SANTO DOMINGO– A ACOPROVI, Associação de Construtores e Incorporadores Imobiliários, declarou ontem que, caso as medidas da Organização Mundial do Comércio (OMC) sejam implementadas, poderão levar a uma queda nos preços das barras de aço corrugado para construção civil provenientes da Costa Rica, o que, por sua vez, geraria um efeito cascata benéfico para os compradores de imóveis.
A Comissão para a Regulação das Práticas Comerciais Desleais e Medidas de Salvaguarda (Comissão para a Defesa do Comércio) iniciou uma fase de revisão e análise do relatório de um painel de resolução de disputas da OMC que apoia a Costa Rica em sua disputa com a República Dominicana.
O relatório se refere às antidumping impostas na República Dominicana à importação de barras ou vergalhões de aço corrugado ou deformado para reforço de concreto originários da Costa Rica.
"A decisão da OMC favoreceria a livre concorrência no mercado internacional, onde o consumidor se beneficia de preços mais baixos e maior inovação em bens e serviços", enfatizou a organização que representa as construtoras.
Segundo dados do Banco Central, produtos metálicos como o aço para construção representam 25,9% dos insumos utilizados na construção civil, explicou a ACOPROVI em comunicado à imprensa.
Nesse sentido, ele opinou que uma diminuição no custo desses insumos ajudaria a neutralizar a tendência de alta nos preços da construção nos próximos anos, reduzindo o valor dos imóveis e tornando-os mais acessíveis.
"Na ACOPROVI, temos acompanhado de perto as tendências de preços no mercado internacional, com o objetivo de acessar as melhores opções e os mais altos padrões de qualidade para a construção de nossos projetos residenciais ou comerciais", enfatizou a associação.




