Graças aos seus múltiplos instrumentos, é possível obter um retorno superior ao da banca tradicional.
Por Danielis Fermín
El Inmobiliario
O casal, José e María (nomes fictícios), decidiu planejar com antecedência a compra de sua primeira casa para que pudessem se casar. Ambos estão animados para dar início ao processo de construção de seu lar.
Enquanto pesquisavam opções de poupança, José falou para María sobre fundos de investimento. "Li que são uma boa maneira de fazer nossas economias crescerem a longo prazo", explicou. María assentiu, com um semblante esperançoso. O casal concordou que, embora já tivessem economizado, precisavam de uma estratégia para atingir seu objetivo de forma mais rápida e segura.
Tomada a decisão, resolveram conversar com o amigo, o economista Francisco Tavárez, para obter mais informações sobre o assunto. María, sem hesitar, perguntou-lhe sobre a situação do mercado de ações no país.
“Evoluiu dinamicamente nos últimos anos. Estamos diante de um mercado em constante expansão que oferece oportunidades de rentabilidade e desempenho financeiro mais atraentes do que os modelos tradicionais de poupança bancária”, explicou o especialista.

Francisco Tavárez. (Fonte externa)
Enquanto José e María ouviam atentamente, Tavárez falou-lhes sobre fundos de investimento, explicando que "são entidades que reúnem dinheiro de várias pessoas para investir numa vasta gama de instrumentos financeiros".
Ele listou as vantagens de alocar capital a esses setores, destacando a diversificação de investimentos como uma das principais: “O investimento pode ser feito em diferentes instrumentos, como títulos, ações e projetos em variados setores econômicos: turismo, energia, fundos fiduciários, imobiliário, entre outros.”.
“Outro benefício é a acessibilidade, pois permite investimentos sem limites de valor e sem comissões por transação”, afirmou, acrescentando enfaticamente que “a segurança do sistema é garantida, uma vez que os fundos são regulamentados pela Superintendência do Mercado de Valores Mobiliários”.
“O que você está dizendo parece muito interessante”, interrompeu Maria, explicando que eles estavam no processo de economizar para comprar a casa e que gostaria de saber se seria uma opção lucrativa investir no mercado de ações.
“Claro!”, respondeu Tavárez, observando que “os melhores instrumentos de poupança atualmente disponíveis são os do mercado de ações, considerando seu potencial de retorno a longo prazo”.
No entanto, ele especificou que é importante entender como funcionam, sua natureza e os tipos de instrumentos de investimento, para estar bem informado e tomar as melhores decisões possíveis de acordo com seu perfil de risco, objetivos e liquidez.
“Os melhores instrumentos de poupança ou investimento dependem de objetivos de médio e longo prazo. Um título emitido pelo Ministério das Finanças ou pelo Banco Central pode ser uma boa opção se você busca retornos previsíveis durante um período específico”, disse ele.
Além disso, ele recomendou avaliar investimentos em ações, como participações societárias, caso se busque algo mais dinâmico e dependente da gestão empresarial da empresa emissora das ações adquiridas.
“Atualmente, acredito que sejam melhores opções financeiras do que uma conta poupança, um certificado financeiro ou qualquer outro instrumento do mercado financeiro tradicional”, concluiu.
As respostas foram precisas e esclarecedoras para José e María, que queriam continuar economizando, mas de forma inteligente, para poderem "casar com a casa própria" o mais rápido possível.

Foto: Canva
Artigo originalmente publicado na 9ª edição da revista impressa El Inmobiliario .




