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Guia: O que as normas dominicanas exigem dos edifícios em termos de sismicidade?

SANTO DOMINGO – O terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia em 10 de agosto, deixando mais de cem mortos e causando graves danos estruturais em cidades como Cali, Manizales, Pereira e Quibdó, reacendeu uma questão que a República Dominicana não pode se dar ao luxo de adiar: quão preparados estão os edifícios do país para um evento dessa magnitude? A resposta curta, segundo as próprias agências técnicas do Estado dominicano, é preocupante. A grande maioria dos edifícios privados do país, incluindo condomínios onde vive grande parte da classe média urbana, nunca passou por uma avaliação sísmica.

A República Dominicana não é uma observadora distante da atividade sísmica do Caribe. Ela divide a ilha de Hispaniola com o Haiti, uma ilha atravessada de leste a oeste por sistemas de falhas ativas: a Falha Septentrional ao norte e a Falha Enriquillo-Plantain Garden ao sul, a mesma falha que, em janeiro de 2010, causou o terremoto que deixou mais de 200.000 mortos no Haiti. O país também tem seu próprio histórico sísmico: o terremoto de 1946, com magnitude 8,1, gerou um tsunami na Baía de Samaná; e o terremoto de Puerto Plata em 2003, com magnitude 6,5, revelou publicamente a vulnerabilidade de muitas estruturas dominicanas, mesmo a terremotos de magnitude moderada.

Este guia não tem a intenção de causar alarme, mas sim de fornecer orientações. Ele explica o que as normas dominicanas exigem em relação ao projeto sísmico, quem supervisiona o cumprimento dessas normas, como a vulnerabilidade de um edifício existente é avaliada, quais são as responsabilidades da associação de moradores e do administrador do condomínio, e o que qualquer proprietário pode fazer hoje, sem esperar por um terremoto, para determinar se seu edifício está realmente preparado.

1. Qual é o grau de exposição da República Dominicana a terremotos?

O risco sísmico na República Dominicana não é uma hipótese distante; trata-se de uma condição geológica permanente. Toda a ilha está situada na fronteira entre as placas do Caribe e da América do Norte, um contato tectônico que gera dois sistemas de falhas ativas capazes de produzir terremotos de grande magnitude. A Falha Septentrional percorre o norte do país, perto de cidades como Santiago e Puerto Plata; a Falha Enriquillo-Plantain Garden cruza o sul, em direção ao Haiti, e é a mesma estrutura de falha que se rompeu com consequências devastadoras em 2010. Santo Domingo, a cidade mais populosa e economicamente ativa do país, tem grande parte de sua infraestrutura concentrada em áreas de risco sísmico moderado a alto, um risco que vem se agravando ao longo do tempo.

O Regulamento para a Análise Sísmica e o Projeto de Estruturas, conhecido como R-001, divide formalmente o território nacional em duas zonas de acordo com o seu nível de aceleração sísmica espectral de referência: Zona I, com alta sismicidade, e Zona II, com sismicidade média. Esta divisão determina, na prática, o grau de exigência do projeto estrutural de qualquer novo edifício, dependendo da província ou município onde é construído. Um edifício erguido numa zona de alta sismicidade deve suportar forças laterais consideravelmente maiores do que um construído, teoricamente, em condições mais amenas.

2. O quadro legal: Regulamento R-001 e quem monitoriza o seu cumprimento

As normas sísmicas da República Dominicana não surgiram com o terremoto na Colômbia, nem são recentes: elas evoluíram ao longo de quatro décadas, e atualmente são supervisionadas por duas instituições.

  • 1979 — primeiro precedente. As Recomendações Provisórias para a Análise Sísmica de Estruturas foram o primeiro documento dominicano a levar em consideração os efeitos dos terremotos em edifícios.
  • 2011 — Em vigor o Regulamento R-001. O Ministério das Obras Públicas e Comunicações (MOPC) publicou o Regulamento para a Análise e Projeto Sísmico de Estruturas, que estabelece os requisitos mínimos que a análise e o projeto sísmico de qualquer estrutura erguida em território nacional devem atender, tendo como objetivo declarado a segurança humana.
  • O MOPC, por meio de sua Direção-Geral de Regulamentos e Sistemas, é responsável pelas normas técnicas e alvarás de construção.
  • O Onesvie (Escritório Nacional de Avaliação Sísmica e Vulnerabilidade de Infraestruturas e Edifícios), criado em 2001 e formalizado pelo Decreto 103-22, é o órgão técnico que avalia a vulnerabilidade sísmica de edifícios, infraestruturas e serviços essenciais existentes, propõe soluções de reforço estrutural e assessora os setores público e privado em obras de engenharia civil.
  • Mais de 3.000 avaliações realizadas pela Onesvie desde a sua criaçãoconcentraram-se principalmente em escolas, hospitais, pontes e barragens de propriedade pública.
  • O ponto cego do sistema: a R-001 aplica-se, em princípio, a todas as estruturas construídas no país, mas a vigilância ativa do Estado tem-se concentrado historicamente nas infraestruturas públicas, deixando de lado o enorme número de edifícios privados, incluindo condomínios residenciais e comerciais, que se multiplicou nas últimas duas décadas em Santo Domingo, Santiago e nas zonas turísticas do país.

3. Como se avalia a vulnerabilidade sísmica de um edifício existente?

Para um condomínio já existente, a questão relevante não é tanto se ele cumpria o Regulamento R-001 na época de sua construção, mas sim se sua condição estrutural atual seria capaz de resistir ao terremoto previsto para a região. Para responder a essa pergunta, a Onesvie oferece dois níveis distintos de serviço.

  • A Avaliação Visual Rápida (RVA, na sigla em inglês) é um procedimento preliminar e não invasivo que identifica vulnerabilidades estruturais óbvias e prioriza quais edifícios requerem estudos técnicos mais aprofundados. Nas palavras do diretor da Onesvie, é o ponto de partida natural para qualquer proprietário ou administrador que queira começar a entender a condição sísmica de seu edifício sem incorrer em despesas significativas.
  • A Avaliação Detalhada, por outro lado, é um estudo técnico abrangente: com base nas constatações de vulnerabilidade sísmica do edifício, a Onesvie apresenta uma solução estrutural, incluindo plantas e orçamento, para reforçar a construção e adequá-la aos padrões necessários para resistir ao terremoto previsto na região. O processo é formalmente solicitado à instituição, que responde com uma estimativa de custos, formaliza um contrato e realiza as visitas técnicas necessárias antes de entregar o relatório final.

Até algumas semanas atrás, esse tipo de avaliação era aplicado quase que exclusivamente ao setor público. Isso começou a mudar em 28 de julho de 2026, quando a Onesvie e a Comissão de Gestão Integrada de Riscos do Conselho Nacional da Empresa Privada (Conep) realizaram sua primeira reunião formal para definir estratégias conjuntas de prevenção sísmica, visando especificamente estender a metodologia de Avaliação Visual Rápida a edifícios privados. Até o momento, trata-se mais de um acordo de intenções do que de uma obrigação legal generalizada, mas marca uma mudança de abordagem que provavelmente começará a se traduzir, nos próximos meses, em programas concretos direcionados a construtoras, administradoras de condomínios e proprietários individuais.

4. A responsabilidade do consórcio e do administrador perante o risco sísmico

Para quem administra ou reside em um condomínio na República Dominicana, a segurança sísmica não é apenas uma questão técnica; ela tem uma correlação direta com a Lei 5038 sobre Condomínios. Qualquer intervenção estrutural destinada a reforçar um edifício contra riscos sísmicos, desde o revestimento de colunas até a instalação de dissipadores de energia, é, por definição, um projeto que afeta áreas comuns do imóvel e, portanto, requer autorização prévia da associação de condôminos, assim como qualquer outra reforma que afete a estrutura ou a fachada do edifício.

O mesmo princípio aplica-se à despesa de solicitar uma avaliação sísmica formal à Onesvie ou a um engenheiro estrutural privado: se o custo for coberto por fundos do consórcio, deve ser tratado como uma despesa extraordinária, sujeita à aprovação da assembleia e registada na respetiva ata, da mesma forma que qualquer outro desembolso não incluído no orçamento de manutenção regular. O administrador, por sua vez, é responsável por apresentar a questão: convocar a discussão, apresentar orçamentos e, se aprovado pela assembleia, acompanhar o processo de avaliação e, se necessário, qualquer reforço estrutural.

O que nenhum proprietário individual pode fazer, no entanto, é intervir por conta própria em elementos estruturais de sua unidade privada sob o argumento de que se trata de uma melhoria de segurança: conforme explicado no guia da Lei de Condomínios, qualquer modificação que afete a solidez do edifício precisa ser aprovada, sem exceção, pela assembleia.

5. Seguro contra terremotos: o que ele cobre e por que quase ninguém o possui

A outra peça do quebra-cabeça é a financeira, e os números da República Dominicana são, no mínimo, preocupantes.

  • Uma grande proporção de residências na República Dominicana não possui apólices de seguro contra terremotos, de acordo com dados da Superintendência de Seguros.
  • A cobertura sísmica não é vendida como um seguro independente, mas sim como parte do ramo de seguros contra incêndio e áreas afins.
  • Os prêmios subscritos nesse ramo durante 2025 totalizaram RD$ 40.339 milhões, dos quais cerca de RD$ 29.379 milhões foram transferidos para resseguradoras internacionais, um mecanismo que permite ao mercado dominicano gerenciar riscos catastróficos sem assumi-los integralmente com capital local.
  • Segundo o próprio setor, a baixa cobertura de seguros se devea um padrão de comportamento bem conhecido. A maioria das pessoas só contrata seguro residencial como requisito para o financiamento imobiliário e para de renová-lo assim que termina de pagar o empréstimo, sem perceber que o risco sísmico não desaparece junto com a dívida.
  • Em um condomínio, a decisão de contratar ou não um seguro contra terremotos individualmente para cada proprietário, ou coletivamente por meio do consórcio para as áreas comuns, é, em última instância, tomada pela assembleia.
  • É importante distinguir entre seguro de gestão de riscos estruturais: o seguro não reduz a probabilidade de o edifício sofrer danos, mas determina se, quando ocorre um terremoto, o consórcio e os proprietários terão os recursos financeiros para reparar, reforçar ou reconstruir sem assumir diretamente a perda total em seus ativos.

O que vai acontecer em 2026?

O Regulamento R-001 não foi modificado este ano, e não há nenhuma nova obrigação legal exigindo que os condomínios existentes passem por avaliação sísmica até agosto de 2026. O que mudou, como explicado anteriormente, foi a abordagem institucional. A aliança formal entre a Onesvie e a Conep, anunciada em 28 de julho de 2026, marca a primeira vez que a agência técnica estatal e o setor empresarial privado se uniram para discutir a expansão das avaliações visuais rápidas para edifícios privados, o reforço estrutural de edifícios existentes, a promoção de uma cultura de segurança e o fortalecimento da resiliência da infraestrutura crítica por meio de planejamento preventivo.

6. O que um condomínio deve fazer em resposta a esse alerta?

Diante de notícias como o terremoto na Colômbia, a reação mais útil para um consórcio de proprietários não é o pânico ou a inação, mas sim uma análise criteriosa da sua própria situação:

  • Verifique se o edifício possui plantas estruturais originais e certificação do engenheiro responsável pela sua construção, documentos que geralmente são arquivados juntamente com o regulamento do condomínio e são essenciais para qualquer avaliação posterior.
  • Considere solicitar uma Avaliação Visual Rápida da Onesvie, uma etapa preliminar de baixo custo que permite saber se o edifício justifica um estudo mais aprofundado, sujeito à aprovação da assembleia.
  • Analise a situação do seguro do condomínio: se existe uma apólice coletiva para as áreas comuns, o que exatamente ela cobre em caso de terremoto e se os proprietários individuais possuem cobertura sísmica em suas próprias unidades.
  • Elabore ou atualize um protocolo interno de emergência para terremotos, com rotas de evacuação claras, pontos de encontro fora do edifício, localização dos pontos de corte de energia e gás e uma lista atualizada de contatos de emergência.
  • Inclua o assunto na pauta da próxima assembleia, em vez de deixá-lo como uma conversa informal entre vizinhos que nunca se traduz em uma decisão formal.

7. Os erros mais comuns em relação ao risco sísmico em condomínios

A maioria dos condomínios dominicanos atualmente não possui nenhum tipo de plano para casos de terremoto, e essa lacuna geralmente se explica por uma série de suposições que devem ser refutadas uma a uma:

  • Presumir que um edifício é seguro simplesmente porque nunca apresentou problemas visíveis é um erro. A vulnerabilidade estrutural a terremotos nem sempre se manifesta como rachaduras ou danos comuns; somente uma análise técnica pode confirmar ou descartar essa possibilidade.
  • Acreditar que a avaliação sísmica é um procedimento exclusivo do setor público é um equívoco. Como explicado na seção anterior, a recente aliança entre a Onesvie e a Conep visa justamente preencher essa lacuna, e nada impede atualmente que um consórcio privado solicite o serviço.
  • Adiar a decisão para depois da emergência. Solicitar uma avaliação ou contratar um seguro após um terremoto, em vez de antes, geralmente é mais caro e, principalmente, já não protege o que foi perdido.
  • Não inclua a avaliação no orçamento como uma despesa extraordinária formal. Sem a aprovação expressa da assembleia e seu registro em ata, o processo pode permanecer apenas uma intenção informal que nunca se concretiza.
  • Não presuma que o seguro básico contra incêndio cubra automaticamente danos causados ​​por terremotos. A cobertura sísmica geralmente exige uma cláusula ou linha de cobertura específica dentro da apólice de Incêndio e Linhas Afins, e é melhor verificar isso por escrito com a seguradora, em vez de presumir que esteja incluído.
  • Não ter um protocolo de evacuação atualizado. Muitos edifícios possuem rotas de fuga mal sinalizadas ou desconhecidas até mesmo pelos próprios moradores, um problema que pode ser resolvido com uma simples revisão e comunicação interna.
  • Deixar a decisão nas mãos de uma única pessoa. A avaliação sísmica e seus potenciais custos de reforço estrutural são, como qualquer despesa extraordinária, uma decisão coletiva que deve ser aprovada pela assembleia, e não uma decisão unilateral do administrador ou de um proprietário individual.

Tratar o risco sísmico como um problema abstrato e distante é uma questão silenciosa, até que um evento como o da Colômbia o torne, mais uma vez, notícia de primeira página.

8. Estudo de caso: um condomínio decide avaliar sua vulnerabilidade sísmica

Vamos considerar um condomínio de oito andares em Santo Domingo, construído há vinte e cinco anos, cuja associação de moradores nunca discutiu formalmente a atividade sísmica. Após a cobertura da mídia sobre o terremoto na Colômbia, vários moradores levantam a questão no grupo de bate-papo do prédio, e o administrador decide incluir o item na pauta da próxima reunião ordinária.

Na reunião, o administrador apresentou as informações disponíveis. O edifício está localizado em uma zona sísmica de moderada a alta, de acordo com o mapa de zoneamento do Regulamento R-001, e não há registro de que tenha sido submetido a uma avaliação sísmica desde a sua construção. A assembleia discutiu duas opções: solicitar diretamente uma Avaliação Detalhada, que é mais cara, ou começar com a Avaliação Visual Rápida oferecida pela Onesvie como primeiro passo. Optaram pela segunda opção, aprovando a despesa correspondente como item especial no orçamento anual, com o devido registro em ata da reunião.

Semanas depois, com os resultados da avaliação preliminar em mãos, a assembleia se reúne novamente. Se o relatório não detectar vulnerabilidades significativas, o processo pode ser encerrado ali, com a segurança de um diagnóstico verificado; se, no entanto, recomendar um estudo mais aprofundado, então uma decisão deverá ser tomada, seguindo a mesma lógica de aprovação coletiva, sobre se deve ou não prosseguir com uma Avaliação Detalhada e, potencialmente, com um plano de reforço estrutural e seu respectivo orçamento.

9. Perguntas Frequentes

A avaliação sísmica é obrigatória para condomínios existentes na República Dominicana? Até agosto de 2026, não existe uma obrigação legal geral que exija que condomínios privados se submetam a avaliações sísmicas, embora o Regulamento R-001 seja obrigatório para novas construções.

Qual o custo de uma Avaliação Rápida da Visão com a Onesvie? O custo é determinado caso a caso, através de um orçamento fornecido pela própria instituição, após uma solicitação formal do interessado; em qualquer caso, é substancialmente menor do que uma Avaliação Detalhada.

Quem deve aprovar a despesa com uma avaliação sísmica em um condomínio? A assembleia de condôminos, como em qualquer despesa extraordinária, com o respectivo registro em ata.

O seguro contra incêndio do condomínio cobre danos causados ​​por terremoto? Não automaticamente; a cobertura sísmica geralmente requer uma cláusula específica na apólice de Seguro contra Incêndio e Danos Afins, e é aconselhável confirmar isso por escrito com a seguradora.

O que acontece se a avaliação determinar que o edifício precisa de reforço estrutural? A Onesvie apresenta, juntamente com o diagnóstico, uma proposta de solução estrutural com plantas e orçamento, que a assembleia pode aprovar como um projeto de reforço, sujeito às mesmas regras de qualquer remodelação de áreas comuns.

Um proprietário individual pode reforçar a sua própria unidade sem passar pela assembleia? Não, se a intervenção afetar elementos estruturais ou comuns do edifício; tais modificações exigem sempre autorização prévia da assembleia, conforme estabelecido pela Lei 5038.

10. Lista de verificação final para condomínios

  • [✓] Temos as plantas estruturais originais e a certificação do engenheiro responsável pela construção.
  • [✓] A assembleia discutiu formalmente a questão da vulnerabilidade sísmica do edifício.
  • [✓] Solicitamos, ou estamos considerando solicitar, uma Avaliação Visual Rápida da Onesvie.
  • [✓] Verificamos se a apólice de seguro do condomínio inclui cobertura específica para terremotos.
  • [✓] Verificamos se os proprietários individuais têm cobertura sísmica em suas unidades.
  • [✓] Temos um protocolo de evacuação atualizado, com rotas e pontos de encontro conhecidos pelos moradores.
  • [✓] Sabemos onde estão as falhas de eletricidade e gás no edifício.
  • [✓] Temos uma lista atualizada de contatos de emergência.
  • [✓] Quaisquer despesas relacionadas à avaliação ou reforço estrutural estão sendo tratadas como despesas extraordinárias, com aprovação e registro em ata.

Fontes oficiais consultadas

  • Ministério das Obras Públicas e Comunicações (MOPC) — Regulamento para a Análise Sísmica e Projeto de Estruturas (R-001), 2011.
  • Escritório Nacional de Avaliação Sísmica e Vulnerabilidade de Infraestruturas e Edifícios (Onesvie) — Serviços de Avaliação Visual Rápida e Avaliação Detalhada da Vulnerabilidade Sísmica — https://onesvie.gob.do
  • Superintendência de Seguros da República Dominicana (SIS) — Estatísticas do ramo de Incêndios e Ramos Afins, cobertura contra terremotos, 2025-2026.

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Juan David Botero Salcedo
Juan David Botero Salcedo
Jornalista e editora com mais de sete anos de experiência em comunicação estratégica e produção de conteúdo para veículos de comunicação especializados em negócios, economia e cultura. Ela liderou projetos editoriais na Colômbia e na República Dominicana e colaborou em iniciativas de conteúdo sobre negócios e sustentabilidade. Pensamento crítico, clareza editorial e criatividade são suas marcas registradas.
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