Organizar, regular e dar continuidade é o ideal para a economia
Por Pedro Ardón
El Inmobiliario
SANTO DOMINGO -Annerys Meléndez, presidente da Associação Dominicana de Construtores e Incorporadores Imobiliários (ACOPROVI), critica e analisa a atual situação da deportação de cidadãos haitianos, destacando que uma repatriação desordenada só levaria à paralisação das obras e ao descumprimento dos prazos de entrega dos projetos de construção.
Ele destacou a realidade inegável de que, na maioria dos países, são os imigrantes que realizam o trabalho forçado que os nativos não estão dispostos a fazer, enfatizando a "construção".
Ele afirmou que a Acoprovi reconhece a importância de regularizar a mão de obra haitiana empregada em trabalhos de construção rudimentares, que muitas vezes não contam com a preferência e o interesse dos dominicanos.
"A operação de repatriação haitiana é uma excelente oportunidade para identificar trabalhadores migrantes que preencham os requisitos para autorizações de trabalho e, assim, facilitar a formalização dos trabalhadores necessários para esses empregos rudimentares", observou ele.

Annerys Meléndez. (Fonte externa).
A líder expressou a confiança de sua instituição de que políticas públicas capazes de garantir uma regulação ordenada da migração, que fomente o desenvolvimento sustentável de um setor chave da economia nacional, continuarão a ser promovidas pelo Estado e pela operação que está sendo realizada.
“Uma operação de imigração desorganizada que não permita a nacionalização gradual dos trabalhadores da construção civil, por não respeitar a preferência dos dominicanos por empregos específicos dentro do setor, só levará à paralisação dos projetos de construção e à consequente incapacidade de cumprir os prazos de entrega, ou seja, um efeito negativo no setor da construção habitacional que afeta os próprios compradores dominicanos”, acrescentou.
O exemplo conclui afirmando que haveria consequências econômicas irreversíveis nos projetos, aumentando assim o preço da habitação.
Ele incentivou o público a continuar acompanhando o caso, garantindo sempre que ele seja tratado com respeito aos direitos humanos. "Assim como todos os outros, estamos prestando muita atenção às informações oficiais.".




