Agência de Notícias EFE
A empresa de hospedagem de curta duração Airbnb gerou US$ 1,9 bilhão em impostos turísticos nos Estados Unidos, incluindo o Distrito de Columbia e Porto Rico, durante o ano de 2022, dos quais US$ 371 milhões corresponderam à Flórida, informou a empresa sediada em São Francisco.
A empresa, que divulgou esses dados dias antes do prazo final para a declaração de impostos no país, amanhã, 18 de abril, afirmou que o número representa um aumento de 27% em comparação com 2021 e de 130% desde 2019.
Em um comunicado divulgado na semana passada, destacou que esses impostos turísticos "são uma fonte vital de financiamento para os governos locais e as comunidades que eles apoiam, especialmente em áreas que viram suas receitas serem dizimadas pela pandemia de Covid-19".
"Muitas das principais cidades da América do Norte sofreram uma queda drástica na arrecadação de impostos que historicamente provinha dos mercados imobiliários centrais e de escritórios", afirmou a empresa.
Segundo o relatório, a Flórida lidera a lista dos estados que mais arrecadaram impostos sobre o turismo, com US$ 371 milhões, um aumento de 20% em comparação com o ano anterior.
Cada dólar gasto na Flórida pelos hóspedes do Airbnb ajuda pequenas empresas, restaurantes e mantém os moradores da Flórida empregados, "além de beneficiar os anfitriões que, em média, ganharam mais de US$ 14.700 em renda adicional no ano passado", disse Haven Thorn, porta-voz da empresa.
Atrás da Flórida está a Califórnia, que gerou US$ 198 milhões em impostos sobre o turismo em 2022, 25% a mais que em 2021, e depois o Tennessee, com US$ 120 milhões, o que representa 30% a mais que no ano anterior, de acordo com informações fornecidas pela empresa.
Em fevereiro passado, as autoridades da Flórida anunciaram que, em 2022, mais de 137 milhões de turistas visitaram o estado, 13% a mais do que no ano anterior e o maior número desde que os registros começaram.




