SANTO DOMINGO - Desde 2020, a República Dominicana criou 100 novas rotas aéreas comerciais, posicionando o país como um dos polos de aviação civil de crescimento mais rápido no Caribe e na América Latina.
A informação foi divulgada ontem pelo presidente da Junta de Aviação Civil (JAC), José Marte Piantini, após presidir a segunda sessão ordinária plenária daquele órgão, referente ao mês de outubro deste ano.
Um comunicado de imprensa da entidade afirma que, no período atual de 2023, "a atividade aérea nacional na República Dominicana apresenta-se forte e vigorosa, nos primeiros dez meses deste ano".
Marte Piantini especificou que, desde 2020, a aviação civil dominicana tem sido uma indústria estratégica que promove o crescimento econômico e o desenvolvimento nacional. “Mais de cem novas rotas aéreas de e para o território dominicano foram estabelecidas”, afirmou, destacando que esta é a primeira vez que um número tão grande de novas conexões é estabelecido em apenas três anos, refletindo a importância do papel que a aviação comercial desempenha no país.
Em relação à Lei 57-23, ele afirmou que o presidente Luis Abinader está colocando o país na vanguarda da aviação civil. "Há muito tempo defendo que o presidente é o pai da aviação civil na República Dominicana, e esta nova lei comprova isso", enfatizou o presidente do órgão regulador da aviação comercial do país.
Ele explicou que a nova lei aumentará o número de visitantes que chegam por via aérea e, consequentemente, promoverá o estabelecimento de novas rotas de e para mercados estratégicos.
Ele explicou ainda que a Lei 57-23 fortalecerá o território dominicano como ponto de conexão para o transporte de cargas e investimentos internacionais.
Ele enfatizou que, em termos de conectividade aérea, graças aos esforços do Conselho de Aviação Civil e de outras instituições do setor, a República Dominicana conseguiu se posicionar como uma das indústrias de aviação de crescimento mais rápido da região.




