Ele garantiu que cada setor será analisado para que o desenvolvimento do país possa continuar.
Ontem, quarta-feira, em Pedernales, durante a inauguração da segunda fase do Porto de Cabo Rojo, o Presidente Luis Abinader assegurou que no projeto de reforma tributária o Governo atuará como sempre, buscando o maior consenso possível.
O governador afirmou que está empenhado nessa reforma, mesmo sabendo que muitas dessas receitas não serão arrecadadas durante seu mandato, mas insistiu que precisa respeitar os direitos adquiridos em relação a muitas das isenções e incentivos que funcionaram bem por muitos anos.
Ele afirmou que todas as isenções e incentivos estão sendo revistos e que muitos deles, como o turismo, já apresentam um desempenho muito bom. Acrescentou que será analisado para garantir o desenvolvimento contínuo do país.
No caso de Pedernales, ele esclareceu que os incentivos não estão sendo cortados porque se trata de uma província que também possui desenvolvimento fronteiriço, e citou como exemplo o fato de que cada projeto adquiriu direitos por 15 anos, os quais serão respeitados.
"Que o diálogo e o consenso continuem, e buscaremos uma reforma. Senhores, eu preferiria não fazê-lo e concordaria plenamente, mas isso não seria uma tarefa responsável ou patriótica", disse ele à imprensa após cortar a fita para inaugurar a segunda fase das instalações do Porto de Cabo Rojo e receber o terceiro navio de cruzeiro com mais de 3.000 passageiros.
O presidente afirmou que todos concordam com a necessidade de reforma e que ela está inclusive prevista na Estratégia Nacional de Desenvolvimento. "Cabe a nós realizá-la com grande responsabilidade. Ninguém quer fazer uma reforma, ninguém quer fazê-la, cabe a nós e estamos assumindo essa responsabilidade.".
Nessa mesma linha, ele afirmou que é uma responsabilidade que assumiu para com o país e expressou confiança de que, junto com todos os dominicanos, "sairemos dessa crise, a economia continuará a crescer e continuaremos a fornecer assistência social e a atender aqueles que mais precisam".
Ele lembrou que a proposta da equipe econômica sempre deixou claro que se destinava à discussão no Congresso. "As discussões começaram ontem, continuarão hoje, haverá audiências públicas amanhã e, se necessário, prosseguirão por mais um dia.".




