SANTO DOMINGO - De dezembro de 2023 ao mesmo período de 2024, o Índice de Custo Direto da Habitação (ICDV) apresentou uma variação acumulada de 3,32%, segundo relatório do Instituto Nacional de Estatística (ONE).
O último relatório do ano dessa organização mostra que, ao comparar os resultados de dezembro de 2024 com os de 2023, o índice apresentou uma variação de 3,32%, após constatar que, no décimo segundo mês do ano passado, o ICDV foi de 227,68 em média, registrando uma queda de 0,46 pontos em relação a novembro, que foi de 1,25 227.22.
Segundo as publicações da agência, julho foi o mês que registrou o maior aumento no ICDV, atingindo 233,84, seguido por junho, que alcançou 233,12.
dezembro
Por tipo de habitação, o ICDV de dezembro foi de 232,10 para casas unifamiliares de um andar; 229,97 para casas unifamiliares de dois andares; 224,41 para habitações multifamiliares de quatro andares; e 224,26 para habitações multifamiliares de oito andares ou mais.
Em relação aos grupos de custos, as variações mensais apresentaram um aumento de 0,84% para ferramentas; um aumento de 0,40% para materiais; e um aumento de 0,35% para máquinas; enquanto a mão de obra permaneceu inalterada em 0,00%. Por outro lado, a principal queda foi registrada em subcontratos, com uma redução de -0,07%.
Na análise das principais variações mensais por subgrupos de custos, observaram-se aumentos em fios, pregos, zinco e outros, com 2,78%, tinta com 1,31%, módulos, balcões e disjuntores com 1,27% e madeira com 1,22%.
Da mesma forma, elevadores, geradores elétricos e tetos abobadados apresentaram um aumento de 1,02%. Por outro lado, foram registradas reduções em tubos e conexões de PVC (-3,88%), em serviços de acabamento terceirizados (-1,29%), enquanto o aço apresentou uma redução de -0,70%
Assim foram os preços dos materiais de construção mês a mês no ano passado, de acordo com a publicação ONE.
Janeiro
Dezessete materiais de construção e produtos relacionados registraram aumento de preço em janeiro, segundo o boletim do ICDV, sendo que o maior aumento ocorreu nos agregados, com uma alta de 7,85%.
O relatório do Instituto Nacional de Estatística (INE), especificamente do departamento de estatísticas correntes e da divisão de índices de preços, indica que a única queda em janeiro de 2024 foi nos preços dos combustíveis, com um recuo de 0,13%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi de 221,74 no primeiro mês do ano.
Fevereiro
Em fevereiro, o ICDV foi de 222,55, com a maior variação ocorrendo em acessórios elétricos, com um aumento de 5,93%, enquanto os subgrupos blocos e outros apresentaram um aumento de 2,36%; fios, pregos, zinco e outros, com 2,10%; tubos e peças de PVC, com 1,64%; cimentos e colas, com 1,35%; e aços, com 1,29%.
Marchar
O segmento de acessórios elétricos manteve sua tendência de alta pelo segundo mês consecutivo, registrando um aumento de 5,80% em março.
A variação do ICDV por grupo de custos foi a seguinte: ferramentas com 5,17%; materiais com 0,36%; máquinas com 0,19%; e mão de obra com 0,00%, destaca o documento.
As principais variações foram observadas em acessórios elétricos, com 5,80%; ferramentas, com 5,17%; fios elétricos, com 1,54%; aços, com 1,41%; blocos e outros itens, com 0,95%; e fios, pregos, zinco e outros itens, com 0,91%. Durante este mês, o ICDV foi de 222,78.
abril
O ICDV (Índice de Variação de Preços ao Consumidor) para o quarto mês do ano foi de 223,73 , com agregados a 5,99% e tintas a 5,97%, registrando as principais variações de preço em abril de 2024, de acordo com o relatório.
O boletim mensal da agência destacou que medidores e disjuntores também registraram aumentos, com 3,85%; madeira, com 1,54%; pisos e cerâmicas, com 1,48%; e equipamentos e aparelhos para instalações hidráulicas e sanitárias, com 1,20%.
Poderia
As principais variações foram observadas em ferramentas, com um aumento de 3,29%; subcontratos, com um aumento de 1,32%; e mão de obra, que permaneceu inalterada em 0,00%. O ICDV para este mês foi de 224,24.
Em relação aos subgrupos de custos, as principais variações foram observadas na subcontratação de carpintaria, com 5,77%; ferramentas, com 3,29%; elevador, com 1,61%; subcontratação de serralheria, com 1,19%; fios elétricos, com 1,00%; e equipamentos e acessórios de encanamento e sanitários, com 0,37%.
Junho
Os custos de mão de obra no setor da construção civil, juntamente com alguns materiais como arame, pregos e zinco, registraram um aumento de 12% ou mais em junho, o que fez com que o ICDV (Índice de Custo da Construção) ficasse em 233,12.
Com relação aos grupos e subgrupos de custos, as principais variações mensais foram observadas na mão de obra, com um aumento de 12,00%; e no grupo de fios, pregos, zinco e outros, com 12,78%, respectivamente.
Segundo o boletim mensal publicado pela ONE, de dezembro de 2022 até essa data, o índice apresentou um aumento acumulado de 5,79%.
“Ao comparar os resultados de junho de 2024 com os de junho de 2023, o índice apresentou uma variação de 6,18%”, destaca a organização.
Julho
O ICDV, na província de Santo Domingo e no Distrito Nacional, registrou um aumento de 7,82% até julho deste ano, atingindo 233,84.
As principais variações mensais em termos de materiais de construção foram observadas em fios elétricos, com 8,87%; cimentos e colas, com 2,53%; equipamentos e aparelhos de encanamento, com 0,65%; pisos e cerâmicas, com 0,44%.
Na análise por categorias realizada pela agência, os aumentos no sétimo mês de 2024 foram mais notáveis na categoria de materiais, com um aumento de 0,51%, e em ferramentas, com um aumento de 0,06%. Os custos com mão de obra permaneceram inalterados em 0,00%.
Agosto
O ICDV caiu este mês para 227,60, enquanto os principais aumentos mensais foram registrados em pisos e cerâmicas, com um aumento de 3,02%; blocos e outros, com 2,60%; artigos elétricos diversos, com 1,85%; e cofres, com 0,85%; e materiais, com um aumento de 0,29%.
Setembro
Comparando os resultados de setembro de 2024 com os do mesmo período de 2023, o Índice de Custo Direto da Habitação (ICDV) registrou um aumento de 5,43%, segundo dados do ONE (Escritório Nacional de Estatísticas). O índice ficou em 228,11.
Segundo o relatório da entidade, as variações mensais mostram aumentos em tubos e peças de PVC, com 7,80%; blocos e outros, com 2,56%; elevadores, com 2,06%; aço, com 0,98%; módulos, medidores e disjuntores, com 0,68%.
outubro
O ICDV foi de 227,59. Embora tenha sido registrada uma ligeira queda de 0,52 pontos, o índice apresentou um aumento acumulado de 3,28% desde dezembro de 2023. Além disso, em comparação com outubro de 2023, o indicador aumentou 5,61% nos últimos 12 meses, segundo o relatório mensal divulgado pela agência.
Os materiais registraram um aumento de 0,63%, as máquinas subiram 0,08% e a mão de obra permaneceu inalterada.
Em relação aos aumentos nos subgrupos de custos, as variações mensais refletiram aumentos nos subcontratos de ferreiros (2,91%), nos agregados (0,81%), nos fios elétricos (0,52%), nos geradores elétricos (0,23%) e, finalmente, nos elevadores (0,17%).
novembro
O relatório estatístico colocou o ICDV em 227,22, observando que houve um aumento de 0,06% em máquinas, 0,01% em subcontratos, enquanto a mão de obra permaneceu inalterada.
Foram registadas diminuições nas ferramentas (-0,09%) e nos materiais (-0,22%).




