Quase US$ 6 bilhões estão retidos no leste de Cuba devido a atrasos na emissão de licenças pelos Ministérios do Turismo e do Meio Ambiente, alerta o ex-presidente da Acoprovi

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SANTO DOMINGO – Nos principais destinos turísticos da República Dominicana, Punta Cana e Bávaro, empreendimentos imobiliários avaliados em cerca de US$ 6 bilhões ​​devido à lentidão na emissão de alvarás de construção pelos Ministérios do Turismo e do Meio Ambiente.

Este foi o alerta emitido pelo empresário Fermín Acosta, ex-presidente da Associação Dominicana de Construtores e Promotores Imobiliários ( Acoprovi) , que afirmou que “entre 75 e 80% das licenças estão retidas, principalmente no Ministério do Turismo e Meio Ambiente”.

Em entrevista ao programa La Ventana, El Inmobiliario Media , o líder sindical afirmou que "isto se repete em projetos que não conseguiram avançar devido a atrasos institucionais prolongados".

Acosta indicou que esse problema obrigou os sindicatos a apresentarem suas reivindicações diretamente ao Presidente da República , que esta semana solicitou que se identificasse onde os processos estão sendo retidos, a fim de agilizar seu processamento.

Ele afirmou que, embora o Ministério da Habitação demonstre maior eficiência em seus processos, sua gestão é limitada porque os empreendimentos exigem autorizações obrigatórias de outras entidades, sendo o Turismo e o Meio Ambiente as que acumulam mais atrasos .

Projetos ambientais afetados

Acosta comentou que mesmo iniciativas de alta ecológica , como as voltadas para a reciclagem, "têm sofrido longos atrasos no Ministério do Meio Ambiente, apesar de serem projetos que respondem a necessidades ambientais óbvias".

Além disso, ele destacou que outros projetos aguardam autorização do Ministério do Turismo , o que considera especialmente preocupante, dada a importância fundamental do setor turístico para a economia nacional.

arrasto econômico

O empresário destacou que a construção civil é um dos setores com maior impacto na economia, uma vez que sua paralisação afeta bancos, fornecedores, vendedores, empresas e serviços ligados à atividade.

Ele afirmou que, quando a atividade da construção civil diminui, "isso é sentido em todos os setores, da indústria do cimento à mulher que cozinha para os trabalhadores", devido à extensão da cadeia produtiva que depende do setor.

Impacto nas taxas de juros

Fermín Acosta explicou que as altas taxas de juros foram outro fator determinante na queda do setor. "Elas chegaram a 16% e 17%, valores impossíveis de suportar tanto para uma construtora quanto para os compradores de imóveis", observou.

Ele indicou que esses aumentos afetam não apenas os custos diretos de construção, mas também as despesas administrativas e operacionais, que não estão incluídas nos índices oficiais, mas que impactam significativamente o preço final dos imóveis.

Acosta explicou que muitas construtoras tiveram que incluir cláusulas de variação de preços nos contratos, embora isso continue sendo um grande desafio, pois as incorporadoras não têm controle sobre quando os preços aumentam ou por quanto tempo isso afetará um projeto.

“Como os projetos são de médio e longo prazo, qualquer variação na taxa pode impactar os custos durante a execução, gerando incerteza tanto para os construtores quanto para os compradores”, afirmou ele.

Uma crescente escassez de moradias

O ex-presidente de Acoprovi destacou que o país mantém um déficit habitacional de mais de um milhão e meio de casas, o que representa uma necessidade urgente, especialmente para a população mais vulnerável.

“Essa demanda não poderá ser atendida adequadamente se os projetos privados permanecerem paralisados ​​e se as construtoras enfrentarem atrasos prolongados na obtenção de licenças essenciais de instituições como o Turismo e o Meio Ambiente ”, afirmou ele.

Acosta considerou positivo o fato de o presidente Luis Abinader ter se envolvido diretamente na revisão das licenças retidas, pois isso poderia ajudar a identificar onde ocorrem os gargalos e quais funcionários são responsáveis ​​pelos atrasos.

Ele afirmou que as taxas de juros diminuíram recentemente e que isso pode ter um positivo no setor, embora tenha ressaltado que ainda há incertezas sobre a duração desse alívio.

Por fim, Acosta expressou sua esperança de que as medidas promovidas pelo Governo ajudem a desbloquear os processos e permitam que a construção recupere o ritmo, especialmente nas áreas mais afetadas pelo congelamento das licenças.

O mercado imobiliário está encolhendo: 81% dos projetos de construção não estão à venda

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Embora a construção civil esteja crescendo na região metropolitana, a maioria dos edifícios não se destina à venda. O mercado está se voltando para a ocupação própria e o aluguel, colocando em suspenso a promessa de acesso à moradia formal, de acordo com o relatório ROE 2025.

SANTO DOMINGO – Quando 81,1% dos imóveis na Região Metropolitana são destinados à moradia própria ou ao aluguel, e essa proporção se mantém como tendência, o sinal de alerta soa: o mercado imobiliário está em processo de retração.

Essa contração é confirmada pelo ROE 2025-1 , elaborado pelo Instituto Nacional de Estatística ( ONE) , que revela que atualmente 8 em cada 10 obras são destinadas ao uso próprio ou ao aluguel, ou seja: 81,1% dos edifícios na Região Metropolitana não estão orientados para a venda, mas sim para o uso patrimonial.

Na ausência de uma estratégia pública que vincule a oferta privada às necessidades sociais, o crescimento da construção civil pode aprofundar a desigualdade territorial e limitar o acesso a moradias dignas.

O documento cita que essa tendência vem ocorrendo desde 2022 , refletindo um mercado que, cauteloso diante da baixa demanda e da pressão financeira, se afastou do modelo comercial. Apenas 12,7% dos projetos de construção são destinados exclusivamente à venda, o que representa desafios significativos para as políticas habitacionais e o planejamento urbano.

A proporção de projetos para ocupação pelo proprietário permanece estável em comparação com os semestres anteriores, como evidenciado pelo relatório ROE 2024-2, que indicou que a ocupação pelo proprietário representou 80,3% de todos os projetos. Isso sugere uma preferência contínua por construções para uso pessoal ou aluguel , em vez de fins comerciais. Os fatores estruturais, os suspeitos de sempre no mercado imobiliário, incluem a falta de liquidez , o aumento do custo do crédito e a incerteza quanto à capacidade do mercado de absorver novas unidades.

Pressão sobre o modelo de negócios

O Banco Central reportou uma queda de 2,3% no valor adicionado da construção civil durante os primeiros quatro meses de 2025, afetada pelo aumento das taxas de juros e pela redução da demanda por moradias formais. Essa contração impacta mais fortemente os empreendimentos voltados para a venda, que dependem da rápida rotatividade das unidades e da estabilidade financeira dos compradores.

De acordo com o Censo Nacional de População e Habitação de 2022, 61% dos domicílios na Grande Santo Domingo vivem em suas próprias casas, mas apenas 18% adquiriram suas casas por meio do mercado formal, uma lacuna entre propriedade e acesso comercial que pode explicar em parte a baixa proporção de obras destinadas exclusivamente à venda.

Estagnação do mercado

A arquiteta Maribel Villanueva, especialista em planejamento urbano, destaca que “a construção para uso próprio reflete uma estratégia defensiva diante da falta de incentivos ao desenvolvimento comercial. Sem uma política clara de habitação acessível, o mercado permanecerá fragmentado e com baixa capacidade de absorção” (inmobiliario.do, 04/10/2025).

Por sua vez, o economista Rafael Santana alerta que “a elevada proporção de obras para arrendamento pode gerar uma sobreoferta nos segmentos médios, sem resolver o défice habitacional nos setores vulneráveis” (inmobiliario.do, 12/09/2025).

Implicações urbanas e sociais

A concentração de projetos de construção para uso próprio ou para aluguel representa um desafio para o planejamento urbano, pois, na ausência de uma estratégia pública que vincule a oferta privada às necessidades sociais, o crescimento da construção civil pode agravar a desigualdade territorial e limitar o acesso a moradias dignas.

Além disso, a baixa percentagem de obras destinadas exclusivamente à venda, 12,7% segundo o ROE 2025-1, sugere que o mercado formal permanece inacessível a grandes setores da população, reforçando a informalidade e a autoconstrução como mecanismos predominantes.

A construção civil na Região Metropolitana está crescendo em número, mas o modelo que impulsiona o mercado está encolhendo. A predominância de moradias próprias e aluguéis sobre as vendas revela uma estratégia de contenção diante da volatilidade, e enquanto o setor se adapta, a habitação como direito e como ativo comercial continua a enfrentar barreiras estruturais que limitam sua expansão.

2025: Desafios e desaceleração para a construção em SDE, de acordo com a ACOSDE

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SANTO DOMINGO . O presidente da Associação de Construtores da Zona Leste de Santo Domingo ( ACOSDE ), Riubell Montes de Oca, afirmou que 2025 foi “um ano marcado por desafios significativos e um ritmo mais lento para a construção”, devido a fatores econômicos, financeiros e regulatórios que afetaram a execução de projetos no município.

Segundo Montes de Oca, o baixo nível de investimento público em infraestrutura impactou diretamente o setor, já que "o Estado continua sendo um dos principais motores da construção civil no país".

Ele explicou que os investidores e compradores de imóveis residenciais têm demonstrado maior cautela este ano , em resposta às taxas de juros pouco atrativas e a um ambiente econômico mais exigente, o que desacelerou a demanda e os novos empreendimentos.

Montes de Oca destacou que a lentidão no processamento de projetos em instituições como as prefeituras, o Ministério do Meio Ambiente, o MIVHED e o Turismo continua sendo "um obstáculo crítico que atrasa o investimento e limita a capacidade de execução das construtoras".

Ele indicou que, em comparação com 2024, o desempenho do setor foi " significativamente inferior " e considerou que, embora se esperasse um ajuste após a recuperação pós-pandemia, as pressões atuais aprofundaram a desaceleração.

O presidente da associação insistiu que o acesso equitativo a fundos especiais para a compra e o desenvolvimento de habitações é essencial para reativar a atividade no setor e impulsionar a economia local.

Progresso na ACOSDE

Apesar dos desafios, Montes de Oca destacou o progresso significativo alcançado na associação que lidera. Ele observou que a organização fortaleceu sua estrutura institucional, expandiu seu programa de treinamento técnico e realizou workshops, almoços produtivos e conferências que beneficiaram construtores, engenheiros e arquitetos do município.

Ele informou que foram organizadas atividades especiais com mais de 300 participantes, o que gerou novas conexões comerciais entre desenvolvedores, fornecedores, instituições financeiras e profissionais do setor.

Montes de Oca também destacou as alianças estabelecidas com entidades estatais, bancos, associações imobiliárias e empresariais, bem como a apresentação à prefeitura de um projeto de novas normas de planejamento urbano para organizar o crescimento e promover a construção vertical.

Projeções para 2026

O presidente da ACOSDE afirmou que no próximo ano será essencial "reduzir os custos de financiamento, aumentar o investimento público em obras e acelerar o processamento através da tecnologia e de mecanismos modernos de gestão".

O líder empresarial afirmou que a associação continua a crescer e a implementar ações que proporcionam valor direto às empresas e aos profissionais da construção civil em Santo Domingo Leste.

História

A Associação de Construtores de Santo Domingo Leste (ACOSDE) foi fundada em 9 de janeiro de 2024, durante uma reunião realizada com um grupo de construtores e incorporadores do município.

A organização foi fundada com o objetivo de unificar o setor e melhorar sua coordenação com instituições públicas e privadas. Atualmente, conta com 116 membros ativos e aproximadamente 30 candidatos em processo de adesão.

Desde a sua criação, a ACOSDE tem promovido a formação técnica, a melhoria de processos e a dignificação da prática profissional, consolidando-se como uma associação de referência em Santo Domingo Leste.

A AlterEstate apresenta atualizações para melhorar a eficiência do usuário

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A plataforma introduz novas funcionalidades e melhora a comunicação entre agências e corretores imobiliários.

SANTO DOMINGO - Na noite passada, 19 de novembro, a AlterEstate apresentou a plataforma atualizada, que visa aprimorar a comunicação multicanal com o Inbox e novas funcionalidades do Bricknode, o assistente virtual que otimiza a gestão de clientes e imóveis.

Durante uma reunião com um grande grupo de agentes imobiliários, investidores, empresas e outros convidados, Michael Mota, CEO da marca, destacou que a evolução da AlterEstate foi alcançada graças à colaboração de seus usuários.

“O conceito de 'evoluir juntos' surge porque tudo o que construímos foi graças a vocês”, afirmou o jovem empreendedor, enfatizando que nenhum dos fundadores pertence ao mesmo grupo de usuários, garantindo independência e inclusão no desenvolvimento.

O AlterEstate funciona como um CRM projetado especificamente para corretores de imóveis, permitindo que eles cadastrem propriedades, gerenciem contatos, acompanhem clientes e fechem vendas com mais eficiência.

A integração com o Inbox permite que todos esses processos sejam centralizados em um único painel de controle, automatizando tarefas antes demoradas, como o envio de lembretes e a atualização de contatos. Isso se traduz em maior produtividade e eficiência para os agentes e empresas que utilizam a plataforma, explicou Mota.

Com relação ao Brick, o executivo informou que o assistente virtual existente recebeu atualizações significativas que expandem suas funções, permitindo assistência automática em tempo real, geração de relatórios, rastreamento de clientes, organização de tarefas e acesso imediato a informações sobre imóveis, melhorando a experiência do usuário e reduzindo erros humanos.

Mota acrescentou que a colaboração com os usuários foi fundamental: “Os verdadeiros construtores do software são vocês, os usuários que nos forneceram seus projetos. Isso nos permitiu criar um produto 100% desenvolvido pensando nas necessidades do setor imobiliário.”

Desde o seu lançamento, a AlterEstate alcançou mais de 5.000 usuários ativos em seis países, consolidando-se como uma ferramenta tecnológica abrangente para o setor imobiliário, capaz de se adaptar a diferentes mercados e necessidades.

 Integração com Corotos

Javier Piña, CEO da Corotos, afirmou que a integração com a AlterEstate foi fundamental: “A colaboração com a AlterEstate permite que mais de mil agentes enviem automaticamente seus anúncios para a Corotos todos os meses. Isso economiza tempo e permite que os agentes gerenciem dezenas de imóveis com apenas alguns cliques”, observou.

Ele observou que a Corotos e a AlterEstate têm trabalhado juntas há mais de dois anos, fortalecendo o mercado imobiliário e tornando os processos mais eficientes e transparentes para corretores, empresas e investidores. Ele também relatou atualizações na página de anúncios de imóveis, que agora inclui imagens redesenhadas, uma seção de características e um mapa que reflete com precisão a localização exata para fins de segurança, melhorando a experiência de todos os usuários.

Durante a apresentação, os participantes puderam aprender sobre os recursos da plataforma, participar de demonstrações e experimentar em primeira mão como as atualizações do AlterEstate, Inbox e Bricknode automatizam tarefas que antes eram manuais, aumentando a produtividade de agentes e empresas.

Com essas atualizações e alianças estratégicas, a AlterEstate reforça sua liderança no mercado imobiliário, oferecendo soluções integradas que facilitam a comunicação, o gerenciamento de dados, a automação com a Bricknode e a venda de imóveis, posicionando-se como uma aliada fundamental para corretores e empresas da região.

Advogado de defesa de acusado de fraude imobiliária renuncia; Ministério Público afirma que é uma afronta ao processo

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Segundo o Ministério Público, os réus formaram uma estrutura criminosa dedicada a fraudar centenas de pessoas, tanto no país como no estrangeiro, através da oferta de alegados projetos imobiliários.

SANTO DOMINGO - O Ministério Público afirmou que a renúncia coletiva dos advogados de defesa do acusado Emmanuel Rivera Ledesma constitui uma falta de consideração pelas vítimas do Caso Nido e uma afronta a um processo criminal no qual as equipes de acusação passaram mais de dois meses apresentando provas.

Rivera Ledesma atuou como líder da rede que fraudou centenas de pessoas usando supostos projetos imobiliários , rede essa que foi desmantelada pela Operação Nido.

A promotora Magalys Sánchez e a promotora Laura Vargas Toledo deploraram a conduta dos réus por meio de seus advogados, que abandonaram o processo quando este se aproximava do fim.

“Estamos indignados com o comportamento demonstrado pelos réus através de seus advogados, que hoje se revelaram com uma renúncia coletiva”, disse Sánchez.

Ele indicou que, enquanto uma das advogadas de defesa alegou que estava abandonando o processo para cuidar da gravidez, a outra advogada de defesa, "pertencente ao escritório Fortiori Consultores Legales, também renunciou, sem apresentar qualquer justificativa".

Ele explicou que essa conduta causa a ruptura do princípio da imediatidade , após o Ministério Público ter esgotado mais de dois meses de apresentação de provas, estando já na fase final de incorporação dessas provas e próximo das alegações finais e do pedido de condenações em prazo razoável.

“O réu e sua defesa demonstraram falta de consideração e zombaria do processo, das vítimas e da própria sociedade”, destacou ele.

Ela também lamentou o impacto humano e econômico que essa conduta processual tem sobre as vítimas. "Com essa decisão, as vítimas foram revitimizadas, uma vez que tiveram que arcar com despesas de voos e advogados para estarem presentes durante o processo", afirmou.

Após a renúncia da defesa, os juízes Keyla Pérez Santana, Elías Santini e Arisleyda Méndez Batista, do Quarto Tribunal Colegiado do Distrito Nacional, adiaram a audiência de ontem, terça-feira, para o dia 9 de dezembro, às 9h, data em que o réu Rivera Ledesma deverá ter um novo advogado para o processo contra ele, sob pena de esgotar o recurso à Defensoria Pública.

Nova data

Os juízes Keyla Pérez Santana , Elías Santini e Arisleyda Méndez Batista, do Quarto Tribunal Colegiado do Distrito Nacional, adiaram a audiência para 9 de dezembro , às 9h, data em que Rivera Ledesma deverá ter um novo advogado para o processo contra ele, caso contrário, esgotará o recurso à Defensoria Pública .

Em relação ao caso

Além de Emmanuel Rivera Ledesma, os acusados ​​no processo são Escarlet Mercedes Cruz Figueroa, Emmanuel Eduardo Rivera Pichardo, Mirna Catalina Rivera Ledesma, Reilin Arismendy Rosario García e Juan Omar Rosario López, bem como as entidades comerciais Inmobiliaria Diseños Arquitectónicos (Indisarq) SRL e CRD Equipos Pesados ​​​​SRL, que foram enviadas a julgamento em maio deste ano. ano.

Após o início do julgamento, a acusação concluiu, em 29 de agosto, a leitura da denúncia apresentada pela Direção-Geral de Acusação do Ministério Público em conjunto com a Procuradoria Distrital Nacional, após vários adiamentos, dando lugar à reprodução das provas.

O documento detalha como, juntamente com as empresas mencionadas, formaram uma estrutura criminosa dedicada a fraudar centenas de pessoas, tanto no país como no estrangeiro, através da oferta de alegados projetos imobiliários.

Segundo a acusação, os réus atraíram as vítimas com promessas de entregar apartamentos e imóveis comerciais que nunca se concretizaram, embora as vítimas tenham entregado milhões de dólares em dinheiro.

Os fundos foram depositados em contas bancárias ligadas às empresas da rede e a alguns dos acusados, e posteriormente dilapidados, sem que as vítimas tenham recebido até o momento as unidades imobiliárias adquiridas.

O Ministério Público afirma que, em consequência desse esquema fraudulento, as vítimas sofreram graves danos econômicos e emocionais, e que o valor aproximado do golpe ultrapassa RD$ 235 milhões e US$ 10 milhões, quantias que devem ser indenizadas às vítimas desse processo.

Os réus enfrentam acusações de fraude, falsificação de documentos, associação criminosa e lavagem de dinheiro, em violação dos artigos 265, 266, 405, 59, 60 e 147 do Código Penal Dominicano.

A investigação revelou que a rede criminosa utilizou as empresas Indisarq SRL e CRD Equipos Pesados ​​SRL como instrumentos para realizar as fraudes, oferecendo imóveis inexistentes em supostos empreendimentos imobiliários.

A rede foi desmantelada após 25 operações realizadas nas províncias de San Cristóbal, Dajabón, Espaillat, Sánchez Ramírez e no Distrito Nacional, onde foram apreendidos diversos imóveis e bens pertencentes aos acusados, que, segundo o processo, levavam uma vida luxuosa financiada com o dinheiro obtido das vítimas.

Entre as provas recolhidas, o Ministério Público indicou que Emmanuel Rivera Ledesma utilizou nomes de figuras públicas conhecidas para ganhar a confiança das vítimas, sem qualquer ligação real com essas personalidades.

Além disso, após o início das investigações, ele tentou dissuadir as vítimas de apresentar ou manter queixas contra ele, assinando novos contratos fraudulentos para evitar enfrentar acusações legais e obstruir o processo judicial.

Os empréstimos para construção e habitação triplicaram desde 2017

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Em outubro de 2025, a carteira de empréstimos para aquisição de imóveis residenciais apresentava um saldo de RD$ 289.648,2 milhões e a carteira para construção de unidades habitacionais totalizava RD$ 136.110,6 milhões.

SANTO DOMINGOOs empréstimos concedidos por diversos bancos para a aquisição e construção de imóveis residenciais triplicaram no período de 2017 a 2025, evidenciando o papel do setor bancário na facilitação do desenvolvimento do mercado de crédito imobiliário, canalizando recursos para atender tanto à oferta quanto à demanda por moradias, observou a Associação de Bancos Múltiplos da República Dominicana (ABA).

A entidade explicou que o financiamento para aquisição de imóveis residenciais aumentou de RD$ 114.869,3 milhões em dezembro de 2017 para RD$ 289.648,2 milhões em outubro de 2025, com um aumento absoluto de RD$ 174.778,9 milhões e um crescimento relativo de 152,2% durante esse período.

Ele observou que, dentro do financiamento ao setor privado, este item ocupa o terceiro lugar, superado apenas pelos empréstimos ao consumidor e pelos destinados ao comércio atacadista e varejista.

A Associação destacou o crescimento de 147,6% no financiamento da construção durante esse período, o que representou um aumento de RD$ 81.146,4 milhões em termos absolutos, passando de RD$ 54.964,2 milhões na carteira em dezembro de 2017 para RD$ 136.110,6 milhões em outubro de 2025.  

A associação que representa diversos bancos destacou que a indústria da construção civil é um setor fundamental para a economia dominicana, não apenas por sua contribuição ao Produto Interno Bruto, mas também por sua interconexão com outros setores produtivos, o que gera um efeito multiplicador na economia dominicana.

"O aumento do financiamento para aquisição e construção de imóveis contribuiu para a revitalização do setor, a redução do déficit habitacional do país , bem como para a criação de empregos, não apenas direta, mas também indiretamente, já que para cada emprego direto o setor da construção civil impacta indiretamente a geração de empregos em todas as atividades das quais demanda produtos e serviços", afirmou a ABA.

Nessa ordem, ele indicou que, com o direcionamento desses recursos, o sistema bancário múltiplo apoia um setor que, segundo informações da Pesquisa Nacional de Atividade Econômica de 2023, registrou um total de 53.325 empregados e uma projeção de alcançar 55.374 postos de trabalho neste ano.

"O setor bancário reafirma seu compromisso de continuar expandindo e facilitando o acesso ao crédito para o setor da construção (do lado da oferta) e para a compra de imóveis (do lado da demanda), apoiando projetos que impulsionem a economia e fortaleçam as oportunidades para que as famílias dominicanas adquiram um teto digno, adaptado aos seus recursos e necessidades", declarou a ABA em um comunicado à imprensa.

A AEI esclarece que o corretor de imóveis envolvido na suposta má conduta não pertence àquela entidade

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SANTO DOMINGO - A Associação de Corretores e Empresas Imobiliárias (AEI) informou nesta quarta-feira que o corretor ligado a uma suposta irregularidade contra a comunicadora Laura Pérez Rojas não é membro da associação.

O esclarecimento surge depois de Pérez Rojas ter denunciado, através das suas redes sociais, uma alegada prática relacionada com a retenção de um depósito de renda.

Nas redes sociais de Virna Reyes (@espacioinmobiliariord), a corretora de imóveis afirma ser membro da AEI, o que foi negado esta manhã pela entidade, por meio de um comunicado assinado pela diretoria da associação, que reúne mais de 2.000 corretores de imóveis.

“Informamos, por meio deste comunicado, aos nossos membros, ao setor imobiliário e ao público em geral que a Sra. Virna Reyes e a empresa VR Espacio Inmobiliario SRL não são membros da Associação de Corretores e Empresas Imobiliárias”, diz a nota.

Em contexto

Na segunda-feira, a jornalista Laura Pérez Rojas denunciou uma suposta retenção indevida do depósito de aluguel de um imóvel alugado em junho deste ano.

Pérez Rojas compartilhou seu depoimento pelo Instagram, onde afirmou que a referida agente, por meio de sua empresa, reteve os depósitos sem autorização e não os devolveu apesar de terem transcorrido vários meses, alegando " desculpas infundadas ", segundo a comunicadora.

“Vou compartilhar minha experiência ruim com essa senhora, @virnarey, que, por meio de sua agência @espacioinmobiliariord…”, diz a publicação.

Onesvie e JICA anunciam o fim do seu ciclo de cooperação para fortalecer a segurança sísmica na República Dominicana

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Eles anunciaram a abertura de um novo ciclo de colaboração com o objetivo de expandir a formação especializada.

SANTO DOMINGO - O Escritório Nacional de Avaliação Sísmica e Vulnerabilidade de Infraestruturas e Edificações (Onesvie) informou que concluiu com sucesso o ciclo de treinamento desenvolvido em conjunto com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), como parte do programa nacional de fortalecimento da avaliação sísmica de edificações na República Dominicana.

Durante várias semanas, técnicos, engenheiros e especialistas da Onesvie participaram de um curso intensivo de treinamento e atualização, que incluiu estudos de caso, aplicação de metodologias de avaliação estrutural, análise de vulnerabilidade e revisão de normas internacionais aplicadas a edifícios críticos, explica um comunicado à imprensa.

Ele acrescenta que o processo se desenrolou de acordo com o programa oficial e reuniu especialistas de várias entidades estatais, consolidando esse esforço como um verdadeiro compromisso nacional.

"Além disso, fortaleceu as capacidades técnicas nacionais em prevenção, mitigação e resposta a eventos sísmicos, fornecendo às equipes participantes conhecimento avançado em avaliação estrutural, projeto sísmico e análise de vulnerabilidade, que agora será aplicado à melhoria da infraestrutura e à gestão de riscos na República Dominicana", afirma o comunicado à imprensa.

Além de Onesvie, participaram representantes do Serviço Geológico Nacional (SGN), do Centro Sismológico Nacional (CNS), do Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC), do Ministério da Habitação e Edificações (MIVED), do Ministério da Economia, Planejamento e Desenvolvimento (MEPyD), da Companhia de Água e Esgoto de Santo Domingo (CAASD), do Instituto Nacional de Água Potável e Esgoto (INAPA), do Instituto Nacional de Recursos Hídricos (INDRHI) e de diversas instituições acadêmicas e organizações especializadas.

"Este ciclo conclui com resultados extremamente positivos para o país. Não só reforçamos o nosso conhecimento, como também fortalecemos uma estrutura de trabalho colaborativa para uma República Dominicana mais resiliente e preparada", enfatizou Onesvie.

A instituição agradeceu à JICA pelo apoio contínuo e por facilitar oportunidades de treinamento que aprimoram a capacidade técnica do país e fortalecem a cooperação de alto impacto. Essa parceria tem sido crucial para promover práticas modernas de avaliação sísmica e fortalecer as instituições que compõem o Comitê Sísmico Nacional.

Com esta etapa concluída, a Onesvie e a JICA anunciaram a abertura de um novo ciclo de colaboração com o objetivo de expandir a formação especializada, integrar novas entidades no processo, desenvolver projetos-piloto para avaliação e reforço estrutural e continuar a fortalecer a governança do risco sísmico no país.

Sustentabilidade na construção: um avanço lento e inevitável

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Os dados do ROE 2025 sugerem que o mercado está começando a se direcionar para uma construção mais consciente, e o desafio é acelerar essa transição.

SANTO DOMINGO - Embora a sustentabilidade tenha se tornado um tema transversal para o desenvolvimento urbano na América Latina, e a República Dominicana não seja exceção, os dados mais recentes do Cadastro de Materiais de Construção ( ROE 2025-1 ) revelam que, embora o setor da construção civil mantenha alta atividade, sua transição para modelos mais sustentáveis ​​está progredindo em ritmo lento.

Embora a construção civil contribua com cerca de 10% do PIB, segundo o Banco Central, e a pressão sobre o solo urbano esteja aumentando rapidamente, compreender como a construção ocorre e com quais materiais é fundamental para avaliar o impacto ambiental do crescimento imobiliário. Apesar do progresso modesto, os dados do ROE 2025 sugerem que o mercado está começando a se direcionar para uma construção mais consciente.

1A expansão: um sintoma de uma cidade que está se tornando mais densa

41 % dos projetos ativos são ampliações, enquanto apenas 0,3% são reformas e 58,6% são projetos completamente novos.

Do ponto de vista da sustentabilidade urbana, esse fato é crucial: as expansões reduzem o consumo de terra, tornam a infraestrutura existente mais eficiente e freiam a expansão urbana desordenada.

No entanto, quando se analisa a área total construída, o cenário muda: 92,1% dos metros quadrados registrados correspondem a obras sem reformas ou ampliações, o que indica que as ampliações, embora numerosas, ainda são de pequena escala.

Annerys Meléndez, profissional da área, afirmou que a densificação deve ser acompanhada por uma mudança em direção a tecnologias verdes, materiais mais inovadores e práticas de construção sustentáveis ​​— uma mudança que a ACOPROVI considera essencial para equilibrar o crescimento imobiliário com o respeito ao meio ambiente.

2. Comodidades sustentáveis: um indicador emergente

O relatório ROE 2025 indica que mais de 60,7% dos projetos ativos não incluem comodidades, e esses dados, embora inicialmente negativos, confirmam que a maioria dos projetos é de pequena escala , onde a incorporação de áreas comuns envolve um custo significativo.

Dentre as comodidades disponíveis, destacam-se as seguintes:

Recepção ou saguão (7,0%)

Gás comum (~5%)

Área social (aproximadamente 5%)

Academia (aproximadamente 5%)

O indicador mais relevante para a sustentabilidade, e que representa uma mudança cultural, é que 3,2% dos projetos incluem pontos de carregamento para veículos elétricos . Este número, embora pequeno, é significativo, visto que há apenas 4 ou 5 anos praticamente nenhum projeto habitacional incorporava infraestrutura para a eletromobilidade.

A ACOPROVI indicou que a procura por este tipo de características está a crescer, especialmente em multifamiliares modernos , que se centram em compradores jovens que valorizam a eficiência ambiental.

3Sistemas construtivos: tradição versus resiliência climática

A sustentabilidade também depende da resiliência estrutural, um fator crítico em um país exposto a furacões, chuvas torrenciais e terremotos.

Os dados do ROE 2025 mostram que as construções dominicanas continuam a depender de sistemas tradicionais: 60,8% utilizam alvenaria confinada com pórticos e 26,5% utilizam alvenaria estrutural reforçada.

Da mesma forma, o relatório indica que sistemas mais modernos e industrializados estão praticamente ausentes: apenas 0,8% utilizam concreto moldado in loco e 0,6% já utilizam estruturas metálicas em construções.

Embora os métodos tradicionais sejam robustos e familiares ao mercado local, seu impacto ambiental é maior em comparação com as alternativas pré-fabricadas ou modulares, que reduzem o desperdício e o consumo de energia.

No entanto, Annerys Meléndez declarou ao El Inmobiliario em 2024 que uma das principais barreiras para a transição para uma construção mais sustentável são os altos custos iniciais das certificações e das tecnologias verdes, além da escassez de profissionais e fornecedores especializados em práticas ecologicamente conscientes.

4. Concreto armado: eficiência estrutural versus impacto ambiental

as lajes de concreto armado predominam tanto em pisos quanto em coberturas, com 73,8% das obras utilizando ambas as tecnologias.

O concreto armado oferece resistência e durabilidade contra intempéries, mas seu impacto ambiental é alto: a produção de cimento é responsável por cerca de 7% das emissões globais de CO₂, segundo a Agência Internacional de Energia.

Alternativas leves que utilizam blocos de espuma aparecem em aproximadamente 16-17% dos casos, sugerindo uma ligeira transição para materiais mais eficientes.

5. Revestimentos de piso: predominância de porcelanato e cerâmica

59,7 % das obras utilizam ladrilhos de cerâmica ou porcelanato nos pisos, um material durável, de baixa manutenção e eficiente para climas quentes como o nosso e sem grandes variações de temperatura.

Este tipo de revestimento contribui para a sustentabilidade de duas maneiras: por um lado, reduz a necessidade de uso excessivo de ar condicionado nas residências e, por outro lado, sua vida útil é maior do que a de outros acabamentos mais baratos.

No entanto, materiais com menor pegada de carbono, como pisos vinílicos reciclados ou madeira certificada, ainda não têm presença significativa no mercado dominicano.

6Materiais essenciais: forte dependência de cimento e aço nacionais

Um dos aspectos mais interessantes do ROE é a preferência por materiais produzidos localmente: 88,9% do cimento utilizado é cimento cinza comum , 85,8% é fabricado no país e apenas 0,2% é importado.

Isso tem implicações positivas:

✔ Menor pegada de carbono no transporte, reduzindo as emissões indiretas.

✔ Maior estabilidade de preços, evitando a volatilidade internacional.

✔ Impulso para a indústria local, que nos últimos anos investiu em eficiência energética e fornos menos poluentes.

No artigo “Cimento dominicano: eficiência, qualidade e contribuição para o crescimento econômico”, publicado pelo El Inmobiliario em 2023, Annerys Meléndez destacou que a República Dominicana possui “uma indústria cimenteira moderna, com alta capacidade de produção e padrões que atendem às normas internacionais”, o que permite “ao país ser autossuficiente em cimento, sem precisar depender de importações para suprir a demanda interna”.

Pequenos passos rumo à sustentabilidade

Os dados do ROE 2025-1 confirmam uma realidade dupla: por um lado, um setor da construção que mantém uma base sólida em técnicas tradicionais, cimento local e projetos de pequena e média escala e, por outro lado, avança em direção à sustentabilidade, eletromobilidade, densificação, redução das importações e alternativas leves que, embora existam, ainda representam uma porcentagem muito baixa.

Num país tão vulnerável às alterações climáticas, o desafio não é apenas construir mais, mas construir melhor: com menos desperdício, com maior eficiência energética, com infraestruturas preparadas para catástrofes naturais e com materiais que tenham um menor impacto ambiental.

E embora o progresso seja modesto, os dados sugerem que o mercado está começando a se direcionar para uma construção mais consciente . O desafio agora será acelerar essa transição.

Segundo o engenheiro, a paralisação dos projetos reflete a falta de planejamento

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O especialista explica as principais causas da paralisação da construção e oferece recomendações aos promotores imobiliários para reativar os projetos.

SANTO DOMINGO – Apesar de, segundo o Cadastro de Obras de Construção (ROE 2025-1), 52% dos projetos de construção no país estarem paralisados ​​em grande parte do território nacional, o engenheiro e ex-presidente do Colégio Dominicano de Engenheiros, Arquitetos e Agrimensores (CODIA), Martín Concepción, garante que existem diversas causas que explicam essa situação, sendo a falta de planejamento e a irregularidade na emissão de alvarás os principais fatores.

“Um dos motivos mais frequentes é que a obra começou de forma irregular, sem as devidas autorizações, e que fiscais das prefeituras, do Ministério da Habitação ou do Ministério do Meio Ambiente chegam e a interrompem”, explica Concepción.

Outro motivo, segundo o especialista, são as dificuldades financeiras da construtora ou incorporadora. "A falta de liquidez ou de capital paralisa a construção e, em muitos casos, isso se deve ao planejamento financeiro inadequado da incorporadora, que não alocou corretamente os recursos necessários para levar a obra a um determinado ponto", explica.

O engenheiro enfatiza que "se a paralisação ocorrer por falta de recursos , a culpa é do construtor ou incorporador, pois eles deveriam ter estimado previamente o montante mínimo necessário para executar o projeto até um determinado ponto".

Permissões principais


Concepción enfatiza que a obtenção das licenças adequadas é essencial para evitar paralisações nas obras. “As principais licenças que devem ser obtidas são: a licença de uso do solo , concedida pelas prefeituras; os certificados ambientais do Ministério do Meio Ambiente, caso não seja exigida uma licença ambiental; e o alvará de construção do Ministério da Habitação, que antes era concedido pela Direção Geral de Edificações do Ministério das Obras Públicas”, explica.

O especialista alerta que iniciar um projeto sem cumprir esses requisitos "não só coloca em risco a continuidade da obra, como também a segurança dos trabalhadores e o planejamento urbano da área".

Martín Concepción enfatiza a importância de um planejamento abrangente antes de iniciar qualquer projeto. “Não estou falando apenas do planejamento das atividades de construção, mas também dos recursos financeiros necessários para colocá-las em prática. A falta de visão é a principal causa de paralisações de projetos”, afirma.

Dicas para novos desenvolvedores

O engenheiro oferece recomendações claras para quem está se aventurando em um projeto imobiliário pela primeira vez: “ Os novatos devem buscar aconselhamento de incorporadores experientes. A dinâmica de um empreendimento imobiliário não se aprende na universidade; aprende-se na prática”, explica ele.

“É fundamental entender que, mesmo que um projeto esteja concebido e possua as licenças necessárias, ele não deve ser iniciado sem planejamento e sem a garantia dos recursos econômicos necessários”, acrescentou Concepción.

Segundo o engenheiro, as paralisações dos projetos evidenciam um desafio estrutural no setor da construção civil, que exige planejamento, cumprimento das normas e financiamento adequado. "O setor da construção civil continua sendo um motor econômico, mas precisa de responsabilidade, visão de futuro e orientação profissional para evitar a paralisação dos projetos", explicou.


Impacto econômico

A paralisação dos projetos de construção, aliada à desaceleração econômica, está gerando incerteza para construtoras e compradores. O Banco Central prevê um crescimento econômico de apenas 2,5% nos primeiros quatro meses de 2025, enquanto o setor da construção civil sofreu uma queda de 2,3%.

Apesar dos desafios, o mercado continua a demonstrar procura, especialmente por apartamentos, que representam 93% das unidades ativas. Concepción salienta que “o desenvolvimento vertical urbano irá continuar, mas apenas se houver segurança jurídica, planeamento e financiamento suficiente”.

Que recomendações o último relatório do FMI oferece ao governo dominicano?

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O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) reconheceu a resiliência e a recuperação da atividade econômica da República Dominicana, destacando que ela é sustentada pelas políticas de apoio monetário e fiscal das autoridades com crescimento do crédito, das exportações e do turismo , que apresentaram melhorias nos últimos meses.

O relatório destaca a previsão de crescimento de até 4,5% em 2026 , convergindo posteriormente para sua tendência de longo prazo de 5% .

Estas conclusões são apresentadas no final da consulta do Artigo IV com a República Dominicana, correspondente a 2025 .

O documento afirma que, após uma desaceleração no final de 2024 e no primeiro semestre de 2025, atribuída à incerteza global e a condições financeiras mais restritivas, a inflação permanece próxima da meta de 4±1% e deverá atingir uma média de 3,7% em 2025.

“A situação externa está em linha com os fundamentos e políticas econômicas recomendadas. Espera-se que o déficit em conta corrente diminua ainda mais este ano, para 2,5% do PIB, impulsionado por fortes exportações e remessas, e totalmente financiado por investimento estrangeiro direto (IED).”.

A este respeito, afirma que “o défice e a dívida pública deverão seguir uma trajetória gradualmente descendente”, impulsionados pela redução esperada das perdas no setor elétrico subsídios à eletricidade e aos combustíveis , o que, por sua vez, contribuirá para a criação de espaço fiscal para o aumento planeado do investimento público.

A República Dominicana possui fundamentos econômicos sólidos para enfrentar os riscos

O FMI também considerou que a República Dominicana está bem posicionada para responder a riscos externos , como as condições financeiras globais, a elevada incerteza e a vulnerabilidade a desastres naturais.

fortalecimento das políticas e instituições também foi elogiado um sólido desempenho macroeconômico nas últimas duas décadas.

Em suas conclusões, eles instam as autoridades a manterem políticas fiscais prudentes e a apoiarem o aumento do investimento público, em conformidade com o quadro fiscal de médio prazo e a Lei de Responsabilidade Fiscal , e acolheram favoravelmente a consolidação fiscal projetada, focada na mobilização de receitas e na melhoria da eficiência dos gastos públicos.

Pacto de Eletricidade

Também foi dada ênfase à necessidade da plena implementação do Pacto da Eletricidade para mitigar os riscos fiscais e garantir a resiliência do setor.

O prefeito de La Otra Banda afirma que a região precisa de maior apoio do Estado diante da expansão

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Higüey exige um hospital, um mercado e estradas ampliadas para garantir o desenvolvimento sustentável.

SANTO DOMINGO - O prefeito do município de La Otra Banda, em Higüey, província de La Altagracia, Alexander Rodríguez, acredita que a resposta do Governo e do Ministério das Obras Públicas não corresponde ao grande crescimento imobiliário que a região está vivenciando, com a previsão de construção de 40.000 unidades habitacionais nos próximos anos.

Rodríguez acredita que a região enfrenta deficiências críticas que precisam ser resolvidas com urgência . “Esta cidade precisa de um hospital e de um mercado municipal. Um território sem estradas é limitado; fica prejudicado em termos de desenvolvimento e das coisas mais essenciais”, afirmou.

Ele explicou que a estrada principal entre La Otra Banda e Verón precisa ser alargada, receber melhor sinalização e iluminação, e que o apoio do Ministério das Obras Públicas é essencial. “Temos planos para sinalização e iluminação, mas há projetos que só o governo pode realizar ”, afirmou.

Além da via principal, a prefeitura planeja melhorar outra estrada de 6 quilômetros próxima ao pedágio, que servirá como uma segunda artéria para melhorar a conectividade e o fluxo de tráfego na área, dada a grande população que se espera que ali resida. "Será uma estrada larga, de duas faixas, mas suficiente para conectar os empreendimentos e garantir a mobilidade", afirmou.

necessidades urgentes

Embora alguns dos empreendimentos privados incluam escolas, hospitais, igrejas e supermercados, Rodríguez reiterou que isso não resolve as necessidades públicas do território.
“Os projetos trarão seus serviços internos, mas também precisamos de hospitais e espaços públicos externos. Os empregos que esses projetos exigem dependerão da área circundante”, observou.

Rodríguez informou que a prefeitura já enviou solicitações formais ao governo central e que em breve realizará uma reunião na Liga Municipal Dominicana para garantir o financiamento e acompanhar o andamento dos projetos. "Estamos explorando todas as vias para garantir que os recursos necessários sejam aprovados e que esses projetos se tornem realidade", afirmou.

O prefeito alertou que, se o investimento público não acompanhar o crescimento, La Otra Banda poderá enfrentar de trânsito e congestionamento semelhantes aos que atualmente afetam Verón-Bávaro. "Não permitiremos que o mesmo aconteça aqui. Temos esse exemplo claro e ainda temos tempo para agir", afirmou.

Rodríguez enfatizou que, embora as parcerias público-privadas tenham possibilitado avanços significativos, somente o Estado pode implementar projetos estratégicos nas áreas de saúde, mercados e infraestrutura viária que garantam o desenvolvimento sustentável do distrito. "O investimento privado deu o primeiro passo; agora cabe ao Governo apoiar esse crescimento", ressaltou.

Por fim, o prefeito reiterou que a expansão está em andamento e que sua administração continuará trabalhando para equilibrar o investimento público e privado. “Se não agirmos agora, a infraestrutura pública não conseguirá acompanhar o ritmo. Precisamos do apoio do Estado para que La Otra Banda possa crescer de forma ordenada e sustentável”, concluiu.

 Projetos privados e população projetada

Rodríguez informou que os três principais macroprojetos que impulsionam a expansão de La Otra Banda são Larimar City, Huacachina e Cruise on Land, que, em suas fases iniciais, devem adicionar 40.000 quartos de hotel. “Esses empreendimentos não só atrairão investimento estrangeiro, como também gerarão empregos e demandarão infraestrutura e serviços públicos que o governo deve garantir”, explicou.

O prefeito destacou que o progresso nos projetos de construção já está produzindo resultados tangíveis, como o Boulevard Turístico La Otra Banda, com 50% do aterro sanitário concluído e pronto para liberar o tráfego no primeiro trimestre do próximo ano.

“Estamos trabalhando em conjunto com empresas e a prefeitura para garantir que esses investimentos privados complementem a infraestrutura pública. A expansão está em andamento e precisamos garantir sua sustentabilidade”, concluiu.

Descubra o Paraíso: A nova promoção lançada pelo Ministério do Turismo da Colômbia

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Na Colômbia , David Collado , Ministro do Turismo, apresentou a nova plataforma de promoção turística " Descubra o Paraíso ", uma iniciativa que visa consolidar a República Dominicana como o destino preferido dos viajantes latino-americanos.

Operadores turísticos e agentes de viagens da Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, Equador e Venezuela reuniram-se para a apresentação da nova campanha, que visa continuar promovendo a República Dominicana como um destino favorito entre os visitantes da América Latina.

Collado apresentou as novas características, pontos fortes e oportunidades oferecidas pelos diversos destinos dominicanos, de Santo Domingo e Santiago a Puerto Plata, Samaná, La Romana, Miches e Punta Cana.

O evento contou também com a participação de meios de comunicação especializados , imprensa em geral e plataformas digitais focadas em viagens e estilo de vida, que acompanharam de perto as demonstrações e atividades preparadas para o dia.

"Não estamos vendendo um país; estamos promovendo uma experiência : a essência, a cultura, a gastronomia e as raízes da República Dominicana , criando momentos memoráveis ​​para posicionar nossa nação", explicou o representante oficial.

A atividade incluiu experiências imersivas concebidas para conectar os participantes com a diversidade cultural dominicana

Sip & Paint com o Korah Studio : Uma sessão artística inspirada na Cidade Colonial , acompanhada de café dominicano.

Degustação de rum e cana-de-açúcar : Uma experiência sensorial guiada por especialistas que destacaram a história e a qualidade do rum com denominação de origem .

A Caverna do Éden : Legado Taíno : Demonstração de pão de mandioca e uma introdução às tradições ancestrais Taíno.

Merengue e Bachata com Swing: Aula de dança no Silent Disco , focada nos ritmos mais emblemáticos do país.

Ana Bello: Ética e excelência em um setor em transformação

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“O sucesso vem, mas primeiro você precisa construir uma reputação , diz ele.

SANTO DOMINGO – Uma verdade clara e incontestável: “O sucesso não é fruto do acaso ou de metas a serem atingidas. No mundo imobiliário, o sucesso se constrói com preparo, ética, visão e caráter. O resto é mera formalidade.”

Segundo a advogada Ana Bello, especialista em Direito Imobiliário e Registro de Imóveis e diretora da LBG Abogados Consultores, escritório cujo nome é sinônimo de excelência e transformação jurídica da corretagem e do setor imobiliário, ela liderou o reposicionamento da empresa integrando tecnologia e redefinindo serviços, juntamente com uma equipe dedicada. Para ela, liderança significa “alinhar talentos em torno de uma visão comum”.

“Quero dar mais do que o esperado, mesmo que isso custe meu equilíbrio pessoal”, diz o homem que não se permite falhar e trilhou seu caminho entre figuras consagradas, com dinâmicas avessas à mudança, o que o ensinou a encarar o desafio como uma constante.

Sua experiência nos setores público e judicial, na academia e na advocacia privada lhe confere uma perspectiva abrangente, um profundo conhecimento dos processos, a capacidade de antecipar riscos e a aptidão para fornecer consultoria voltada para os negócios. "Sou uma advogada pró-negócios. Protejo sem criar obstáculos.".

Ana defende a formação rigorosa e é uma voz ativa nos debates sobre a regulamentação das corretoras, convicta de que as regulamentações modernas são essenciais para elevar os padrões e proporcionar segurança jurídica.

Ele defende equipes diversas e o desenvolvimento genuíno de talentos emergentes. "Eu não apenas aplaudo o talento: eu crio espaços para que ele floresça", afirma, e sua visão para o futuro do setor é clara: maior inclusão, profissionalismo e liderança baseada no mérito, não em cotas. "Cotas podem abrir portas, mas somente a excelência e a ética mantêm você dentro", assegura.

Ele demonstrou que, em um setor desafiador, o crescimento é possível com visão, sem atalhos e com a excelência como princípio norteador. Seu lema resume sua filosofia: "Se você acha que a excelência é cara, espere até receber a conta da mediocridade.".

Conciliar trabalho e vida pessoal tem sido seu maior desafio, e ela afirma que o autocuidado também faz parte do sucesso. Para quem está começando, ela diz: “Você não precisa ter tudo resolvido. Você precisa de propósito, ética e disciplina. O sucesso vem, mas primeiro você precisa construir uma reputação.”.

O Departamento de Obras Públicas anuncia o fechamento de um trecho a partir das 21h de hoje, no Km 9

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SANTO DOMINGO - O Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) informou que, das 21h de terça-feira, dia 18, às 5h rodovia expressa do quilômetro 9 sentido Cibao-Santo Domingo (oeste-leste).

O objetivo do fechamento é dar continuidade às obras de melhoria e pavimentação desta importante e estratégica estrada, que liga a capital dominicana a Santiago e a toda a região do Cibao .

Para garantir um trânsito mais organizado durante a execução das obras, o MOPC contará com o apoio de agentes da Direção-Geral de Segurança Rodoviária e Transporte Terrestre (Digesett) e de pessoal técnico do Instituto Nacional de Trânsito e Transporte Terrestre (Intrant) .

A instituição informa ainda que nesta quarta-feira, dia 19, das 22h às 5h , será realizada uma intervenção noturna no viaduto da Avenida 27 de Febrero com Tiradentes , destinada à manutenção e reforço da estrutura.

Para minimizar qualquer impacto nos horários de pico do tráfego, ambos os projetos foram programados exclusivamente para o período noturno e serão executados em etapas até sua conclusão.

O Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) incentiva motoristas e cidadãos a colaborarem com essas oficinas técnicas, cujo objetivo é fortalecer a segurança e a qualidade do sistema rodoviário na República Dominicana.

David Martín: "Muitos investidores vêm ao país como compradores e ficam como incorporadores."

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O empresário espanhol destaca o bom momento que o país atravessa no setor imobiliário.

SANTO DOMINGO – O empresário David Martín , CEO da Zoemar Luxury Development, destacou o boom de investimentos na República Dominicana, afirmando que o país está vivenciando um dos períodos mais favoráveis ​​de sua história recente em termos de investimento e desenvolvimento.

Martín afirmou que o momento atual é excepcional para os incorporadores. “Eu diria que estamos em alta, não é? É a melhor época”, expressou, destacando que a estabilidade política, jurídica e econômica tornou o país um destino ideal para projetos imobiliários. Ele observou que esses fatores fortaleceram a confiança de empresários nacionais e internacionais.

Ele explicou que a combinação de bem-estar, um ambiente de negócios favorável e segurança jurídica levou investidores estrangeiros a transferir capital para os mercados dominicanos. "Convido incorporadores e investidores estrangeiros a virem para a República Dominicana, que é um país muito estável", afirmou. Ele acrescentou que muitos chegam primeiro como compradores e depois decidem se tornar incorporadores.

Histórias de investimento que demonstram confiança

O CEO da Zoemar Luxury Development compartilhou um caso que ilustra a magnitude do apelo do país. Ele relatou como um investidor espanhol chegou com a intenção de adquirir entre 20 e 40 unidades , mas acabou expandindo seu investimento. "De vir para comprar 20 unidades... ele acabou comprando mais de 200 quartos para um projeto em Cap Cana ", narrou. Ele destacou que esse investidor agora está desenvolvendo outro projeto com mais de 400 unidades.

Martín enfatizou que esse processo ocorreu em apenas dois anos, demonstrando o alto nível de confiança no país. "Então vocês podem ver o quanto as pessoas confiam na República Dominicana... não há exemplo mais claro", afirmou. Ele observou que a confiança é tão grande que o empresário mudou-se com a família para a República Dominicana.

Sobre sua própria experiência, o CEO lembrou que chegou há alguns anos, atraído por oportunidades específicas, mas logo encontrou um mercado em rápida expansão. "Além disso, não estou indo embora... Vim para ficar ", disse ele. Ele indicou que esse compromisso transmite uma mensagem de segurança aos compradores que buscam apoio daqueles que desenvolvem os projetos.

Ele observou que, embora o boom do mercado tenha se consolidado a partir de 2015, a atividade imobiliária está atualmente vivenciando um de seus períodos mais vibrantes. “Investidores de diversos setores podem vir agora… as oportunidades e os negócios aqui não são encontrados em muitos países ”, afirmou. Ele explicou que o desenvolvimento tem sido contínuo e permitiu que diferentes segmentos do setor encontrassem espaço para crescer.

O empresário insistiu que a República Dominicana está vivenciando um ciclo positivo que deve ser aproveitado por aqueles que buscam oportunidades na região. “Temos credibilidade e estabilidade que devem ser aproveitadas… este é um ciclo do qual devemos fazer parte”, afirmou. Ele enfatizou que ainda restam vários anos de expansão antes que o mercado atinja a maturidade.

Valor a longo prazo

Martín também enfatizou que seus projetos visam criar valor a longo prazo. "Quero criar projetos que perdurem ao longo do tempo... não apenas construir e vender", afirmou. Ele sustentou que uma boa gestão e administração subsequente são essenciais para garantir que os investimentos dos compradores mantenham seu valor ao longo dos anos.

Ao discutir as características que tornam o país atraente, ele mencionou vantagens fiscais , qualidade de vida e atrações naturais. “Do ponto de vista tributário, é um país interessante… e temos todos os clientes que querem vir morar aqui ”, afirmou. Ele indicou que esses elementos permitem que o setor imobiliário dominicano concorra com mercados renomados da região.

Ele também destacou que a República Dominicana mantém uma excelente conectividade , o que atrai aqueles que buscam alta qualidade de vida sem se afastarem muito dos principais centros econômicos. Isso, afirmou, é fundamental para o aumento constante da demanda por imóveis residenciais e turísticos.

Desafios

No entanto, ele reconheceu que ainda existem desafios, especialmente em relação à regularização do trabalho e da imigração. "No momento, temos um de mão de obra devido à questão da imigração", alertou. Ele explicou que o emprego irregular afeta diretamente o planejamento e os cronogramas de entrega de projetos de construção.

O empresário insistiu que a formalização da força de trabalho beneficiaria todos os envolvidos no setor, incluindo o governo. "Quem me dera poder ter 100 funcionários e pagar as contribuições previdenciárias de todos eles... porque, no fim das contas, queremos contribuir para o país como empresários", afirmou. Ele assegurou que um sistema mais eficiente aumentaria a produtividade e melhoraria os prazos de entrega.

Coral Golf Resort realiza seu segundo open house em Cabeza de Toro, Punta Cana

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SANTO DOMINGO – O Coral Golf Resort, empreendimento turístico-residencial localizado em Cabeza de Toro, realizou seu segundo evento de portas abertas no último sábado, 15 de novembro, reunindo mais de 300 pessoas, incluindo investidores, corretores de imóveis e famílias interessadas em seus projetos.

Durante o evento, que decorreu das 10h00 às 18h00, os participantes visitaram as áreas em desenvolvimento, incluindo o campo de golfe que está a ser remodelado pelo arquiteto PB Dye, e puderam conhecer os projetos residenciais que estão a ser comercializados e as comodidades do complexo, de acordo com um comunicado de imprensa.

Ele explica que, durante a exposição imobiliária, as vendas de unidades residenciais foram concluídas, refletindo o interesse e a confiança dos investidores no projeto.

Segundo o comunicado de imprensa, o evento facilitou o networking entre incorporadoras, corretores de imóveis e parceiros estratégicos. Entre as empresas presentes estavam o Grupo Zoemar, o Grupo Bluewave, o Grupo Entorno, o Grupo Gesproin e o Grupo Cayacoa, que apresentaram seus empreendimentos no projeto imobiliário, localizado em uma área estratégica da zona leste da cidade.

Os participantes puderam desfrutar de um buraco de prática, atividades relacionadas ao golfe e um ambiente familiar com música ao vivo, acrescenta o comunicado de imprensa, demonstrando que o Coral Golf Resort combina investimento com estilo de vida.

O evento contou com o apoio de marcas como ACE Seguros, Arajet, Banco López de Haro, Bávaro Adventure Park, BHD, Cerveza Canita, Eurolux, Green Garden Corp., Luxury, Morph, Navego ISP, Pearl Beach Club e Porcelanosa Group, conclui o comunicado.

Tropicalia apresenta seu 14º relatório de sustentabilidade

A Tropicalia, empresa de turismo de luxo sustentável e desenvolvimento imobiliário, apresentou seu 14º Relatório de Sustentabilidade (2024), elaborado de acordo com as normas da Global Reporting Initiative (GRI), a estrutura global mais utilizada para relatórios de sustentabilidade. Esta edição também incorpora, pela primeira vez, as normas do Sustainability Accounting Standards Board (SASB) e inclui sua pesquisa de materialidade, reforçando a transparência e a responsabilidade em relação à sua gestão ambiental, social e de governança (ESG).

Um comunicado de imprensa explica que o relatório documenta o desempenho do projeto por meio de quatro pilares estratégicos: negócios integrados, design sustentável, equilíbrio socioambiental e desenvolvimento comunitário, o que reforça o forte compromisso da marca com a conservação ambiental, o investimento social e a governança responsável.

O documento afirma que o projeto Four Seasons implementou os padrões de Liderança em Energia e Design Ambiental (LEED), com o objetivo de obter a certificação após a conclusão. "Este sistema, reconhecido mundialmente por promover edifícios sustentáveis, projeta uma redução de 25% no consumo de energia e de 30% no consumo de água em comparação com edifícios convencionais do setor", destaca o documento.

A Tropicalia acrescenta que seu compromisso com um modelo de alto impacto se reflete na conformidade com rigorosos critérios internacionais ambientais, sociais e de governança (ESG). A esse respeito, Sofía Perazzo, vice-presidente de Sustentabilidade da empresa, afirmou: “Este Relatório de Sustentabilidade de 2024 é mais do que um exercício de transparência; é o roteiro que demonstra que o turismo de luxo com propósito não é apenas possível, mas necessário. Mostramos que desenvolvimento e conservação se reforçam mutuamente, priorizando projetos com métricas de sustentabilidade claras e ambiciosas.”.

Gestão ambiental

O projeto estabeleceu um precedente na região. Conforme destacado no relatório, na atual fase de construção, um recorde de 98% dos resíduos gerados no local foram desviados de aterros sanitários, superando o limite de 75% exigido para a certificação LEED. Além disso, mais de 3.695 toneladas de concreto (equivalente a 246 casas) e 30.000 m³ de solo superficial foram recuperados para reutilização na restauração da paisagem, alcançando um nível recorde de circularidade na região.

A área construída do projeto representa apenas 6,8% do terreno, com 26,2% dedicados ao paisagismo e 67% mantidos como área de conservação natural, protegendo zonas úmidas, florestas de dracena e ecossistemas costeiros. Essa abordagem de baixa densidade é complementada por um projeto de iluminação 100% compatível com o habitat das tartarugas marinhas (≤3.000K) e um plano paisagístico com espécies nativas, garantindo a regeneração da floresta primária e a conectividade ecológica por meio de passagens para animais selvagens nos pontos de acesso de veículos.

Em 2024, a compactação do solo foi concluída para atender aos requisitos de elevação dos pisos acabados, reforçando a resiliência do projeto aos riscos climáticos e garantindo sua integridade estrutural a longo prazo. Em conjunto com a Baird & Associates, diversos estudos sobre erosão costeira e riscos de tempestades foram realizados, resultando em um nível mínimo de piso acabado no Four Seasons Tropicalia de 2,7 metros acima do nível do mar.

Associações comerciais questionam a publicidade seletiva da ACOPROVI e exigem imparcialidade do governo

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SANTO DOMINGO – O comunicado emitido pela Associação Dominicana de Construtores e Incorporadores Imobiliários (ACOPROVI), que estabeleceu o prazo das 15h desta segunda-feira, 17 de novembro, para que seus membros enviassem informações sobre projetos em andamento a instituições públicas, provocou reações imediatas entre outras associações do setor da construção civil, que alegam não terem sido incluídas na instrução.

A mensagem, enviada aos membros da ACOPROVI na última sexta-feira, dia 14, indica que, por instruções diretas da Presidência da República, os processos de seus membros receberiam “atenção e gestão prioritárias” nos órgãos governamentais onde se encontram em andamento, sendo necessário o envio imediato de dados como nome da empresa, representante, instituição responsável pelo processo, data de depósito e endereço do projeto.

A comunicação, redigida em tom urgente e acompanhada de apelos para o preenchimento imediato das informações, não especifica se existe uma resolução oficial, nem detalha o mecanismo pelo qual a suposta prioridade funcionaria. Também não esclarece se se trata de um acordo formal, de um grupo de trabalho técnico ou de uma iniciativa sindical específica.

Os excluídos

A Associação de Construtores e Incorporadores Imobiliários de Cibao (APROCOVICI) manifestou imediatamente sua insatisfação, visto que não havia recebido qualquer aviso prévio dessa natureza. Sua presidente, Sandy Rodríguez, questionou a exclusividade do procedimento e solicitou esclarecimentos sobre os critérios utilizados.

"É isso que eu entendo: como governo, eles deveriam ouvir as preocupações de todas as instituições que representam o setor. Não entendemos por que as informações foram solicitadas apenas a uma associação, quando existem pelo menos cinco associações de construção no país", disse ele, acrescentando que essa solicitação seletiva reflete uma falta de coordenação.

A confusão também se estendeu à Associação de Incorporadores e Construtores de La Altagracia (ADECLA), cujo presidente, Mario Betances, explicou que não havia recebido a notificação diretamente.

Por sua vez, a Associação de Construtores de Santo Domingo Leste (ACOSDE) confirmou ao El inmobiliario que também não recebeu informações semelhantes.

Inoportuno

O debate surge num momento particularmente delicado para o setor. Segundo dados do Banco Central, o setor da construção civil registou uma variação homóloga de -2,3% entre janeiro e junho de 2025, mantendo a tendência de contração iniciada no começo do ano, enquanto o PIB agregado cresceu 2,4% no mesmo período, ampliando a disparidade entre a construção civil e o restante da economia.

Em 2024, o setor encerrou o ano com um crescimento de apenas 2,1%, um dos mais baixos entre as atividades econômicas. Fatores como o aumento dos custos de materiais, as altas taxas de juros e a lentidão nos processos de licenciamento têm sido repetidamente citados por empresários e associações comerciais como obstáculos que dificultam a recuperação.

Associações não vinculadas ao aviso mantêm a posição de que qualquer mecanismo governamental para agilizar procedimentos deve ser aplicado com critérios claros, transparentes e equitativos.

As construtoras insistem que, dada a atual recessão econômica e as pressões financeiras, não é apropriado criar percursos de serviço diferenciados que possam gerar vantagens para alguns e exclusões dentro do mesmo setor.

Enquanto aguardam um esclarecimento oficial, os sindicatos reiteraram sua disposição em colaborar com as autoridades, mas enfatizaram que as decisões que impactam o setor devem ser comunicadas simultaneamente a todas as partes interessadas para evitar incertezas e desigualdades.

Um mercado que cresce com contratempos: 52% dos projetos de construção no país estão paralisados

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Somente na região metropolitana de Santo Domingo, mais de 82% dos projetos de construção de moradias estão paralisados ​​devido a problemas de financiamento e controles regulatórios frouxos.

SANTO DOMINGO –    Mais da metade dos projetos de construção residencial registrados estão paralisados, segundo o Cadastro de Fornecimento de Materiais de Construção ( ROE 2025-1 ), e associações do setor atribuem isso ao financiamento precário e à fragilidade dos controles regulatórios.

O da ONE mostra um mercado imobiliário que, apesar do seu dinamismo, enfrenta este desafio estrutural que afeta mais de metade dos projetos registados e que se tornou o principal de alerta para o setor da construção no país.

O documento indica que 74% dos projetos de construção registrados estão ativos, com mais de 6,3 milhões de metros quadrados em construção, predominantemente apartamentos , que representam 93% das unidades. As casas, por sua vez, mal chegam a 3%.

Santo Domingo de Guzmán possui a maior concentração de apartamentos e 42,6% da área total de construção ativa, enquanto Santo Domingo Este lidera em casas unifamiliares.

Até o momento, a perspectiva parece ser de expansão: a verticalização urbana, a diversificação de destinos e a consolidação de bairros como Piantini ou Los Guaricanos como polos de investimento sugerem um setor em movimento.

No entanto, os dados revelam que 52% dos projetos de construção no país estão paralisados ​​e, somente na região metropolitana de Santo Domingo, mais de 82% das casas em construção estão interrompidas.

Os sindicatos do setor alertaram que o financiamento precário e a existência de poucos e deficientes controles regulatórios afetam significativamente o setor e, de fato, o Ministério do Trabalho paralisou pelo menos 15 projetos de construção no Distrito Nacional por descumprimento das normas de segurança.

Contexto macroeconômico

O Banco Central da República Dominicana confirma a desaceleração . Durante os primeiros quatro meses de 2025, a economia cresceu apenas 2,5% , bem abaixo dos 5,1% registrados em 2024.

setor da construção civil foi o mais afetado, com uma queda de 2,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior, e essa contração reflete a dificuldade de colocar novas unidades no mercado, além da pressão dos custos dos materiais, que limitaram a continuidade dos projetos.

A combinação de projetos de construção paralisados ​​e atividade econômica mais lenta cria um ambiente de incerteza para construtoras e compradores. Grupos do setor insistem que políticas de estímulo e financiamento mais acessível são necessários para evitar que a desaceleração se transforme em uma crise.

A fotografia do mercado

Apesar das dificuldades, a seção VI do ROE 2025 oferece detalhes que nos permitem entender como se comporta a oferta:

– Situação do mercado imobiliário: Os apartamentos dominam a oferta , enquanto as casas estão em declínio.

– Preços: As faixas de preço mostram uma concentração nos segmentos médio e alto. Bairros como Piantini e Los Guaricanos se destacam por terem os preços médios por metro quadrado mais elevados.

– Comodidades e estacionamento: 86,1% dos apartamentos têm estacionamento, em comparação com 46,8% das casas. Dois terços das unidades têm uma vaga de estacionamento e um terço tem duas.

– Distribuição por municípios: Santo Domingo de Guzmán e Santo Domingo Este concentram a maior área individual de construção habitacional ativa.

– Tendências de design: A maioria das casas mais utilizadas tem entre um e dois andares, e predominam unidades com um ou dois banheiros.

O mercado imobiliário dominicano em 2025 reflete um paradoxo: uma oferta ampla e diversificada, mas marcada pela paralisia de projetos.

A queda no setor da construção civil, segundo os indicadores do Banco Central, confirma que o setor atravessa um período de ajustamento , e o desafio imediato será reativar projetos paralisados ​​e garantir que a expansão urbana não fique inacabada.

Em resumo, o ROE 2025-1 oferece um panorama que combina oportunidades e riscos : um setor que continua sendo um motor econômico, mas que precisa de apoio financeiro e regulatório para superar a atual desaceleração.

Classificação Comparativa de Obras – ROE 2025-1

CategoriaEstado geral das obrasEstado das obras em andamento
O que ele mede?O status administrativo/comercial da obra. Se ela ainda está disponível no mercado ou não.O progresso físico da construção nas obras em andamento.
Universo avaliadoTotal de obras registradas: 7.619Área total em construção: 6,3 milhões de m²
Tipos de classificação– Ativo
– Inativo
– Concluído
– Em construção
– Em espera
– Em fase de planejamento / concluído
Principais resultados– 74% ativos (5.635 projetos)
– 22,8% inativos
– 3,3% concluídos
– 68,8% em construção
– 26% paralisadas
– 5,2% em fase de planejamento/correspondentes a obras concluídas
Como interpretar“Ativo” = a obra permanece fazendo parte da oferta de mercado (não é descartada, não é totalmente vendida).Um projeto em andamento pode ser fisicamente paralisado, mesmo que faça parte da oferta disponível.
Relação entre ambas as classificaçõesUma obra pode estar "ativa" no registro, mas seu progresso físico pode ser diferente.Dentro das obras em andamento, uma parcela significativa está paralisada na fase de construção.
Conclusão principal74% das obras ainda são válidas no mercado.Mas, dentro desses 74%, 26% da área está paralisada, o que reflete um nível significativo de inércia no setor.

A entrega de 1.500 títulos de propriedade pela Huacachina fortalece o ambiente de investimento em Punta Cana

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Punta Cana, La Altagracia – O corredor turístico Punta Cana-Higüey, uma das áreas imobiliárias mais dinâmicas do país, está se posicionando em termos de segurança jurídica para a propriedade imobiliária , após a entrega de 1.500 títulos de propriedade a compradores de lotes e casas no projeto residencial Alta Vista Village, desenvolvido pela empresa Inversiones e Inmobiliaria Huacahina, SRL.

A formalização dessas propriedades não só representa um ato de justiça legal para os compradores, como também constitui um passo essencial para garantir o direito de propriedade e fortalecer a confiança dos investidores no desenvolvimento urbano a longo prazo, afirmou o empresário Ismael Rubio, CEO da empresa peruana.

Durante uma reunião com a imprensa, o executivo da Huacachina destacou que a entrega dos títulos de propriedade representa "um passo decisivo para oferecer segurança e apoio às famílias que confiaram no projeto", que já inclui a sétima fase de lotes com 850 casas vendidas e mais de 6 milhões de metros quadrados de terreno adquirido.

Rubio explicou que esta fase de titulação responde ao seu compromisso com um modelo de desenvolvimento urbano responsável e planejado, apoiado por investimento estrangeiro.

“Esse processo de titulação reflete uma visão de desenvolvimento ordenado que integra planejamento urbano, infraestrutura básica e mecanismos de financiamento acessíveis. A emissão de títulos permite que os proprietários consolidem seus ativos, planejem melhorias e participem ativamente da valorização de seus imóveis”, explicou Rubio.

O empresário argumentou que, num contexto em que a segurança jurídica é um fator decisivo para atrair investimento estrangeiro direto, a emissão de títulos de propriedade contribui para o fortalecimento do quadro institucional do país e para o estímulo de setores estratégicos como a construção civil, o turismo residencial e os serviços relacionados.

A construtora Huacachina vendeu 850 unidades de moradia no condomínio Alta Vista Village, localizado em La Otra Banda. (Foto cortesia de Ariel Grasso).

Impacto Econômico e Apoio Internacional

Com novas entregas previstas para os próximos meses, à medida que as obras de infraestrutura progridem, o projeto está impulsionando a criação de empregos — mais de 100 empregos diretos e mais de 500 indiretos — e sustentando parte do dinamismo do setor da construção na região, destacou Rubio.

Ele enfatizou que a Alta Vista Village reafirma sua expansão na República Dominicana por meio de um modelo de planejamento, entregas progressivas e planos de pagamento acessíveis, e que a entrega desses 1.500 títulos de propriedade reafirma seu compromisso com o desenvolvimento ordenado e sustentável de La Otra Banda-Punta Cana.

Ele afirmou que a empresa que representa tem plena confiança e continuará investindo no desenvolvimento imobiliário na República Dominicana.

O Banreservas anuncia um aumento no investimento da diáspora com mais de RD$ 3,143 bilhões em empréstimos hipotecários

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O Banco de Reservas informou que seus escritórios de representação em Nova York, Madri e Miami processaram pedidos de empréstimos hipotecários totalizando mais de RD$ 3,143 bilhões até o momento em 2025, impulsionando o investimento imobiliário da diáspora e consolidando o banco como um aliado estratégico para os dominicanos que vivem no exterior.

Os dados foram apresentados pela engenheira Alieska Díaz, vice-presidente executiva sênior de Administração do Banreservas, durante uma reunião com a comunidade dominicana, autoridades e convidados especiais na cidade de Nova York, onde ela representou o presidente executivo da instituição, Dr. Leonardo Aguilera.

De acordo com um comunicado de imprensa, Díaz reafirmou o compromisso desta administração em fornecer soluções financeiras eficazes e acessíveis aos dominicanos em todo o mundo.

Durante seu discurso, ele explicou que o escritório de Nova York lidera em pedidos de hipoteca , com 492 casos , equivalentes a RD$ 2,486 milhões, seguido por Madri, com 83 pedidos, e Miami, com 59.

“Esses resultados refletem como nossa diáspora não apenas poupa, mas também investe, constrói patrimônio e apoia seu país à distância. O Banreservas está aqui para apoiá-los em cada etapa do processo”, afirmou.

O executivo também informou que, além do crescimento no mercado de hipotecas, os escritórios ali localizados atenderam mais de 65.000 pessoas até outubro deste ano, fortalecendo seu papel como ponte financeira entre os dominicanos no exterior e seu país.

escritório de Nova Iorque lidera em serviços prestados, com 43.238 atendimentos, seguido por Madrid, com 16.687, e Miami, com 4.913.

Durante a reunião, o engenheiro Díaz informou que os escritórios administraram 9.499 novos clientes de contas poupança, dos quais 6.681 correspondem a Nova Iorque.

O representante estava acompanhado por José Obregón, Vice-Presidente Executivo de Negócios Internacionais; Reinaldo Balcacer, Vice-Presidente Administrativo; Yubelkis Mejía, Vice-Presidente de Marketing; Henry Ogando, Diretor Internacional Sênior de Escritórios de Representação; entre outros executivos do Banreservas.

Outros dados relevantes apresentados durante o evento, que contou também com a presença dos cônsules-gerais de Nova Iorque e Nova Jersey, Jesús Vásquez e José Francisco Santana, indicam que em 2025 os escritórios receberam 88.434 chamadas e processaram 46.763 pedidos.

Ouro e prata reafirmam a República Dominicana como o destino preferido no Caribe

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A República Dominicana foi reconhecida com três prêmios de ouro e outras distinções durante o Travvy Awards 2025, realizado no Greater Fort Lauderdale Convention Center, como parte do CruiseWorld.

Esses prêmios, votados exclusivamente por agentes de viagens, confirmam a liderança do país na região e seu posicionamento como um destino preferencial no Caribe.

Entre os prêmios mais relevantes, a República Dominicana conquistou o ouro como "Melhor Destino Caribenho" e "Melhor Destino Gastronômico Caribenho", consolidando sua liderança não apenas por seu posicionamento institucional e comercial, mas também pela qualidade geral da experiência que oferece aos visitantes: praias espetaculares, cultura vibrante, sabores, serviço e autenticidade.

Além disso, o país também foi premiado com ouro como "Melhor Escritório de Turismo do Caribe", uma das categorias mais estratégicas da competição, que reconhece o trabalho de promoção, presença, comunicação, inovação e apoio ao canal comercial.

Além disso, a República Dominicana foi reconhecida com medalha de prata nas categorias: Melhor Destino de Cruzeiro no Caribe e Melhor Destino de Lua de Mel no Caribe, bem como com medalha de bronze como Melhor Destino de Casamento no Caribe.

“É uma verdadeira honra ser reconhecido pelos agentes de viagens, que representam o coração do setor”, disse David Collado, Ministro do Turismo da República Dominicana. “Esses prêmios reafirmam nosso compromisso contínuo em proporcionar experiências excepcionais, desde praias paradisíacas e resorts de luxo até nossa cultura vibrante e hospitalidade de classe mundial.”.

A República Dominicana continua a fortalecer sua oferta e a diversificar as experiências, com a inauguração de novos hotéis e uma estratégia focada em aumentar o valor e a diferenciação do destino em mercados prioritários.

O Travvy Awards, considerado o "Oscar" da indústria de viagens e organizado pelo TravelPulse/Northstar Travel Group, homenageia aqueles que elevam o padrão do turismo global. Este ano, milhares de votos foram recebidos de agentes de viagens, que orientam as decisões de milhões de consumidores nos Estados Unidos todos os dias.

O Travvy Awards reconhece anualmente os principais destinos, produtos e fornecedores de viagens. É considerado um dos prêmios mais influentes do setor, pois seus vencedores são selecionados por consultores de viagens que vendem, recomendam e vivenciam o setor em primeira mão.

Parar às vezes significa seguir em frente, você sabia?

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Neste setor — como em muitos outros — aqueles que perseveram são mais aplaudidos do que aqueles que decidem desistir.
Aqueles que continuam insistindo em um projeto mesmo quando ele já não faz sentido. Aqueles que insistem em fechar um negócio inviável, apenas para evitar "perder" o investimento emocional. Aqueles que terminam um projeto sabendo que ele tinha falhas desde o início... mas o entregam mesmo assim.

Porque desistir de algo é visto como fraqueza. Como falta de liderança. Como se "desistir" fosse a pior coisa que você pudesse fazer.

Mas, muitas vezes, a atitude mais responsável que um líder pode tomar é parar. Avaliar. Repensar. Ou deixar para lá.

Já tive que fazer isso. Projetos com boas intenções, mas sem condições. Clientes com ótimas ideias, mas sem estrutura. Equipes que começaram bem e se desfizeram completamente.

E não foi confortável. Nem rápido. Nem popular. Mas foi a coisa certa a fazer.

A Harvard Business Review fala sobre o "custo do excesso de compromissos": líderes que persistem por inércia, ego ou medo de admitir que já passaram do auge. E esse custo é alto: tempo perdido, talentos esgotados, dinheiro mal administrado e reputação comprometida.

Suspender não é improvisar. É uma decisão tomada com clareza estratégica e respeito pelo propósito original. Implica compreender que liderança não se trata de entregar resultados a qualquer custo, mas sim de construir algo que realmente tenha um futuro.

Não celebro projetos que simplesmente terminam. Celebro aqueles que valeram a pena.

E se alguém não for, não vai. Isso também é liderança.