Início da construção : A construtora afirma possuir todas as licenças legais e ambientais.

A construtora afirma possuir todas as licenças legais e ambientais necessárias

SANTO DOMINGOApós denúncias feitas na última quarta-feira, 11 de junho, por moradores do setor Cuesta Brava, em Arroyo Hondo, sobre supostas irregularidades em uma obra, a empresa responsável pela construção afirmou que a obra possui todas as licenças legais e ambientais exigidas pelas autoridades do país.

“Este projeto foi avaliado e aprovado pelo Ministério do Meio Ambiente por meio do certificado ambiental nº 7226-24, emitido em dezembro de 2024, após um processo técnico que incluiu estudos de impacto ambiental, planos de mitigação e verificação do cumprimento das normas”, afirmou a empresa em comunicado à imprensa enviado ao El Inmobiliario.

Em relação à oposição de alguns moradores locais, ele afirma que "Cuesta Brava tem sido palco de conflitos fundiários há anos, com os interesses de certas famílias que tentaram paralisar legalmente os empreendimentos formais para sustentar ocupações informais ou invasões".

A construtora Danny Santos Compres SRLafirmou que a Prefeitura Distrital emitiu a certidão DPU-CC-2024-0136, que atesta a ausência de objeções ao projeto de desenvolvimento urbano. "O terreno onde o complexo residencial será construído está devidamente registrado, garantindo a legalidade da propriedade e a transparência na gestão fundiária", declarou a empresa.

Em resposta direta às acusações de danos ecológicos e destruição de áreas protegidas, a construtora esclareceu que o projeto do complexo preserva o caráter ambiental da região. "O projeto urbanístico inclui a preservação das zonas de amortecimento do córrego Manzano, bem como a integração de áreas verdes, espaços públicos e gestão ambiental responsável em todas as etapas da construção", afirmou a empresa.

Ele acrescentou que todo o processo de construção está sendo realizado sob supervisão. "Temos protocolos estabelecidos para gestão de resíduos, controle de emissões e proteção dos recursos hídricos", observou.

Ele também afirmou que, em relação à extração de madeira fora do horário permitido e sem autorização, as atividades foram realizadas de acordo com as permissões concedidas e dentro do horário permitido pela legislação local.

Em relação às reclamações sobre o uso do solo em uma área classificada como R1, os porta-vozes explicaram que o uso foi aprovado de acordo com os planos urbanísticos vigentes à época do processo. “A licença foi concedida legalmente e segundo os critérios do plano de ordenamento do território atual. Nenhuma norma foi violada”, afirmaram.

A construtora afirmou que seu objetivo é contribuir para o desenvolvimento urbano responsável da região. "Este é um projeto habitacional que promove um crescimento ordenado e sustentável. Queremos oferecer casas modernas que se integrem à paisagem e melhorem a qualidade de vida na área", concluíram.

O caso

moradores do setor Cuesta Brava, em Arroyo Hondo , Distrito Nacional, denunciaram o uso indevido do terreno e a devastação ambiental causadas pela construtora Danny Santos Compres SRL, que supostamente pretende construir um empreendimento imobiliário no local.

Em uma coletiva de imprensa, representantes da associação de moradores afirmaram que a obra de preparação do terreno, que abrange uma área restrita, está afetando seriamente o meio ambiente natural da região.

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Paola Solis
Paola Solis
Estudante do último ano de Comunicação Social na Universidade Católica de Santo Domingo, locutora e mestre de cerimônias, especializada em marketing digital e gestão de comunidades.
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