SANTO DOMINGO- Em apenas 9 dias e duas horas de uso diário, o teleférico de Santiago transportou mais de dez mil pessoas que irão experimentar o sistema de mobilidade por cabo, inaugurado em 17 de março pelo presidente Luis Abinader.
Longas filas de usuários de diversos setores do centro da cidade se formaram durante a operação deste serviço que, devido à inauguração, circula gratuitamente, e ao longo de cujo percurso a população usuária demonstra entusiasmo e empatia com a importante obra que marca uma nova era no sistema de transporte da Cibao.
A primeira etapa do projeto de transporte público lançado naquela província envolveu um investimento de RD$ 6.544 milhões de pesos e impactará diretamente cerca de 73.968 habitantes de 9 dos setores mais populosos da região.
Julio Ramírez, responsável pelos teleféricos do Fundo para o Desenvolvimento do Sistema de Transporte de Massa da República Dominicana (Fitram), explicou que o percurso de quatro quilômetros, com 83 cabines para 12 passageiros, é realizado a uma altura de 7 metros por segundo e leva de 12 a 15 minutos.
“O primeiro terminal, que é o central, vai da Junta Eleitoral Central, o segundo, Padre Emiliano Tardif, depois atravessa-se a ponte René Clan de Guzmán até chegar à estação Yolanda Santana”, explicou.
Ele destacou a segurança do sistema no país, que está em operação há mais de 42.000 horas.
O Teleférico de Santiago é um sistema de transporte por cabo, composto por 129 cabines com grampos removíveis, com capacidade para transportar 4.000 passageiros por hora em cada sentido, e uma capacidade diária de transporte de 64.000 pessoas.
Este primeiro trecho do sistema percorre 4 quilômetros, indo do setor La Yagüita del Pastor até o Terminal Central Las Carreras em Pueblo Nuevo, com 4 estações: E1: Estação Central, E2: Estação Emiliano Tardif, E3: Estação Renée Klang de Guzmán e E4: Estação Yolanda Santana. A viagem inteira leva 10 minutos.
Com informações modificadas de El Día.




