Isso possibilitará a futura criação do Laboratório Nacional de Engenharia Resistente a Terremotos.
SANTO DOMINGO, RD. – A Pontifícia Universidade Católica Madre y Maestra (PUCMM) e o Escritório Nacional de Avaliação Sísmica e Vulnerabilidade de Infraestruturas e Edificações (Onesvie) assinaram, na última quarta-feira, um acordo de colaboração para a criação de um centro de pesquisa especializado na gestão integral do risco de desastres, com foco especial na redução do risco sísmico.
O Centro de Pesquisa sobre Resiliência e Riscos Multirriscos (CIRRMA-ONESVIE-PUCMM) tem como objetivo capacitar pessoal para conduzir pesquisas multidisciplinares que contribuam para a redução de riscos. Ele também prepara o terreno para a futura criação do Laboratório Nacional de Engenharia Resistente a Terremotos.
O acordo foi assinado pelo reitor da universidade, o reverendo padre Dr. Secilio Espinal, e por Leonardo Reyes Madera, diretor-geral da Onesvie, de acordo com um comunicado de imprensa.

Reverendo Secilio Espinal e Leonardo Reyes Madera assinam o acordo. (Fonte externa).
Durante a cerimônia de assinatura, o diretor da Onesvie explicou que, embora a República Dominicana seja um país sismicamente ativo, não tem sofrido terremotos com muita frequência. “Portanto, tendemos a pensar que a terra não vai tremer novamente, e isso levou a um estado de complacência. Isso atrasou significativamente o desenvolvimento de medidas de prevenção, atualizações de normas e conscientização pública”, explicou o funcionário, enfatizando que este acordo ajudará a superar essa complacência.
O Dr. Secilio Espinal expressou sua gratidão pela confiança depositada na instituição para promover esta iniciativa e destacou o papel que a academia e a pesquisa científica, juntamente com o setor público, desempenham na conscientização e no desenvolvimento de políticas públicas sobre uma questão crucial para o país, como a resiliência a desastres, o planejamento do uso da terra e o desenvolvimento urbano.
A professora Ashley Morales Cartagena, diretora do CIRRMA, destacou que essa colaboração entre governo e academia cria uma estrutura a serviço do país, onde serão realizados trabalhos com parceiros locais e internacionais para fortalecer a capacidade de resiliência da nação.




