A nova unidade, encarregada de monitorar e supervisionar as principais vias a fim de eliminar construções irregulares de casas, comércios, travessias informais ou outras obras que possam causar acidentes nessas importantes estradas, conseguiu interromper, notificar, desmantelar e/ou demolir 381 obras.
SANTO DOMINGO -A Unidade de Controle de Direitos Rodoviários (Codevial), vinculada à Comissão Militar e Policial (Comipol) do Ministério de Obras Públicas, informou que demoliu ou desmantelou 114 construções que violavam o direito de passagem em estradas em diferentes partes do país.
A legislação estabelece que devem ser deixadas margens de 20, 30 e 40 metros em ambos os lados das estradas ou rodovias, dependendo se são estradas principais, secundárias ou locais.
A entidade designada para supervisionar o cumprimento da medida afirmou que, do total, 22 projetos foram construídos na região Norte; 11 na região Leste; 80 no Anel Viário de Santo Domingo; e um na região Nordeste.
Da mesma forma, o diretor da Comipol, General Rafael Vásquez Espínola, afirmou que 155 obras foram paralisadas, sendo 59 na região Norte, 29 na Sul, 31 na Leste, 10 no Anel Viário de Santo Domingo, 19 na Nordeste e sete na Avenida Ecológica.
Ele também explicou que 37 pontos de acesso ilegais às estradas foram fechados, o que, de uma forma ou de outra, impactou significativamente o número de acidentes de trânsito.
“Dessas travessias irregulares, 19 ocorreram na Rodovia Duarte, uma na região leste do país, cinco no sul, três no Anel Viário de Santo Domingo e nove no nordeste”, afirmou.
Com relação às obras notificadas por escrito através de formulário legal, a Codevial, desde a sua criação em 7 de março deste ano, totaliza 60, sendo a região Cibao a que apresenta o maior número, com 20, seguida pela região Sul com 14 e pelas regiões Leste e Nordeste com 13 cada.
No total, esta nova unidade, encarregada de monitorar e supervisionar as principais vias a fim de eliminar construções irregulares de casas, comércios, travessias informais ou outras obras que possam causar acidentes nessas importantes estradas, conseguiu interromper, notificar, desmantelar e/ou demolir 381 obras.
Vásquez Espínola especificou que, no âmbito das obras que foram paralisadas e comunicadas por meio de formulários, algumas medidas foram tomadas, conseguindo-se que alguns proprietários abandonassem as obras, outros conseguissem obter as licenças previstas em lei ou procedessem às medidas corretivas do local.
“Em muitos casos, a demolição das estruturas foi realizada porque os proprietários, apesar de terem sido notificados por escrito, não atenderam à solicitação das autoridades”, afirmou.
O funcionário afirmou que, por meio da Codevial, com o trabalho de 100 homens devidamente treinados, eles conseguiram recuperar espaços nas margens de estradas e rodovias.
A lei
Segundo uma nota institucional, “a criação desta unidade foi um passo importante no cumprimento da Lei 1474-38 e suas alterações, que regulamenta a construção em vias principais, define suas margens e estabelece que a faixa de domínio é o espaço reservado para futuras ampliações, construção de vias marginais ou qualquer tipo de intervenção que a justifique”.
Em suas ações, a Codevial busca o cumprimento da legislação, que estabelece que para a construção devem ser deixadas margens de 20, 30 e 40 metros em ambos os lados das estradas ou rodovias, dependendo se são estradas principais, secundárias ou locais.




