SANTO DOMINGO - O influenciador e YouTuber Gary de Arriba, que promove destinos na República Dominicana, disse que retornará hoje ao Ministério Público para tentar resolver o caso de invasão de sua propriedade na Cidade Colonial, que, segundo sua denúncia, está sendo ocupada ilegalmente por uma mulher.
O Andarilho, como se identifica em suas redes sociais, explicou em um segundo vídeo publicado em suas contas digitais na última sexta-feira que adquiriu o imóvel há cerca de três ou quatro anos, por meio de uma instituição bancária renomada no país, e que cumpre religiosamente o pagamento do financiamento imobiliário.
Ele afirmou que a propriedade possui toda a documentação em ordem e que não há problemas, atribuindo a ocupação a "truques" supostamente usados pela pessoa que ele acusa da invasão.
“Detesto esta situação e ter de ser criticado por algo tão desagradável. Sinto-me impotente, sinto que os meus direitos estão a ser violados; estes são truques que essa pessoa usa para tornar a vida difícil para as pessoas decentes”, comentou o Andarilho.
“Na segunda-feira (hoje), irei ao gabinete do promotor para apresentar meus documentos, mas, enquanto isso, não posso entrar na propriedade”, disse ele no vídeo que teve mais de cinco mil comentários ontem.
Os fatos
Em um vídeo divulgado na tarde da última sexta-feira, o influenciador Gary de Arriba explica a situação desconfortável que estava vivenciando com dois policiais que tentavam prendê-lo enquanto ele denunciava a ocupação de sua casa por um estranho.
"Estou na minha propriedade. Vocês viram quando comprei esta propriedade há mais de três anos, e agora um invasor se instalou aqui, e a polícia está me tirando da minha casa algemado, uma casa que pago ao banco todos os meses", disse ele, furioso.
Mais tarde, ele publicou um segundo vídeo em sua conta do Instagram explicando que na sexta-feira foi contatado por alguém que o informou que sua casa, localizada na Cidade Colonial, havia sido invadida por uma mulher que, segundo seu relato, arrombou a porta da frente e a fechadura.
“Eu não estava aqui. Enviei minha companheira. Ela abriu a porta voluntariamente para ele e explicou que a propriedade pertence a ela e que havia contratado alguém para fazer a limpeza.”.
Ele acrescentou que, no meio da discussão sobre a propriedade, a senhora, cujo nome ele não revelou, ligou para o 911 alegando estar sendo agredida e que havia um intruso em sua propriedade. Foi então que a Polícia Nacional chegou e concordou em entregar uma chave a cada um dos envolvidos, orientando-os a comparecer à promotoria para tratar do caso.
“Quando fui ao gabinete do promotor, descobri que o promotor não estava lá, então decidi ir até a propriedade e constatei que a fechadura havia sido trocada novamente, a porta não abria com a minha chave e havia duas pessoas morando lá dentro”, explicou ele.
Ele disse que, momentos depois, a mulher apareceu e ele mostrou os documentos a ela. "Disseram-me que ela faz isso com frequência e que desta vez era a minha vez." Após acionar a Polícia Nacional, ficou decidido que seriam entregues cópias das chaves a ambos, que não poderão usar o imóvel até que o Ministério Público determine o contrário.




