SANTO DOMINGO- "A Primeira Cidade, Gênese do Urbanismo no Novo Mundo" é o livro lançado esta semana pelo arquiteto Mayobanex Suazo, no qual o autor explica a evolução urbana da cidade de Santo Domingo, a Primeira Cidade da América.
Suazo é um proeminente urbanista dominicano, com ampla formação nacional e internacional em urbanização territorial, reconhecido por sua carreira como educador e pesquisador.
O autor argumentou que o ponto de partida da obra é mostrar o funcionamento interno de uma cidade que se tornou a principal capital da América Central e do Caribe.
"Uma cidade que desperta paixões, especialmente naqueles de nós que escolhemos o planejamento urbano como princípio orientador de nosso trabalho profissional.".
Ele comentou que a obra analisa os aspectos socioculturais e ambientais que afetam Santo Domingo atualmente, a fim de compreender os problemas gerados ao longo de seu processo evolutivo.
"Essa última abordagem, em um interessante artigo escrito para este livro pela Dra. Sylvia Kloster, Diretora de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Ecologia da República Argentina", indicou Suazo.
Ele afirmou que, motivado por um interesse genuíno e apaixonado por sua cidade, concluiu apresentando uma proposta urbana e ambiental que aproveita o potencial geográfico da área para inseri-la efetivamente no movimento de sustentabilidade.
Ele afirmou que, para gerir de forma otimizada as necessidades refletidas no diagnóstico que servirá de base, é necessário oferecer soluções que correspondam ao crescimento urbano da capital dominicana e torná-la um habitat mais sustentável.
O autor de La Primada identificou a falta de planejamento urbano como um dos males históricos que afetaram a cidade de Santo Domingo.
"Depois de Diego e Ovando, 95% do território de Santo Domingo cresceu sem planejamento", afirmou ele em seu discurso de abertura na apresentação da obra.
Com relação ao desenvolvimento urbano da cidade de Santo Domingo, o urbanista Suazo criticou a "baixa participação" dos urbanistas na Lei de Ordenamento Territorial atualmente em implementação no país, exigindo o envolvimento técnico de mais arquitetos na estruturação das normas para a aplicação da referida legislação, juntamente com os planos de desenvolvimento urbano.
Ele reconheceu que medidas importantes foram tomadas nos últimos anos, especialmente no Distrito Nacional, no que diz respeito ao fortalecimento do planejamento do uso da terra.
Com informações do Diario Libre.




