Destaca as contribuições do transporte aéreo de carga e de passageiros.
SANTO DOMINGO- Durante o ano de 2023, a sessão plenária do Conselho de Aviação Civil (JAC) aprovou 31 Acordos de Cooperação Comercial entre companhias aéreas de diferentes nacionalidades, promovendo a chegada de passageiros de destinos menos tradicionais.
Um comunicado de imprensa da instituição indica que a esse número deve-se acrescentar que, até o momento, a atual administração liderada por José Ernesto Marte Piantini aprovou a operação de 156 novas rotas para diferentes destinos ao redor do mundo.
“Isto é histórico; estamos a cumprir a promessa do Presidente da República de aumentar a conectividade aérea no território dominicano”, afirmou Marte Piantini, presidente da organização, ao anunciar os números.

José Ernesto Marte Piantini, presidente do JAC. (Fonte externa).
Ele detalhou que, desde o início da atual administração, foram autorizadas 42.275 operações aéreas na modalidade de voos não regulares ou fretados, das quais 22.831 correspondem a operações exclusivamente de carga e 19.444 correspondem ao transporte de carga e passageiros.
Ele explicou ainda que, sob a modalidade de Autorizações Especiais, 14.567 voos foram aprovados.
Marte Piantini descreveu o crescimento do setor como "extraordinário", resultado do progresso e desenvolvimento da conectividade aérea alcançados.
Ele enfatizou que essa conquista se deveu à agência sob sua responsabilidade e ao apoio do Presidente da República, Luis Abinader.
O funcionário destacou a estabilidade que a aviação comercial tem experimentado no país desde 16 de agosto de 2020.
“A República Dominicana está mais conectada com o mundo; a conectividade aérea alcançada em três anos, com o aumento das frequências e o estabelecimento de novas rotas com a Europa, América do Sul, Caribe e América Central, são prova disso”, declarou ele.
O funcionário afirmou que, desde o início deste ano, o setor tem apresentado progressos significativos graças às ações tomadas pela Junta de Aviação Civil (JAC) para consolidar a República Dominicana como um dos principais destinos da região. “O desenvolvimento econômico do nosso país se apoia em diversos pilares, e um deles é a aviação civil”, explicou.
Nesse contexto, o presidente da organização citou a promulgação da lei de incentivos fiscais para operadores aéreos, que deverá gerar novas rotas, oferecer novas alternativas aos viajantes dominicanos e impulsionar ainda mais o desenvolvimento do setor. “A lei de incentivos para companhias aéreas criará mais oportunidades para a aviação no país”, destacou.
US$ 41.363 milhões
“Todas essas operações”, enfatizou ele, “resultaram na movimentação de 44.926.132 passageiros por meio de 362.791 operações aéreas, o que se traduz em uma receita direta e indireta estimada para o país em 41.363 milhões de dólares.”.
O presidente da JAC destacou a importância dos acordos, protocolos de emenda e memorandos de entendimento para serviços aéreos assinados por meio da organização, com o objetivo de proporcionar maior conectividade às companhias aéreas e aos usuários do transporte aéreo. “Os acordos assinados pela atual administração permitem que as companhias aéreas criem novas rotas, além de contribuir para o estabelecimento de mais opções para os viajantes dominicanos.”.
Em relação à importância dos acordos, ele citou os assinados com o Reino da Espanha, Costa Rica, Equador, Canadá, Guatemala, República Cooperativa da Guiana, El Salvador, Reino da Arábia Saudita, Malásia, Suíça, Islândia, Reino Hachemita da Jordânia, Quênia, Suriname, Polônia, Emirados Árabes Unidos, República de Ruanda, Estado do Kuwait, Brasil, República Tcheca, Cuba, Seychelles, Estado do Catar e Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.




