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Como Loany Lismeiry Ortiz Nova foi identificada quando tentou cruzar da Colômbia para a Venezuela?

Segundo relatos, ela viajou para a Colômbia para fazer uma rinoplastia.

Loany Lismeiry Ortiz Nova, identificada pelo Ministério Público como a principal ré no caso de fraude imobiliária conhecido como caso "Guepardo", foi detida em 14 de fevereiro quando, ao passar por um da imigração colombiana ponte Tienditas foi solicitada a apresentar seu documento de identidade.

O jornal colombiano La Opinión revela que "foi uma surpresa para todos que, ao pesquisarem no banco de dados, descobrissem que ela tinha um mandado de prisão emitido pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) e era procurada por fraude".

As autoridades de imigração notificaram imediatamente a Polícia Metropolitana de Cúcuta, que chegou a esse ponto na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela em pouco tempo.

Consta que Ortiz Nova foi transferido para as instalações da Seção de Investigação Criminal (Sijín) em Cúcuta e, após verificação das informações, a prisão foi efetuada oficialmente.

"Desde a última sexta-feira, 14 de fevereiro, Loany Ortiz está sob custódia da polícia e espera-se que nos próximos dias ela seja entregue às autoridades da República Dominicana para dar prosseguimento ao seu processo judicial", informa o veículo de comunicação.

Loany Lismeiry Ortiz Nova ao ser presa pela polícia colombiana. (Foto/ Polícia Colombiana).

Segundo a publicação, Ortiz Nova viajou para a Colômbia para fazer uma cirurgia no nariz.

O caso

Na sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025, a Procuradoria de La Romana, em conjunto com a Procuradoria Especializada em Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo, lançou o caso Guepardo, que incluiu uma ampla operação com 11 buscas, prisões e apreensões, no âmbito do caso Novasco Imobiliária, empresa através da qual mais de 120 pessoas teriam sido lesadas, num montante que rondaria os 18 milhões de dólares.

Durante a operação, Marisol Nova Nolasco e Rocío del Alba Rodríguez de Moya foram presas, e posteriormente Yves Alexandre Giroux, citado pelo deputado no processo de pedido de medida coercitiva, foi entregue às autoridades.

Na próxima terça-feira, 25 de fevereiro, o Gabinete Judicial dos Serviços de Atenção Permanente do Distrito Judicial de La Romana realizará a audiência para análise do pedido de medidas coercitivas elaborado pelo Ministério Público, que solicita 18 meses de prisão para os réus e que o caso seja declarado complexo.

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