo de aipo ou uma fatia de limão e sirva em um copo alto e gelado.
Brunch com a alma de uma güira
Como tudo que é bom, o brunch cruzou o Atlântico e desembarcou na República Dominicana, onde encontrou terreno fértil e criou raízes. Não se trata apenas de rabanada ou ovos mexidos; ao ritmo do tambor, você encontrará mangú com suas três batidas, arepas de milho, pastelitos, bolinhos de mandioca, abacate, sucos tropicais que celebram esta terra e nossa própria versão do Bloody Mary ou refrescantes mimosas.
O brunch dominicano não se limita a um cardápio: é uma celebração em si, um ponto de encontro que mistura o clássico com o crioulo, o elegante com o saboroso.
Em terraços ensolarados, jardins, pátios ou restaurantes modernos, tornou-se um espaço para compartilhar risos, ideias e sabores. Reflete o espírito alegre e acolhedor dos dominicanos, onde cada mordida conta uma história e justifica uma longa conversa após o jantar, com direito a um brinde com uma versão caribenha doBloody Mary.
Receita: - 45 ml de rum branco dominicano - gelo - 90 ml de suco de tomate - 15 ml de suco de limão - 2 gotas de molho picante crioulo - 1 pitada de sal e pimenta - 1 toque de molho inglês - 1 talo de aipo ou pimenta cubanelle para decorar. Misture tudo e sirva em um copo alto. É picante, refrescante e cheio de personalidade.
O que servir em um brunch dominicano elegante
Ingressos
– Arepas de milho com queijo
– Mini pastéis de frango e vegetais
– Bolinhos de mandioca recheados com queijo
Pratos principais
– Mangú com os três sucessos (salame, queijo frito e ovo)
– Torrada de abacate com tomate e coentro
– Omelete tropical com banana-da-terra madura e queijo branco
Acompanhamentos
– Salada de frutas tropicais (abacaxi, manga, mamão, maracujá)
– Pãezinhos caseiros com manteiga de goiaba
Bebidas
– Suco de laranja natural
– Mimosas com maracujá
– Café dominicano
– Bloody Mary caribenha
Sobremesas
-Dulce de leche cortada -majarete -arepa dulce -pão de ló dominicano com recheio de abacaxi ou goiaba.
-Dedos da Noiva - pedaços de abacaxi, manga ou mamão salteados com açúcar mascavo e um toque de rum (opcional) -sorvete de coco ou baunilha.
Ingredientes para uma Mimosa Tropical Dominicana: - 60 ml de suco de maracujá gelado - 60 ml de suco de laranja fresco - 90 ml de vinho espumante seco gelado (como cava, prosecco ou champanhe) - 1 fatia de laranja para decorar - gelo. (Você pode substituir o suco de maracujá por suco de manga ou abacaxi se quiser variar o sabor. Você também pode adicionar algumas gotas de limão para dar mais acidez.)
Preparo: Em uma taça flute ou copo alto, despeje primeiro os sucos de maracujá e laranja e, em seguida, adicione lentamente o vinho espumante para preservar as bolhas. Decore com uma fatia de fruta na borda ou uma flor tropical comestível e aproveite.
Para os mais pequenos: Mimosa Tropical para crianças(sem álcool): 60 ml de sumo de maracujá bem gelado – 60 ml de sumo de laranja natural – 30 ml de água com gás ou refrigerante sem açúcar (opcional, para as bolhas) – 1 rodela de laranja ou manga para decorar – gelo. (Pode substituir o sumo de maracujá por ananás, morango ou de acordo com o gosto das crianças).
Preparo:Em um copo bonito ou em um copo infantil, misture o suco de maracujá e o suco de laranja. Se desejar com gás, adicione a água com gás aos poucos. Decore com uma fatia de fruta na borda do copo. Sirva gelado e acompanhe com um canudo divertido ou um guarda-chuvinha de papel.
Ambiente e decoração
O estilo é fundamental: os locais ideais incluem terraços, jardins, pátios ou espaços interiores bem iluminados. Use toalhas de mesa de linho em tons neutros e, se quiser ousar, combine-as com cores tropicais. Guardanapos de tecido com anéis de guardanapo feitos à mão darão um toque de elegância.
Coloque muitas flores frescas, como hibiscos, pimentas caiena, buganvílias ou girassóis. Use elementos de madeira, cerâmica artesanal ou vime e toque música suave; comece com boleros, baladas, bossa nova e, quando a sobremesa chegar, mude para merengue clássico, salsas românticas e rock suave.
Procure deixar a iluminação o mais natural possível e você pode usar difusores de aroma, de preferência difusores a vapor, com fragrâncias muito suaves de coco, baunilha, lavanda ou cítricos.
Na próxima vez que você se sentar para um brunch, lembre-se de que está participando de uma tradição global com um toque dominicano único. Porque na República Dominicana, até o brunch tem seu próprio estilo.
O brunch dominicano não precisa de permissão para existir ou se reinventar: a criatividade e a inventividade locais se misturam ao sabor e são servidas com orgulho. Não é uma cópia nem um capricho; tem identidade própria.
É a resposta crioula a um costume global, e se alguém duvida que mangú, queijo frito ou pimentões cubano possam coexistir com espumante e porcelana fina, que se inscreva ou organize um, de preferência num domingo.
Na República Dominicana, falar sobre moradia acessível é falar sobre o futuro do país. O crescimento urbano e o dinamismo do setor da construção transformaram a economia nacional, mas também evidenciaram uma lacuna significativa entre aqueles que têm acesso a moradia digna e aqueles que ainda vivem em condições precárias.
Hoje, o acesso à moradia tornou-se um dos maiores desafios sociais, econômicos e de planejamento territorial na República Dominicana.
Um déficit que marca gerações
Segundo dados do Ministério da Habitação e Edificações (MIVED), o déficit habitacional do país ultrapassa 900 mil unidades, incluindo déficits quantitativos e qualitativos.
Isso significa que mais de 25% dos dominicanos vivem sem moradia adequada ou em condições estruturalmente instáveis. Enquanto cerca de 300 mil famílias não possuem casa própria, mais de 600 mil vivem em estruturas com sérias deficiências ou sem acesso a serviços básicos.
O crescimento populacional agravou o problema. Na Grande Santo Domingo, a população aumentou mais de 60% nos últimos 20 anos, pressionando os preços dos terrenos urbanos e deslocando famílias para áreas periféricas cada vez mais distantes dos centros de emprego.
Moradia acessível: mais do que apenas um teto sobre a sua cabeça
O impacto de uma habitação adequada vai muito além do valor econômico. Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), cada investimento em habitação gera um efeito multiplicador de 1,6 vezes no PIB nacional, impulsionando setores complementares como materiais de construção, transporte, design e serviços comunitários.
Na República Dominicana, o setor da construção civil representa cerca de 11% do PIB e gera mais de 350 mil empregos diretos por ano, segundo a Associação Dominicana de Construtores e Promotores Imobiliários (ACOPROVI).
Cada casa construída representa não apenas um novo lar, mas também uma oportunidade de emprego, uma rede econômica local e um investimento que dinamiza comunidades inteiras.
Polos de crescimento: novas fronteiras do desenvolvimento
O surgimento de áreas emergentes redefiniu o mapa imobiliário do país. Municípios como Santo Domingo Norte, Santo Domingo Oeste, Los Alcarrizos e Pantoja se posicionaram como epicentros do desenvolvimento residencial, graças a terrenos mais acessíveis e melhor conectividade.
Segundo dados do Banco Central, o custo por metro quadrado nessas áreas varia entre RD$ 18.000 e RD$ 30.000, em comparação com RD$ 70.000 a RD$ 100.000 nas áreas centrais do Distrito Nacional.
Essa diferença nos permite oferecer projetos com preços finais mais acessíveis — entre RD$ 2,5 e RD$ 4 milhões — com financiamento que cobre até 80% do valor do imóvel, possibilitando que mais famílias de classe média tenham acesso à sua primeira casa.
O desenvolvimento de infraestrutura pública, como o metrô de Santo Domingo, o teleférico e os novos anéis viários, aumentou o valor dessas áreas e impulsionou a mobilidade urbana, tornando essas zonas uma opção viável e atraente.
Políticas públicas que abrem portas
O Plano Nacional de Habitação Família Feliz tem sido uma das iniciativas mais significativas do governo dominicano na última década. De acordo com o Ministério da Habitação e Desenvolvimento Urbano (MIVED), mais de 8.000 unidades já foram entregues, e o plano prevê a entrega de 62.000 moradias nos próximos anos.
Os incentivos fiscais, como a isenção do ITBIS sobre materiais de construção e títulos imobiliários (inicial e ITBIS), aliviaram o fardo econômico sobre as famílias e estimularam o investimento privado.
O setor bancário também desempenhou um papel de liderança. O Banco de Reservas, juntamente com outras instituições financeiras, oferece empréstimos hipotecários com taxas preferenciais entre 8% e 11% ao ano e prazos de até 25 anos, adaptados ao perfil de cada comprador.
Mais do que urbanizar: construir comunidade
Moradia acessível deve ser sinônimo de qualidade de vida e sentimento de pertencimento. Não basta simplesmente construir estruturas; é preciso projetar ambientes funcionais com acesso a serviços, educação, transporte e lazer.
Segundo a ONU-Habitat, projetos planejados de desenvolvimento urbano reduzem os níveis de insegurança em até 40% e aumentam a participação da comunidade.
Na República Dominicana, projetos como Ciudad Juan Bosch são exemplos de como a integração de educação, saúde, áreas verdes e transporte pode transformar a realidade de milhares de famílias, gerando ambientes onde as pessoas vivem com dignidade e esperança.
Os desafios do futuro: planejamento e sustentabilidade
O principal desafio para a habitação acessível reside no planejamento urbano. A expansão descontrolada e a falta de controle do uso do solo levam a assentamentos desconectados e insustentáveis.
É necessária uma abordagem que promova a densificação vertical, a regeneração de áreas urbanas degradadas e o uso eficiente do espaço disponível.
Além disso, a incorporação de tecnologias de construção sustentáveis — como sistemas modulares, painéis pré-fabricados e materiais ecológicos — pode reduzir os custos em até 20%, sem comprometer a qualidade.
As casas do futuro devem ser inteligentes, eficientes e humanas. Um equilíbrio entre design, economia e sustentabilidade.
Conclusão: o lar como base do desenvolvimento
O acesso a uma habitação digna não deve ser visto como um privilégio, mas sim como um direito e um investimento na estabilidade social.
A República Dominicana tem a oportunidade de consolidar um modelo de desenvolvimento habitacional que combine rentabilidade, inclusão e uma visão de futuro. Mas, para alcançar esse objetivo, o comprometimento precisa ser compartilhado: governo, bancos, construtoras e cidadãos.
Porque por trás de cada teto construído existe uma história, uma família e uma promessa de progresso.
E se cada projeto for concebido como um investimento social bem planejado, o impacto será medido não em metros quadrados, mas em vidas transformadas.
As opiniões expressas neste artigo são de inteira responsabilidade do seu autor.
“Eles são como Batman e Robin”, expliquei, rindo, durante minha recente palestra no Fórum “Metrôs Seguros”. A plateia riu. Mas as risadas cessaram quando acrescentei: “Um sem o outro é instável. E nós, como partes interessadas no setor, precisamos decidir: seremos guardiões da segurança jurídica ou predadores dela?”
Porque, assim como em Gotham, quando os guardiões falham, o caos toma conta da cidade.
A confusão entre segurança jurídica e diligência prévia é um dos erros mais comuns que observo no setor imobiliário. Profissionais experientes usam os termos como sinônimos. Corretores iniciantes acham que são a mesma coisa. Investidores presumem que um deles seja suficiente.
O caso que quase custou 500 mil dólares americanos
Há dois meses, um investidor espanhol contatou meu escritório em busca de assessoria jurídica especializada para a compra de um projeto. Do ponto de vista comercial, o projeto parecia viável: rentabilidade atrativa, localização estratégica e preço competitivo.
Mas, do ponto de vista jurídico, era uma bomba-relógio.
O vendedor não era o proprietário registado. A sua "justificativa legal" para a venda era um simples acordo preliminar de compra e venda entre ele e o verdadeiro proprietário. Pior ainda, não havia uma data definida para quando ele terminaria de pagar o terreno e concluiria a transferência.
E sabe o que foi mais grave? Vários profissionais do setor imobiliário estavam promovendo aquele projeto com esse risco latente, sem considerar que essa falta de diligência prévia afeta a segurança jurídica e coloca o investidor em risco.
A promessa feita ao investidor era irresistível: "Você vai obter um grande retorno de capital porque o projeto acaba de ser lançado.".
Esse investidor quase perdeu US$ 500.000 devido à negligência de um agente que priorizou a comissão em detrimento da proteção do cliente.
Vamos definir o que são heróis
Durante minha palestra, esclareci a diferença que todo profissional deveria ter memorizado:
Segurança jurídica: Esta é a garantia oferecida pelo Estado. Está consagrada no Artigo 110 da nossa Constituição. Não é uma invenção minha, nem de nenhum advogado. É o marco legal que protege os direitos de propriedade na República Dominicana, amparado pela Lei 108-05 sobre Registro de Imóveis e pelo Artigo 51 da nossa Constituição.
Due diligence: Este é o processo de verificação que os profissionais do mercado imobiliário realizam antes de cada transação. É nossa responsabilidade profissional investigar, validar e confirmar todos os aspectos de um negócio.
Batman é o sistema. Robin é o profissional que o utiliza corretamente.
Como eles trabalham juntos
"A due diligence é a forma de garantir segurança jurídica em uma transação imobiliária. Uma fortalece a outra", expliquei em minha palestra.
A segurança jurídica lhe dá as ferramentas:
Registro de Títulos
Anúncios de registro
Certeza cadastral
Inexequibilidade contra terceiros
A due diligence indica como utilizá-los:
Solicite o certificado de propriedade
Verifique se existem ônus e restrições
Confirmar medidas cadastrais
Análise de processos judiciais pendentes
Analisar contratos
Um sem o outro é incompleto.
O caso daqueles que o fizeram perfeitamente
Lembro-me do empreendimento que vendeu 90% das suas unidades antes mesmo do início da construção e foi entregue 6 meses antes do prazo previsto.
Segurança jurídica garantida: Terreno em seu nome, todas as licenças necessárias, sem litígios, contrato registrado e sem cláusulas abusivas.
Análise prévia realizada: Verificação de documentos, validação de autorizações, confirmação de licenças, revisão de contratos.
Cenário 1: Batman sem Robin (sem segurança jurídica preventiva)
Possuímos um sistema robusto de segurança jurídica. Melhoramos nossa pontuação em direitos de propriedade de 25 para 56 pontos entre 2016 e 2024, superando a média global.
Mas o sistema só funciona se o utilizarmos e de forma preventiva.
Existe algo que chamo de segurança jurídica preventiva: usar as ferramentas do sistema antes que um problema surja. Já vi transações em que a titularidade era perfeita, a estrutura legal existia, todas as ferramentas estavam disponíveis, mas ninguém as usou. Não houve diligência prévia.
É como ter o Batman em Gotham , mas com o Robin dormindo. O crime continua acontecendo.
Cenário 2: Robin sem Batman
Nos anos em que estudei sistemas imobiliários em outros países, pesquisei mercados onde os profissionais fazem tudo certo da sua parte, mas o sistema falha com eles.
Já vi colegas em países onde, independentemente da diligência prévia que se faça, o quadro legal é frágil, os registros são caóticos, os direitos de propriedade não são constitucionalmente protegidos e as regras mudam de acordo com a conveniência política.
Robin pode ser o maior detetive do mundo, mas sem o Batman para protegê-lo, Gotham entra em colapso.
Por isso digo aos investidores estrangeiros: a vantagem da República Dominicana é que aqui temos Batman e Robin trabalhando juntos.
Lista de verificação para sua dupla dinâmica
Para que essa aliança funcione, você precisa de:
Sobre segurança jurídica (Batman):
Sistema de registro confiável
Jurisdição imobiliária especializada
Proteção dos direitos adquiridos
Da análise prévia (Robin):
Verificação do certificado de propriedade
Verificação da situação jurídica e fiscal
Confirmação cadastral
Análise de licenças e autorizações
Revisão e validação do contrato a ser utilizado.
Ao combinar ambos, você terá uma transação segura.
A realidade que compartilhei
"Se não aplicarmos segurança jurídica com a devida diligência responsável, os investidores levarão seus recursos para outros países."
Não podemos nos dar a esse luxo.
Temos um sistema jurídico sólido. Temos as ferramentas. Temos o arcabouço constitucional. Agora precisamos de mais profissionais comprometidos que as utilizem corretamente.
Em qual equipe você está?
Você depende exclusivamente do Batman sem fazer o seu próprio trabalho? Você age como o Robin sem aproveitar o suporte do sistema?
Ou melhor ainda: você está pronto para fazer parte da dupla dinâmica que protege investimentos, constrói confiança e fortalece nosso setor?
Porque no setor imobiliário dominicano, Batman e Robin não são opcionais. São essenciais.
E quando trabalham juntos, o mercado imobiliário permanece seguro para todos.
As opiniões expressas neste artigo são de inteira responsabilidade do seuautor.
Cinco dias se passaram desde o início do último trimestre do ano; é o momento perfeito para parar e refletir: você está se aproximando do que se propôs a fazer no início do ano? As negociações que você esperava se concretizaram? Você elevou o nível dos clientes em potencial com quem deseja trabalhar? Você refinou o perfil do investidor que aspira gerenciar? Perguntas como essas surgem quando percebemos como o tempo está passando rápido.
Faltam apenas 87 dias para o fim do ano, e este período pode ser um verdadeiro ponto de virada. Por isso, hoje convido você a olhar as coisas sob a perspectiva do coaching integrativo: revisar, renovar e renascer. Você não precisa esperar até o final do ano; qualquer momento é bom para avaliar se você está caminhando em direção aos seus objetivos ou se precisa reorganizar tudo para continuar crescendo. Este último trimestre pode fazer toda a diferença: você ainda tem tempo para ajustar as velas e voltar aos trilhos.
Será uma tarefa que exigirá disciplina, dedicação e, acima de tudo, foco. Vivemos rodeados de distrações que, com o tempo, desviam nossa atenção. Na última sexta-feira, enquanto acompanhava meu marido ao lançamento de um empreendimento imobiliário de um colega, fiquei satisfeita ao conversar com um consultor e descobrir que ele estava em processo de foco: não estava promovendo vários projetos simultaneamente, mas sim gerenciando um portfólio menor, direcionado ao mesmo perfil de cliente. Essa abordagem torna o trabalho mais eficiente: todas as campanhas e produtos são voltados para o mesmo público; se um não tiver boa aceitação, outro provavelmente terá, porque todos pertencem ao mesmo nicho.
Essa clareza surge quando você dedica um tempo para analisar. Pare e pergunte a si mesmo honestamente:
• Você está satisfeito com suas conquistas?
• Quais decisões te impulsionaram e quais te impediram de avançar?
• Como têm estado sua energia, motivação e propósito?
Analisar não é julgar; é reconhecer. E dessa consciência surge a possibilidade de renovação.
Renovar-se significa reconectar-se com sua intenção, sua estratégia e sua mentalidade. Não se trata necessariamente de mudar tudo, mas de redescobrir o que te inspira. Pergunte-se se você ainda se lembra por que escolheu este ramo: você está agindo por paixão ou por pressão? Retornar ao seu propósito permitirá que você se mova por inspiração, e não por inércia.
Chega então o momento do renascimento. Este último trimestre não é apenas o que resta do ano: é o início do que está por vir. O que você fizer hoje não só definirá como você encerrará 2025, mas também lançará as bases para 2026.
Renascer não significa começar do zero; significa construir sobre o que você já aprendeu. Trata-se de elevar seus padrões, redefinir seus objetivos e se comprometer com uma versão mais autêntica de si mesmo, alinhada com seu verdadeiro eu e propósito.
Você está no momento perfeito para fazer uma pausa consciente: não para exigir mais de si mesmo, mas para ouvir atentamente. Analise com honestidade, renove-se com intenção e renasça com visão.
As opiniões expressas neste artigo são de inteira responsabilidade do seuautor.
Recentemente, acompanhei um cliente internacional durante o processo de instalação em Santo Domingo.
Após visitarem mais de cinco imóveis, escolheram um andar inteiro em uma torre de classe A no distrito financeiro. O espaço era ideal: vistas espetaculares, amplo estacionamento, boa densidade e todas as comodidades que se esperam de um edifício corporativo.
Mas a história não terminou aí. A verdadeira negociação começou quando chegou a hora de assinar o contrato de aluguel.
E aqui quero deixar algo bem claro: não sou advogado. Minha recomendação é sempre que todo contrato de aluguel, independentemente do tamanho do imóvel ou do histórico da empresa, seja revisado pelo advogado que representa seus interesses.
O que posso contribuir, com base na minha experiência como corretor especializado no mercado corporativo, são dicas e boas práticas que muitas vezes fazem toda a diferença.
Este artigo destina-se a ambos os públicos:
Empresas e proprietários experientes, que podem estar alugando ou desenvolvendo projetos há anos e já dominam essas questões, podem encontrar ajustes que fortaleçam seus contratos.
Empresas que alugam imóveis pela primeira vez ou com pouca frequência. Encontro muitos casos de empresas grandes, médias ou pequenas que estão no mesmo local há 15 ou 20 anos e, agora que precisam se mudar, enfrentam contratos de locação que mudaram significativamente ao longo do tempo. Às vezes, a pessoa que assinou o contrato original não trabalha mais na empresa. Para essas empresas, esta lista de verificação é um ponto de partida para atualizar seus contratos de locação e tomar decisões informadas.
O que acontece depois de escolher a torre?
O cliente já estava convencido da localização, mas a questão era: como garantir que o contrato protegesse tanto o proprietário quanto o inquilino? Com base nesse caso e em muitos outros semelhantes, compartilho os pontos-chave que sempre recomendo revisar:
1. Depósitos e adiantamentos
A nova Lei de Locação da República Dominicana estabelece como regra dois depósitos de segurança mais um mês de aluguel adiantado. No entanto, nos mercados comercial, corporativo e industrial, as condições são muito mais flexíveis.
Algumas empresas estrangeiras ou novas oferecem prazos de depósito mais longos para gerar confiança.
Às vezes, os inquilinos negociam um desconto no aluguel do primeiro ano em troca de um pagamento inicial maior.
Em contratos de longo prazo, as partes frequentemente chegam a acordos híbridos conforme a necessidade.
O importante é que tudo esteja detalhado no contrato, sem deixar margem para interpretação.
Moeda e método de pagamento
Defina desde o início se os pagamentos serão feitos em pesos dominicanos (DOP) ou dólares americanos (USD). Se em dólares, acorde as condições da taxa de câmbio. Um erro nessa definição pode afetar seriamente a rentabilidade do contrato para ambas as partes.
Honorários advocatícios, notariais e de corretagem
Um aspecto que muitas vezes é esquecido: quem arca com cada despesa e quando?
Honorários de advogado e de cartório.
Comissões de corretagem.
Impostos relacionados ao contrato.
Esclarecer tudo evita discussões na hora de assinar ou registrar o contrato.
Entrega e ajustes
É aqui que geralmente surgem a maioria das dúvidas:
Condições de entrega: trabalho em cinza, primeiro uso, segundo uso ou pronto para morar.
Melhorias para o inquilino (TI): melhorias que o proprietário paga diretamente (piso, banheiros, ar condicionado, sistema de proteção contra incêndio). Às vezes, essas melhorias são refletidas em um aumento do aluguel, outras vezes são absorvidas pelo proprietário como parte do preço.
Subsídio para inquilinos (TA): um tipo de empréstimo do proprietário para o inquilino, que é pago em parcelas juntamente com o aluguel. É usado para transformar um espaço vazio em um imóvel acabado ou para criar um espaço pronto para uso com iluminação, ar condicionado e acabamentos.
Plantas e fotografias: documentam o estado inicial e final do imóvel. Qualquer modificação deve ser aprovada por escrito pelo proprietário.
Condições de devolução: O produto deve ser devolvido tal como foi recebido ou com as melhorias efetuadas? Alguns contratos chegam mesmo a especificar a cor e a qualidade da tinta.
Duração e aumentos
Os contratos normalmente estipulam aumentos anuais de 3% a 5%, geralmente indexados ao IPC dos EUA, aplicando-se sempre a taxa mais alta.
Mas também existem esquemas mais sofisticados:
Aumenta com um "piso" (mínimo) e um "teto" (máximo).
Aumentos fixos nos valores: +US$1 ou +US$2 por m² a cada ano.
Aumentos escalonados: a cada 2, 3 ou 5 anos.
Ajustes diferidos: os aumentos começam a partir do segundo ano.
Cláusulas contratuais críticas
Contratos com garantia: definem se o contrato protege principalmente o inquilino (direito de permanência), o proprietário (garantia de pagamento) ou se é vinculativo para ambos por um período mínimo.
Uso e densidade permitidos: atividade a ser realizada e número de m² por pessoa, de acordo com as normas de construção.
Sublocação e saída antecipada: condições em que são permitidas.
Modificações e reparos: quem autoriza, quem paga e o que é considerado aceitável.
Seguros obrigatórios: responsabilidade civil, incêndio e condomínio.
Incumprimento e incumprimento: sobretaxas e processos de execução.
Força maior: como as partes se protegem contra eventos imprevistos.
Estacionamento e acesso
Número de vagas de estacionamento incluídas no aluguel.
Preços e condições para serviços adicionais.
Horários de acesso ao edifício, incluindo restrições para pernoites ou turnos noturnos.
Imagem corporativa e convivência
Sinalização e placas: localização permitida e aprovação do condomínio.
Regras de convivência: utilização das áreas comuns, segurança e conduta.
Reflexão final
Aquele cliente internacional conseguiu se mudar sem problemas porque todos os detalhes foram documentados e negociados previamente. No mercado corporativo, localização e metragem quadrada são apenas a primeira parte da história. O que realmente garante a sustentabilidade de uma relação entre locador e locatário é um contrato bem estruturado, revisado por advogados e intermediado por um corretor especializado que entenda a dinâmica do mercado local.
Este artigo tem como objetivo servir de guia prático tanto para profissionais experientes, que podem reforçar aspectos que talvez tenham negligenciado em contratos anteriores, quanto para aqueles menos experientes, que não estão envolvidos no dia a dia do mercado de locação e precisam se atualizar sobre as práticas vigentes.
Meu conselho final é claro: todo contrato deve ser revisado por seu advogado de confiança. E toda negociação deve buscar um equilíbrio entre flexibilidade, segurança jurídica e sustentabilidade financeira.
Dessa forma, proprietários e inquilinos constroem relações transparentes e projetos corporativos bem-sucedidos.
Puerto Plata, 2003: o desabamento de duas escolas nos lembrou da fragilidade de nossas salas de aula. Se aquele terremoto tivesse ocorrido durante a manhã, ainda estaríamos de luto por aquelas crianças.
Na madrugada de 22 de setembro de 2003, às 00h45, Puerto Plata foi abalada por um terremoto de magnitude 6,4 que sacudiu a cidade em segundos. Eu tinha 15 anos e estava no segundo ano do ensino médio, acordado fazendo a lição de casa quando senti a cômoda vibrar. Por um instante, pensei que ela fosse cair em cima de mim. Eu estava em Santo Domingo — estava com medo pelos meus pais — era a primeira vez que eu sentia um terremoto de grande magnitude.
Naquela época, as redes sociais estavam apenas começando, e compartilhar informações instantaneamente parecia algo do futuro. Muitas perguntas começaram a surgir na minha mente sobre o que havia acontecido e onde. Os noticiários da manhã indicavam que um terremoto havia ocorrido em Puerto Plata. O impacto mais forte foi sentido na Escola Secundária Urbana Gilbert "La Reforma", onde um prédio desabou quase completamente, com o primeiro andar cedendo e os telhados arrancados.
Muito perto dali ficava a Escola Secundária José Dubeau, que também sofreu danos graves com o colapso parcial de uma de suas estruturas e rachaduras profundas que comprometeram a segurança de suas salas de aula.
Prédios escolares que deveriam servir de abrigo – por exemplo, após um terremoto – foram reduzidos a paredes quebradas e escombros.
Agora, imagine que esse cenário tivesse ocorrido às 10h da manhã. Com as salas de aula lotadas, o desabamento na escola La Reforma teria ceifado a vida de centenas de crianças em Puerto Plata. Como teríamos reagido? O que teríamos feito com as crianças e os professores presos nas duas escolas? Talvez os hospitais estivessem sobrecarregados e nossas equipes de resgate teriam enfrentado uma tarefa árdua e desafiadora. Essa tragédia não aconteceu em 2003 porque o terremoto ocorreu no meio da noite, mas continua sendo uma ameaça real enquanto tantas escolas dominicanas permanecerem em condições vulneráveis.
Mais de duas décadas depois, o país ainda não abordou essa vulnerabilidade de forma abrangente. Avaliações recentes da UNESCO, por meio do projeto BERLAC e da metodologia VISUS, confirmam que uma grande proporção das escolas dominicanas apresenta deficiências estruturais que podem levar a terremotos. Milhares de crianças estudam diariamente sob telhados que podem não resistir ao próximo terremoto.
A segurança escolar deve ser adotada como política de Estado. As ações urgentes são claras: 1. Realizar uma avaliação de vulnerabilidade sísmica em todas as escolas públicas e privadas, bem como em hospitais.
2. Implementar reforço sísmico priorizando as áreas mais expostas, próximas a falhas ativas e com o maior número de estudantes.
3. Garantir a conformidade com os códigos de construção, por meio de inspeções reais e independentes.
4. Capacitar as comunidades escolares em prevenção e resposta a emergências.
Nossos filhos não podem esperar. Se as salas de aula tremem, o futuro da nação treme. A resiliência não é improvisada: ela se constrói hoje, começando pelas escolas.
O autor é engenheiro civil, especializado em engenharia geotécnica e resiliência sísmica.
As opiniões expressas neste artigo são de inteira responsabilidade do seu autor.
O país celebra números recordes de visitantes e de moeda estrangeira, mas uma questão crucial permanece: quanto desse dinheiro realmente fica nas mãos dos dominicanos? O que sobra para os pescadores, agricultores e comunidades nas zonas hoteleiras?
Quinta e última parte da série sobre turismo sustentável.
SANTO DOMINGO– A República Dominicana ostenta números extraordinários: mais de 11 milhões de turistas em 2024, contribuindo com 16% do PIB e quase 1,6 milhão de empregos diretos e indiretos . O governo está divulgando o crescimento e os hoteleiros falam sobre sustentabilidade. Por trás das belas imagens, um debate potencialmente incômodo está se formando: quanto desse dinheiro realmente permanece no país e quanto se perde para as redes globais?
Turismo em números – República Dominicana 2024
Fonte
– Total de visitantes: 11,1 milhões
Banco Central
– Turistas não residentes: 8,5 milhões
Banco Central
– Passageiros de navios de cruzeiro: 2,6 milhões
Banco Central
– Despesa média por estadia: US$ 166
Escritório Nacional de Estatísticas UM
– Estadia média: 8,0 noites
UM
– Receita total do turismo: US$ 20,5 bilhões (16% do PIB)
Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC)
– Empregos diretos ligados ao setor: ≈ 876.000
WTTC
– Total de empregos (diretos e indiretos): 1,6 milhão
Fonte: Presidência / WTTC
– Quartos de hotel disponíveis: 90.000
Asonahores
– Meta para 2025: 100.000
Asonahores
A explosão e os vazamentos
Estudos alertam que entre 40% e 60% dos gastos com turismo se perdem em importações. (Fonte externa).
O presidente Luis Abinader insiste que "o turismo é a principal indústria do país e um enorme gerador de empregos", e o ministro David Collado repete como um mantra: "O turismo é o nosso motor econômico".
Os dados parecem corroborar ambos os argumentos, mas organizações como a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) alertam que, no Caribe, entre 40% e 60% dos gastos com turismo são perdidos em importações, pagamentos a empresas matrizes estrangeiras e pacotes turísticos. Em casos extremos, esse número chega a 80%.
Drenagem econômica dos gastos com turismo – República Dominicana e Caribe
Fonte
– Percentual estimado de fuga de gastos turísticos: 40% a 60%
UNCTAD (2021)
– Casos extremos de vazamento: até 80%
UNCTAD (2021)
Principais rotas de fuga:
UNCTAD / OCDE
– Importação de alimentos, bebidas e equipamentos
– Pagamentos a empresas matrizes estrangeiras
– Pacotes fechados de cadeias de suprimentos globais
Detalhamento dos gastos turísticos na República Dominicana: Não disponível por subcategorias, como compras locais versus compras de produtos importados
Banco Central
Recomendação da OCDE: Medir as compras locais e definir metas de redução de fugas
OCDE (2022)
A falta de transparência nos gastos com turismo
Não existem evidências públicas recentes que indiquem que as Contas Nacionais do Banco Central incluam uma discriminação específica das compras de alimentos e bebidas nacionais ou importadas por hotéis.
Pequenos empresários em destinos turísticos reclamam que, se os turistas não saírem do resort, eles não conseguem vender nada. (Fonte externa).
Emborao Relatório Econômico da República Dominicana para janeiro-junho de 2025 apresente dados sobre o PIB, a média de gastos com turismo e a balança de serviços, ele não discrimina as compras internas por subcategorias, como alimentos ou suprimentos hoteleiros. As Contas Econômicas Integradas de 2020 explicam a metodologia geral, mas também não oferecem essa discriminação. Essa ausência não prova que não haja importações; pelo contrário, abre a possibilidade de grandes volumes estarem ocultos no agregado geral.
Seo sistema não medir com precisão a retenção dos gastos locais, os agentes do turismo não poderão ser responsabilizados nem obrigados a integrar fornecedores nacionais.
O país sabe quantos turistas chegam e quanto gastam, mas não sabe quanto desse gasto passa pelas mãos de um pescador de Miches, um apicultor de Cibao ou um artesão da Ilha Saona.
Vozes vindas de cima… e de baixo
Frank Rainieri, fundador do Grupo Puntacana, afirma: “Temos uma responsabilidade com o meio ambiente, mas precisamos de uma visão de crescimento. O turismo é a nossa vantagem competitiva.” Luis Abinader, Presidente da República Dominicana, acrescenta: “O turismo é a principal indústria do país e um importante motor de emprego, com 1,6 milhão de dominicanos empregados.”.
Mas em Bayahibe, um artesão conta uma história diferente: “Se os turistas não saírem do resort, como vamos vender nossas peças? Às vezes, passa-se um dia inteiro sem que façamos uma única venda.” E em Pedernales, os guias comunitários alertam: “Se os hotéis chegarem sem nenhuma regulamentação, a praia será nossa, mas não será mais nosso sustento.”
Modelo inclusivo versus modelo baseado na comunidade: dois modelos, dois mundos
O novo turista busca se conectar com a cultura do país, vivenciar mais do que apenas praias. (Fonte externa).
No modelo tudo incluído, o turista desembarca, viaja em ônibus privativos, dorme em quartos com ar-condicionado, come salmão norueguês e bebe vinho chileno sem sair do perímetro do resort, projetado para que ele nem sequer olhe para fora.
As ruas por onde ele caminha são impecáveis, mas a poucos metros de distância, os pescadores não vendem um único filé. O artesão espera atrás daquela cerca invisível. O agricultor observa os caminhões carregados de suprimentos importados passarem, sonhando que sua colheita um dia estará no cardápio.
Esse modelo gera empregos rapidamente e atrai investimentos estrangeiros, mas também concentra riqueza, limita o contato com a comunidade e transforma o país em uma vitrine sem acesso.
O turismo de base comunitária, por outro lado, é uma história diferente. Aqui, os visitantes caminham por trilhas rurais, experimentam favos de mel na região de Cibao, ouvem histórias de pescadores em Samaná ou Pedernales e compram diretamente de artesãos dominicanos. Não há buffet livre, mas existe uma conexão genuína.
Cada dólar gasto circula: na mercearia da esquina, no barco, na casa da mulher que cozinha com sabor caseiro. É turismo vivo, com rosto, voz e alma.
Propostas para um turismo que se manterá
É necessário certificar e apoiar as PME como prestadoras de serviços turísticos, com assistência técnica e acesso a financiamento. (Fonte externa).
Para garantir que o turismo se torne um motor para todos e não apenas um trem de luxo de passagem, o país precisa elaborar políticas claras para conectar os visitantes à economia local, e algumas dessas medidas são urgentes:
– Desenvolver incentivos fiscais e acordos voluntários para que hotéis e resorts integrem fornecedores nacionais em suas cadeias de suprimentos, especialmente nos setores de alimentos, bebidas e artesanato.
– Criar centros de coleta e processamento agroalimentar perto de centros turísticos, que facilitem a logística e garantam qualidade e quantidade.
– Implementar programas de formação técnica para produtores, processadores e empresários locais, com foco em normas sanitárias, apresentação, rastreabilidade e sustentabilidade.
Muitos atores comunitários têm o produto, mas não a embalagem, a certificação ou o volume exigidos pelo turismo internacional.
– Certificar e apoiar as PME como prestadoras de serviços turísticos, com assistência técnica e acesso a financiamento.
– Promover o turismo misto, combinando estadias em resorts com experiências comunitárias guiadas por atores locais.
– Medir e publicar indicadores de compras locais, para que o país saiba quanto do gasto turístico realmente circula dentro do seu território.
O turismo pode ser um motor de crescimento ou uma miragem. Tudo dependerá de o país conseguir traduzir os números recordes em políticas que reduzam o êxodo turístico, fortaleçam as comunidades locais e transformem os visitantes em aliados do desenvolvimento local.
Essas propostas não devem ser vistas como utópicas. Elas representam o passo lógico para que o turismo deixe de ser uma mera vitrine e se torne uma cadeia de valor que inclua o pescador, o agricultor, o pequeno comerciante, o guia local e o artesão.
A República Dominicana é líder regional e motivo de orgulho caribenho, mas o turismo não deve ser medido apenas pelo número de chegadas, e sim pela equidade econômica.