Retirado de Hoy
SANTO DOMINGO- Todos os estrangeiros que vêm ao país para fazer negócios devem cumprir as normas, incluindo o pagamento de impostos e a contribuição para a segurança social, para evitar a concorrência desleal.
A declaração foi feita ao jornal Hoy pelos diretores da União Nacional de Empresários (UNE): Leonel Castellanos Duarte, presidente; Ángelo Viro, segundo vice-presidente; e Miguel Dauhajre, ex-presidente, durante participação no Encontro Econômico. Eles instaram os órgãos estatais competentes a fazer cumprir as leis, especialmente no que diz respeito às empresas e importadores da China.
“Qualquer estrangeiro que venha a um país para fazer negócios deve cumprir as regras estabelecidas. O Estado deve garantir que o setor comercial funcione formalmente. E as reclamações vêm e vão, mas as coisas permanecem as mesmas”, afirmou Viro.
O presidente da UNE, Leonel Castellanos, afirmou que um dos problemas do país é promover o emprego formal e rever os sistemas de segurança social, e garantir que todas as empresas estabelecidas no país cumpram ambas as leis.
Ele acrescentou que são necessários esforços adicionais urgentes para aumentar a fiscalização tributária e combater eficazmente a evasão fiscal, uma vez que as queixas das empresas chinesas são frequentes.
“Todas as empresas estrangeiras que vêm para o país devem ser regulamentadas pelo Estado. Devem empregar pessoas que paguem pela segurança, importem mercadorias e paguem direitos aduaneiros, além de IVA ou imposto de renda. As entidades públicas devem ser vigilantes na aplicação das leis. E a qualidade dos materiais que importam deve ser monitorada, porque algumas lâmpadas que trazem duram apenas três dias”, afirmou. Ele enfatizou que, quando essas regulamentações não são seguidas, isso acaba prejudicando a concorrência no mercado.
Castellanos e Viro argumentam que uma reforma tributária abrangente é urgentemente necessária para simplificar o sistema tributário, facilitar o cumprimento das obrigações e reduzir a evasão fiscal. Eles também defendem a ampliação da base tributária para garantir que mais contribuintes sejam sujeitos à tributação.




