SANTO DOMINGO– Juan Estévez, CEO da Mr. Home Real Estate Advisors, prefere dividir a comissão com quem o indicou em vez de entregar metade do lucro da venda de um imóvel a um corretor sem formação específica.
“Prefiro dar 10% a um mau indicador do que dividir 50% com um agente sem qualquer formação”, declarou ele ao responder perguntas sobre o trabalho que El Inmobiliarioestá a desenvolver relativamente à figura controversa.
Estévez afirmou que o papel do intermediário é crucial para facilitar transações bem-sucedidas e conectar compradores, vendedores e investidores às oportunidades certas.

Juan Estévez. (Fonte externa).
“No mercado imobiliário dinâmico e competitivo de hoje, o papel do intermediário é crucial para facilitar transações bem-sucedidas e conectar compradores, vendedores e investidores com as oportunidades certas”, disse um dos fundadores da Mr Home, uma empresa imobiliária que atua no mercado nacional há 13 anos.
De acordo com Estévez, a inclusão de pessoas que indicam clientes no setor imobiliário não é apenas inevitável, mas também benéfica, pois cria oportunidades que permitem aos agentes imobiliários aconselhar e prestar um melhor serviço ao maior número possível de potenciais clientes.
Ele considerou que o importante para o profissional do ramo imobiliário é estabelecer regras, políticas e condições claras ao firmar um acordo com o intermediário, e compreender e formalizar por escrito esse acordo e seus limites, bem como definir antecipadamente suas políticas sobre o quê, onde, como e por quanto o valor será validado em qualquer transação.
Estévez, que também ocupa o cargo de Primeiro Vice-Presidente da atual diretoria da Associação de Corretores e Empresas Imobiliárias (AEI), opinou que a figura do intermediário não merece ser incluída na lei que está sendo estudada pela Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados e que regulamentaria a intermediação imobiliária no país.
“O mais importante seria que os profissionais do setor imobiliário soubessem como modelar adequadamente suas estratégias e modelos de negócios. Cada empresa e corretor independente tem a oportunidade de definir seus pontos fortes e fracos”, afirmou ele.




