Em seu relatório divulgado nesta sexta-feira de manhã, as autoridades venezuelanas revelaram que até o momento há 589 mortos e cerca de 3.000 feridos, em decorrência dos terremotos que atingiram o país sul-americano na última quarta-feira, atualmente imerso em uma tragédia com prédios desabados, desaparecidos e tremores secundários que não cessam, gerando pânico constante na população.
A presidente interina Delcy Rodríguez explicou que o número de mortos subiu de 235 na quinta-feira para 589 na manhã de sexta-feira, durante uma reunião com altos funcionários militares e civis transmitida pela televisão estatal.
Diversos países chegaram ao local para ajudar nos esforços de resgate, entre eles a Unidade Militar de Emergência (UME) da Espanha, com 59 pessoas, 8 cães especializados e equipamentos de primeiros socorros, enquanto as autoridades informaram que bombeiros especialistas em resgates em estruturas desabadas viajarão hoje.
Além das tarefas de remoção de escombros e resgate de pessoas, o governo venezuelano está realizando um levantamento das condições dos prédios danificados pelo terremoto que não desabaram, estimados em mais de 200.
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