Mercado Imobiliário Residencial: Belkys Cuello destaca oportunidades para o setor imobiliário dominicano a partir da CILA

Belkys Cuello destaca as oportunidades para o setor imobiliário dominicano a partir da CILA

SANTO DOMINGO. A eleição de Belkys Cuello como vice-presidente do Cone Norte da Confederação Latino-Americana de Imobiliárias (CILA) representa uma oportunidade para reforçar a presença da República Dominicana no mercado imobiliário regional, promover a internacionalização dos profissionais e gerar novas alianças comerciais nas Caraíbas e na América Latina.

Cuello manifestou a sua satisfação por assumir esta responsabilidade e destacou o potencial que a República Dominicana tem para se projetar no panorama imobiliário internacional.

“Para a República Dominicana, isto representa uma grande oportunidade e, pessoalmente, sinto um enorme orgulho por poder levar o nome do nosso país a este espaço”, expressou.

O país reforça a sua presença no mercado imobiliário regional

O vice-presidente da CILA destacou o dinamismo do mercado imobiliário dominicano, a sua vocação turística, os projetos de alto nível, a conectividade, a estabilidade, as infraestruturas e a sua posição geográfica como elementos que favorecem o desenvolvimento de novas oportunidades.

“Temos um mercado imobiliário dinâmico, uma vocação turística extraordinária, projetos de alto nível e uma localização estratégica que nos torna uma porta de entrada para as Caraíbas e para a América Latina”, disse Cuello.

A República Dominicana consolida a sua posição como centro estratégico nas Caraíbas

Explicou que a República Dominicana está a passar por um processo de transformação que a está a consolidar como um centro estratégico nas Caraíbas, com condições para ligar empresas, capital e oportunidades com outros mercados da região.

“O nosso país está a viver um momento de transformação e a consolidar-se como um polo estratégico nas Caraíbas, com oportunidades cada vez maiores para empresas, investidores e profissionais que procuram estabelecer-se, operar ou expandir-se a partir da nossa região”, afirmou.

Cuello salientou que a conectividade, a estabilidade, as infraestruturas, o crescimento económico e a localização geográfica do país permitem que este seja concebido como uma plataforma para fazer negócios nas Caraíbas e na América Latina.

Neste contexto, salientou que o crescimento de diferentes setores gera uma procura por espaços residenciais, comerciais, corporativos, logísticos e de serviços, o que alarga o campo de atuação dos profissionais do setor imobiliário.

A CILA abre novas portas aos agentes dominicanos

Na sua nova posição, a diretora do Departamento Internacional da AEI está empenhada em reforçar os laços entre os agentes imobiliários dominicanos e os profissionais de outros países da América Latina.

Considerou que um dos principais benefícios da integração regional é que os profissionais podem alargar o seu âmbito de atuação e estabelecer relações comerciais fora do mercado local.

“Acredito que isto abre uma enorme porta para a internacionalização dos nossos profissionais”, disse.

Explicou que um agente dominicano pode ter clientes interessados ​​em investir noutros países, receber compradores estrangeiros interessados ​​no mercado local ou estabelecer alianças com profissionais de diferentes destinos.

“Um agente dominicano pode ter um cliente que deseja investir noutro país, receber um comprador estrangeiro interessado no nosso mercado ou estabelecer uma aliança com um profissional de qualquer outro destino na América Latina”, observou.

Formação e desenvolvimento de negócios

O vice-presidente da Confederação Imobiliária afirmou que a integração regional deve traduzir-se em oportunidades concretas para os profissionais do setor, através da formação, da troca de experiências, da geração de referências internacionais e do desenvolvimento de negócios.

Neste sentido, salientou que a visão da CILA procura consolidar um ecossistema de aprendizagem, preparação, networking e geração de negócio.

“Quero que os nossos agentes se possam capacitar, trocar experiências, gerar referências internacionais, partilhar oportunidades de negócio e construir relações de longo prazo”, disse.

Cuello indicou que esta abordagem coincide com o trabalho que desenvolveu no Conselho Internacional da Associação de Corretores e Empresas Imobiliárias (AEI), a partir do qual procurou abrir portas e criar alianças para os profissionais dominicanos.

“Isto está muito em linha com o trabalho que tenho vindo a desenvolver na Direção Internacional do AEI: abrir portas, gerar alianças e aproximar os nossos profissionais de novas realidades e oportunidades”, afirmou.

Profissionalização para competir no estrangeiro

Defendeu que a internacionalização do setor não passa apenas pela venda de imóveis noutros países, mas também pela elevação da preparação e dos padrões com que os agentes imobiliários trabalham.

Neste sentido, considerou essencial fortalecer aspetos como a ética, o atendimento, a formação e a profissionalização para que os agentes dominicanos possam competir em cenários internacionais.

“Internacionalizar não significa apenas vender no estrangeiro. Significa também melhorar a nossa formação, a nossa ética, o nosso serviço e a nossa forma de fazer negócio”, enfatizou.

Autoridades da Confederação Latino-Americana de Imóveis (CILA), juntamente com Belkys Cuello eleita vice-presidente. (Fonte externa).

Cuello espera que os profissionais do setor imobiliário do país se possam projetar internacionalmente com preparação e orgulho em representar a República Dominicana.

“Quero que os nossos agentes possam sair pelo mundo sentindo-se orgulhosos do que representam e preparados para competir com os mais altos padrões”, disse.

A RD procura posicionar-se como uma plataforma de negócio

A representante dominicana na CILA observou que um dos seus objetivos é ajudar o país a ser reconhecido não só como um destino atrativo para investir e viver, mas também como um ponto estratégico a partir do qual as empresas, o capital e as oportunidades se podem conectar com as Caraíbas e a América Latina.

“Quero que a República Dominicana seja reconhecida não apenas como um destino atrativo para investir e viver, mas como um país estratégico a partir do qual as empresas, o capital e as oportunidades possam ser conectados com todo o Caribe e a América Latina”, concluiu.

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Carlos Canário
Carlos Canário
Se Deus quiser. Sou marido, pai, locutor de rádio e jornalista. Tenho experiência em jornalismo esportivo, televisão, mídia impressa e digital. Interesso-me por questões comunitárias que afetam os setores mais vulneráveis, com o objetivo de contribuir, mesmo que de forma modesta, para a solução desses problemas.
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