“Além disso, importamos 36,5% do ferro e do aço fundido que consumimos da Ucrânia”, informou Figueroa.
SANTO DOMINGO– “A República Dominicana não pode se sentir distante ou indiferente ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia, visto que somos importadores líquidos de petróleo, gás natural, soja, sorgo, trigo e milho, o que se refletirá em aumentos imediatos de preços”, declarou hoje Homero Figueroa, porta-voz e diretor de Estratégia e Comunicação do Governo.
Em comunicado, ele afirmou que o governo dominicano está trabalhando nas medidas necessárias para reduzir o impacto que o ataque da Rússia à Ucrânia terá na economia local e indicou que este é um momento que exige, mais uma vez, a união de todo o país.
Por isso, pedimos aos atores políticos que ajam com responsabilidade na gestão da questão dos preços; pedimos aos setores produtivos que partilhem o fardo; e pedimos aos cidadãos que confiem que as suas autoridades farão tudo o que for necessário para garantir o mínimo de perturbação possível na vida de todos. Como sempre no passado, superaremos este desafio e sairemos mais fortes”, explicou.
Ele salientou que todo evento global também é local e que a inflação internacional pós-pandemia que nos afeta será agora mais intensa e duradoura devido a esse conflito.
“Além disso, importamos 36,5% do ferro e do aço fundido que consumimos da Ucrânia”, informou Figueroa.
Ele detalhou que a Rússia lançou uma operação militar contra a Ucrânia e que o governo ucraniano pediu ajuda à comunidade internacional; e as potências ocidentais informaram que responderiam de forma decisiva para responsabilizar a Rússia por uma ação militar que causará muito sofrimento humano.
“As declarações duras de todos os lados prenunciam um possível conflito que poderá ser de grande escala.”




