SANTO DOMINGO– A Agência de Aviação Civil (JAC) informou hoje que espera encerrar dezembro com um milhão de passageiros a mais chegando e partindo, em comparação com o total alcançado em 2019, e atingir sua estimativa de 15,5 milhões de viajantes, o que representaria um aumento de 7,23% em relação ao número de passageiros transportados no ano anterior à pandemia.
A empresa afirmou em um comunicado à imprensa que os meses de abril a dezembro deste ano foram os melhores da história em termos de chegadas e partidas de passageiros, totalizando 11.661.695 passageiros transportados durante esse período.
Ele informou que, em 28 meses, de agosto de 2020 a dezembro de 2022, durante o governo de José Ernesto Marte Piantini, 28.118.629 passageiros entraram e saíram do país, resultando em receitas diretas e indiretas estimadas em US$ 25.888 milhões e na recuperação de mais de 400.000 empregos diretos e indiretos.
“Em 2022, o Conselho analisou 49 pedidos de serviço, aprovando 9 emissões de licenças de operação e/ou certificados de autorização econômica, 22 renovações e 18 pedidos de alteração para incluir novas rotas, dobrando assim os serviços aprovados no ano passado, 2021”, revelou Marte Piantini.
Ele explicou que, com a iniciativa apresentada ao Congresso Nacional pelo presidente Luis Abinader, referente ao Projeto de Lei para a Promoção e Competitividade da Aviação Civil Nacional, os níveis de concorrência das companhias aéreas dominicanas serão fortalecidos, posicionando o território dominicano como um ponto de conexão para o transporte de passageiros e cargas, e continuando a promover o investimento internacional.
Ao celebrar os 16 anos da Lei de Aviação Civil 491-06 da República Dominicana e a criação do Conselho de Aviação Civil (JAC), o presidente da organização destacou o crescimento extraordinário do setor, resultante da correta implementação das prerrogativas da Lei e suas modificações, bem como do apoio do Governo à aviação comercial.
O funcionário público destacou a estabilidade que o transporte aéreo dominicano vem vivenciando atualmente desde o processo iniciado em 2004 para a elaboração da Lei de Aviação Civil, que foi finalmente promulgada em 2006, dando continuidade às ações realizadas pela JAC para o estabelecimento de novas companhias aéreas, novas rotas e mais destinos.
“Nos últimos dois anos, conquistamos maior segurança jurídica, o que incentiva a confiança dos investidores estrangeiros nas companhias aéreas nacionais, permitindo a aplicação efetiva da Lei 491-06, que possibilitou o desenvolvimento do transporte aéreo dominicano”, destacou.
Marte explicou que, graças à exceção liberalizada da lei em relação à propriedade substancial, a República Dominicana agora está em pé de igualdade com outros países na atração de investimentos estrangeiros para operadores aéreos nacionais. O presidente do Conselho de Aviação Civil (JAC) também enfatizou que essa legislação colocou a aviação dominicana nos mais altos níveis em termos de regulamentações e padrões estabelecidos pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI).
Outro aspecto atrativo da Lei são as autorizações especiais que a JAC pode conceder às companhias aéreas para explorar o mercado dominicano por um determinado período, e posteriormente solicitar autorizações permanentes para o estabelecimento de rotas regulares de e para o país. Esse mecanismo, juntamente com outras estratégias implementadas durante a administração de Marte Piantini, permitiu a recuperação do transporte aéreo, atraindo operações aéreas para a República Dominicana após a reabertura das fronteiras em meio às restrições da COVID-19.
Durante o período de agosto de 2020 a dezembro de 2022, foram autorizados 6.950 voos sob a modalidade de Permissão Especial e 35.185 voos charter de passageiros e carga, que, somados às operações regulares, totalizaram 230.974 operações.




